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Título: Padrão espacial da diversidade genética materna da abelha (Apis mellifera) nos Arquipélagos dos Açores e da Madeira
Autor: Henriques, Dora
Chavez-Galarza, Julio
Pinto, M. Alice
Palavras-chave: Abelha
Diversidade genética
mtDNA
Padrão espacial
Data: 2013
Editora: Sociedade Portuguesa de Ecologia, Associação Portuguesa de Ecologia da Paisagem e Instituto Politécnico de Bragança
Citação: Henriques, Dora; Chavez-Galarza, Julio; Pinto, M. Alice (2013) - Padrão espacial da diversidade genética materna da abelha (Apis mellifera) nos Arquipélagos dos Açores e da Madeira. In In 14º Encontro Nacional de Ecologia (SPECO), Encontro da Primavera (APEP). Bragança. ISBN 97-8972-745‐158‐6
Resumo: A abelha melífera, Apis mellifera L., tem como distribuição natural a África, o Médio Oriente e a Europa. A adaptação a diferentes condições ecológicas levou à evolução de 30 subespécies as quais têm sido tipicamente agrupadas em quatro linhagens evolutivas (A, M, C e O). Existem diversos estudos que representam a variação genética materna da subespécie que ocorre na Península Ibérica (abelha Ibérica, Apis mellifera iberiensis). Estes estudos revelaram que a abelha ibérica exibe um padrão muito complexo e único que se deve à coexistência de duas linhagens: a Africana (A), que é predominante na metade sudoeste da Península Ibérica e a da Europa ocidental (M), que é predominante na metade nordeste. Apesar da diversidade materna da abelha ibérica estar bem representada, não há nenhum estudo que se tenha debruçado sobre os padrões de variação genética materna no Arquipélago dos Açores e da Madeira. Com o objectivo de colmatar esta lacuna surge este estudo onde se procedeu à análise genética materna e representação espacial dos haplótipos de 186 colónias dos Açores e 51 da Madeira. Os resultados obtidos mostram que na Ilha da Madeira todos os indivíduos pertencem à linhagem Africana, havendo uma predominância da sub‐linhagem Africana AIII (59%) seguida da sub‐linhagem Africana AI(41%), à semelhança das populações de abelhas das ilhas Canárias e do Norte de Portugal continental. Em relação aos Açores verifica‐se que as diferentes ilhas têm uma estrutura diferente, existindo uma predominância da linhagem Africana (72%) seguida da linhagem C característica da Europa Oriental (27%) e por fim a linhagem M da Europa Ocidental (0.005%). A presença de haplótipos da Europa Oriental mostra que ao contrário do que acontece na Península Ibérica e na Ilha da Madeira, em algumas ilhas dos Açores tem havido uma introdução significativa das rainhas exóticas.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/8928
ISBN: 978‐972‐745‐158‐6
Aparece nas colecções:ARN - Resumos em Proceedings Não Indexados ao ISI/Scopus

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