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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10198/5928

Título: Modelação da presença de aves de rapina diurnas em pinhais bravos do norte e centro de Portugal
Autor: Capelo, Miguel
Onofre, Nuno
Rego, Francisco
Monzón, Aurora
Faria, Paulo
Cortez, José Paulo
Palavras-chave: Gestão florestal sustentada
Pinus pinaster
GLM
Biodiversidade
Aves de rapina
Issue Date: 2008
Editora: Unidade de Silvicultura e Produtos Florestais
Citação: Capelo, Miguel; Onofre, Nuno; Rego, Francisco; Monzón, Aurora; Faria, Paulo; Cortez, Paulo (2008) - Modelação da presença de aves de rapina diurnas em pinhais bravos do norte e centro de Portugal. Silva Lusitana. ISSN 0870-6352. 16:1, p. 45-62
Resumo: Este estudo teve como objectivo principal modelar a relação entre parâmetros descritores de duas paisagens dominadas por pinhal bravo (Pinus pinaster Aiton) e as suas comunidades de aves de rapina diurnas nidificantes. Para o efeito, estabeleceram-se 51 estações de amostragem na Mata Nacional de Leiria (MNL) e 45 nos Pinhais do Alto Tâmega (PAT), tendo-se empregue dois métodos de detecção destas aves: a emissão de vocalizações e a observação directa. Os trabalhos de campo decorreram nas épocas de nidificação de 1998 e 1999. Para a modelação da presença recorreu-se aos Modelos Lineares Generalizados, com as variáveis explicativas obtidas em SIG. Foram detectadas 8 espécies na MNL e 6 nos PAT. O recurso à emissão de vocalizações facilitou a detecção, mas verificou-se ser necessário proceder a alguns ajustamentos no futuro para maximizar a sua eficácia. Os modelos obtidos seleccionaram as variáveis que relacionam uma maior probabilidade da presença das aves com a existência ou a proximidade de espaços abertos e uma menor fragmentação. Os resultados indicam que, em áreas florestais onde a produção lenhosa é o objectivo principal, as suas comunidades de aves de rapina são favorecidas por uma gestão que crie um mosaico equilibrado entre as diferentes etapas de desenvolvimento dos povoamentos, reforçando a necessidade de se pensar o ordenamento florestal à escala da paisagem ou de toda a unidade de gestão, e não apenas ao nível individual dos povoamentos, quando se objectiva em paralelo a sustentabilidade da biodiversidade florestal.
Arbitragem científica: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/5928
ISSN: 0870-6352
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