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Título: Coexistência de duas espécies exóticas de lagostins (Pacifastacus leniusculus e Procambarus clarkii) na bacia hidrográfica do rio Sabor (NE Portugal)
Autor: Costa, A.M.
Bruxelas, S.
Bernardo, J.M.
Teixeira, Amílcar
Palavras-chave: Distribuição
Coexistência
Procambarus clarkii
Pacifastacus leniusculus
Nordeste de Portugal
Issue Date: 2010
Editora: Universidade dos Açores
Citação: Costa, A.M.; Bruxelas, S.;L Bernardo, J.M.; Teixeira, A. (2010) - Coexistência de duas espécies exóticas de lagostins (Pacifastacus Leniusculus e Procambarus Clarkii) na bacia hidrográfica do rio Sabor (NE Portugal). In XV Congresso da Associação Ibérica de Limnologia. Ponta Delgada
Resumo: Em Portugal existia uma única espécie europeia de lagostim de água doce, Austropotamobius pallipes, o lagostim-de-patas-brancas, que se considera actualmente extinta no país. No nordeste de Portugal continental onde anteriormente ocorria esta espécie, os cursos de água estão actualmente a ser colonizados por duas espécies de lagostins norte americanos. Na década de 70, proveniente de Espanha onde foi intencionalmente introduzido, o lagostim-vermelho-da-Luisiana, Procambarus clarkii, colonizou rapidamente os rios do sul de Portugal, propagando-se depois por todas as massas hídricas do país. Em 1994, as autoridades espanholas introduziram uma outra espécie, o lagostim sinal, Pacifastacus leniusculus, na província de Zamora, que foi detectada em Portugal, no rio Maçãs (Bacia do Sabor) três anos depois. A propagação e evolução das populações destas espécies no rio Maçãs têm sido seguidas anualmente desde 2000. P. clarkii, espécie sub-tropical, nunca atingiu neste curso abundâncias muito elevados. Pelo contrário, P. leniusculus, espécie de águas mais frias, apresenta valores mais elevados, cerca de seis vezes superiores aos de P.clarkii. O lagostim sinal encontra-se bem adaptado, continuando a sua expansão neste rio e prevendo-se que venha a colonizar outras massas hídricas adjacentes. A expansão do lagostim vermelho de jusante para montante parece ser menos efectiva, não tendo, desde 2005, sido observado em novos locais deste rio. A coexistência das duas espécies verifica-se actualmente num troço fluvial de cerca de 45 km de extensão, apesar das diferenças notórias ao nível das características dos seus habitats.
URI: http://hdl.handle.net/10198/4723
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