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Título: Olivais mobilizados, mantidos com solo permanentemente nu e com coberturas vegetais. Efeito de longo prazo na produção e desenvolvimento das árvores
Autor: Rodrigues, M.A.
Lopes, João
Pavão, Francisco
Cabanas, J.E.
Pinto, António
Arrobas, Margarida
Issue Date: 2007
Editora: Sociedade Portuguesa da Ciência do Solo
Citação: Rodrigues, Manuel; Lopes, João; Pavão, Francisco; Cabanas, José; Pinto, António; Arrobas, Margarida (2007) - Olivais mobilizados, mantidos com solo permanentemente nu e com coberturas vegetais. Efeito de longo prazo na produção e desenvolvimento das árvores. In Encontro Anual da Sociedade Portuguesa da Ciência do Solo. Vila Real
Resumo: A adopção pelos olivicultores transmontanos de sistemas de manutenção do solo alternativos às mobilizações tradicionais tem vindo a ocorrer de forma contínua mas a ritmo ainda muito lento se atendermos à importância de que o assunto se reveste na regularidade das produções e na sustentabilidade do olival. Neste trabalho divulgamos resultados de dois ensaios que decorrem em Trás-os-Montes, em Mirandela e Bragança, desde 2001. O ensaio de Mirandela contempla três sistemas de manutenção do solo: mobilização tradicional; solo permanentemente nu (utilização de herbicida com componentes não selectivo e residual, aplicado no fim do Inverno); e cobertura vegetal permanente (vegetação viva no período Outono/Inverno e morta no período Primavera/Verão com aplicação de glifosato na P quinzena de Abril). O ensaio de Bragança contempla também três sistemas de manutenção do solo: mobilização tradicional; cobertura vegetal permanente (descrita anteriormente); e pastagem natural (mantida com pastoreio de ovinos e caprinos). O ensaio de Mirandela está instalado num olival jovem (18 anos) e o ensaio de Bragança num olival adulto, ambos da cv. Cobrançosa. A produção de azeitona foi registada por árvore a partir de grupos de 12 (Mirandela) e 0 (Bragança) árvores homogéneas por tratamento. No ano zero (Dezembro de. 2001) a produção média das árvores dos diferentes tratamentos foi semelhante em cada um dos ensaios, devido a uma pré-selecção que foi feita no momento de marcação das árvores para reduzir a variabilidade experimental. No ensaio de Mirandela, no decurso das cinco colheitas seguintes (2002-06), as produções de azeitona nas modalidades; mobilização tradicional e solo permanentemente nu foram, respectivamente, de apenas 53 e 79 % comparativamente Com a modalidade cobertura vegetal permanente. Os registos das variações no perímetro do tronco a 50 cm de altura revelaram aumentos de apenas 47 e 66 % nas modalidades mobilização tradicional e solo permanentemente nu, respectivamente, quando comparados com a modalidade cobertura vegetal permanente. No ensaio de Bragança, as produções acumuladas nas cinco colheitas nas modalidades, mobilização tradicional e pastagem natural foram de 71 e 38 %, respectivamente, quando comparadas com a modalidade cobertura vegetal permanente. Para além da produção e do engrossamento dos troncos, os resultados de análises foliares e a determinação de parâmetros físicos e químicos do solo têm auxiliado na interpretação da excelente performance conseguida com a modalidade cobertura vegetal permanente nos dois ensaios.
Arbitragem científica: no
URI: http://hdl.handle.net/10198/3146
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