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Título: 27 - Micorrização in vitro de plantas micropropagadas de castanheiro: Castanea sativa Mill
Autor: Martins, Anabela
Palavras-chave: Castanha
Micropropagação
Propagação vegetativa
Micorrização in vitro
Castanea sativa Mill
Issue Date: 1997
Editora: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior Agrária
Citação: Martins, Anabela - Micorrização in vitro de plantas micropropagadas de castanheiro: Castanea sativa Mill. Bragança: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior Agrária, 1997. Série Estudos; 27. ISBN 972-745-046-6
Relatório da Série N.º: Série Estudos;27
Resumo: A cultura de Castanea sativa Mill. nas zonas temperadas assume uma grande importância, quer pela produção de castanha, quer pela de madeira. A micropropagação afigura-se como uma boa técnica de propagação vegetativa, uma vez que as técnicas convencionais se revelam muito dificeis com esta espécie. A aclimatação de plantas micropropagadas é normalmente, um problema que pode ser minimizado com a micorrização das raízes dessas plantas. A micorrização in vitro foi induzida em germinantes e em plantas micropropagadas de Castanea sativa Mill, obtidas a partir de árvores adultas, pelo método de Feijó (1989), e mantidas em cultura durante cinco semanas após a indução de enraizamento. Foram testadas quatro espécies de fungos micorrízicos: Amanita muscaria, Laccaria laccata, Piloderma croceum e Pisolithus tinctorius. Os castanheiros foram mantidos em contacto com o fungo, sob condições axénicas, em substrato de Sphagnum, Perlite e meio MMN modificado, segundo duas metodologias: inoculação simultânea de fungo e plantas e inoculação prévia dos substratos com cada um dos fungos. Dos fungos em ensaio, só P. tinctorius foi capaz de estabelecer uma associação estável com C. sativa. L. laccata e A. muscaria formaram um manto em cerca de 20% e 10% de raizes laterais, respectivamente. Contudo, em L. laccata, o crescimento apical não foi acompanhado pela associação fúngica e A. muscaria não apresentou capacidade para formar rede de Hartig em muitas das raizes que exibiam manto. Piloderma croceum não foi capaz de estabelecer micorrização com as raizes de C. sativa Mill., apesar de se ter verificado ramificação dicotómica dessas raizes. O processo de micorrização foi acompanhado por estereomicroscopia, microscopia óptica e electrónica. Os parâmetros fisiológicos e resultados de aclimatação em plantas micropropagadas de C. sativa Mill., foram realizados em plantas micorrizadas com P. tinctorius, por ter sido este o fungo que se revelou mais eficaz na micorrização A aclimatação de plantas micorrizadas foi comparada com a de plantas testemunha, em termos de sobrevivência e de crescimento (altura e área foliar). Foram ainda determinados os parâmetros fisiológicos, como teor de pigmentos fotossintéticos e de proteínas, taxas fotossintéticas e respiratórias e actividade da RuBisCO. Os valores desses parâmetros obtidos para as plantas micorrizadas indicam que a micorrização aumenta o crescimento e a produtividade, facilitando ainda o processo de aclimatação das plantas micropropagadas de Castanea sativa Mill. Castanea sativa Mill. is a very important species in temperate regions due to the production of chestnuts and wood. Micropropagation seems to be a very good technique for vegetative propagation, since conventional techniques are very difficult to use with this species. Weaning of rooted micropropagated plants is a major problem that can be minimized if these plants are mycorrhizal. In vitro mycorrhization was induced on micropropagated plants of C. sativa Mill. obtained from adult trees following the method described by Feijó (1989), and maintained in culture for five weeks after root induction. Four different species of mycorrhizal fungi were tested: Amanita muscaria, Laccaria laccata, Piloderma croceum and Pisolithus tinctorius. The chesnut plants were maintained in contact with the fungi under axenic conditions using a substrate of Sphagnum, Perlite and a modified MMN medium using two different methods: simultaneous inoculation of fungus and plants or previous inoculation of substrates with the fungus. From the fungi tested only P. tinctorius established a stable association with C. sativa. L. laccata and A. muscaria formed a mantle around 20% and 10% of lateral roots respectively. However the apex growth was not followed by the fungal association. P. croceum was not able to establish mycorrhization with chestnut roots in spite of the dichotomous root branching that has been induced. The mycorrhizal process was followed by stereomicroscopy and also by light and electron microscopy. The physiological data as well as the weaning process of chestnut micropropagated plants concern the experiments with P. tinctorius mycorrhization. The weaning process of mycorrhizal plants was compared with control ones in terms of survival and growth parameters (height and leaf area). Physiological parameters such as pigments and total protein contents, photosynthetic and respiratory rates and RuBisCO activity were also determined. The results obtained for those parameters in mycorrhized plants indicate that mycorrhization increases growth and productivity and facilitates the weaning proccess of micropropagated plants.
URI: http://hdl.handle.net/10198/1229
ISBN: 9727450466
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