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Publicação

Nutrição mineral em plantas micorrizadas e não micorrizadas de Castanea sativa Mill com o fungo Pisolithus tinctorius: I. Teores de N, P e K ao longo de 90 dias de micorrização in vitro.

dc.contributor.authorMartins, Anabela
dc.contributor.authorPais, Maria Salomé
dc.date.accessioned2011-12-09T21:07:10Z
dc.date.available2011-12-09T21:07:10Z
dc.date.issued2004
dc.description.abstractAs micorrizas são o resultado de um processo de co-evolução entre plantas e fungos. As plantas aquáticas primitivas colonizaram o meio ambiente terrestre mercê de um conjunto de condições bióticas e abióticas, de entre as quais se contam a formação de micorrizas. As associações simbióticas são uma regra e não uma excepção entre os organismos mais complexos. As infecções fúngicas mais frequentes no Reino Plantae são as micorrizas, ocorrendo em 83% das dicotiledóneas e em 79% das monocotiledóneas, sendo todas as Gimnospérmicas micorrízicas. Castanea sativa Mill., à semelhança da maioria das espécies, é micorrízica, sendo conhecida a sua associação a numerosas espécies de fungos. Com o presente trabalho, pretendemos dar um contributo para o estudo da nutrição mineral em N, P e K no sistema micorrízico castanheiro – Pisolithus tinctorius. No sentido de proceder aos estudos de nutrição, produziram-se plantas de C. sativa por micropropagação e o fungo micorrízico Pisolithus tinctorius por cultura in vitro em meio sólido e líquido. A micorrização foi induzida num sistema axénico, em caixa de Petri, no qual os simbiontes foram postos em contacto, após um período de crescimento inicial do fungo no meio de cultura. O desenvolvimento da micorrização e das plantas foi acompanhado desde o primeiro dia de contacto planta-fungo, até aos 90 dias, tendo sido avaliados, em plantas micorrizadas (M), não micorrizadas (NM) e fungo (Pt), ao longo do processo de micorrização, os teores de: 1) azoto (total, amónio e nitratos); 2) fósforo (total, orgânico e inorgânico) e 3) potássio. Nos resultados obtidos em plantas micropropagadas de C. sativa micorrizadas in vitro com P. tinctorius verificámos que a micorrização influência de forma determinante a nutrição mineral das plantas, ainda que de forma diversa entre os diferentes minerais analisados e a partir de tempos diferentes de micorrização. Assim podemos dizer que em termos de nutrição mineral as micorrizas de castanheiro com Pt aumentam a absorção de: N, sobretudo na forma de NH4+, reflectindo-se nos teores de proteína; P (Pi e POrg) analisados quimicamente e de K. Além das diferenças nos teores de nutrientes minerais, observaram-se ainda diferenças na distribuição relativa de alguns deles pelos órgãos das plantas. Os teores de proteína são sempre superiores em plantas M.por
dc.identifier.citationMartins, Anabela; Pais, MS (2004). Nutrição mineral em plantas micorrizadas e não micorrizadas de Castanea sativa Mill com o fungo Pisolithus tinctorius: I. Teores de N, P e K ao longo de 90 dias de micorrização in vitro. In I Congresso Ibérico de Ciência do Solo. Bragançapor
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10198/6418
dc.language.isoporpor
dc.peerreviewedyespor
dc.subjectMicorrizaçãopor
dc.subjectmicropropagaçãopor
dc.subjectCastanea sativapor
dc.subjectnutrição mineralpor
dc.titleNutrição mineral em plantas micorrizadas e não micorrizadas de Castanea sativa Mill com o fungo Pisolithus tinctorius: I. Teores de N, P e K ao longo de 90 dias de micorrização in vitro.por
dc.typeconference object
dspace.entity.typePublication
oaire.citation.conferencePlaceBragança, Portugalpor
oaire.citation.titleI Congresso Ibérico de Ciência do Solopor
person.familyNameMartins
person.givenNameAnabela
person.identifier.ciencia-id7B18-A810-6B93
person.identifier.orcid0000-0001-6218-4413
person.identifier.ridG-5488-2013
person.identifier.scopus-author-id7203013518
rcaap.rightsopenAccesspor
rcaap.typeconferenceObjectpor
relation.isAuthorOfPublication383370dd-10e5-40e6-9a15-f2201fe95581
relation.isAuthorOfPublication.latestForDiscovery383370dd-10e5-40e6-9a15-f2201fe95581

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