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Authors
Advisor(s)
Abstract(s)
Nas últimas décadas os progressos verificados a nível da biologia molecular e das
tecnologias do DNA (nomeadamente a utilização da PCR-"Polymerase Chain Reaction"
e dos processos de sequenciação automática, de ESTs-"Expressed Sequence Tags" e
de SNPs-"Single Nucleotide Polymorphisms") levaram ao crescimento exponencial da
informação biológica produzida pela comunidade científica. Para tal contribuiu muito o
aparecimento de inúmeros projectos de sequenciação de genomas, sobretudo o
''Human Genom Project'', com início em 1990.
No ano de 1996 existiam cerca de 280 000 ESTs nas bases de dados (1). Esta
avalanche de informação teve de ser armazenada e organizada. No ano de 1998 as
três grandes bases de dados de sequências nucleotídicas existentes (no Japão, Reino
Unido e Estados Unidos da América, respectivamente "DNA Database of Japan": DDBJ,
"European Molecular Biology Laboratory": EMBL, e GenBank) estabelecem um
protocolo de colaboração, criando o "International Nucleotide Sequence Database"
(INSD). Em cada uma delas se podem anotar novas sequências nucleotídicas
decorrentes de trabalhos de investigação, ou corrigir as pré-existentes. Todas as
correcções e novas entradas são partilhadas diariamente entre as três bases de dados,
pelo que em todas elas a informação disponível é a mesma, embora com algumas
diferenças de formato. O acesso aos dados é livre.
Description
Keywords
Bioinformática Bases de dados
Citation
Jorge, Lurdes (2007). Bioinformática como suporte às biociências. In Curso de Bionformática. Bragança: Escola Superior Agrária
Publisher
Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior Agrária