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Advisor(s)
Abstract(s)
O presente estudo foi desenvolvido com o objectivo de analisar a remoção de um metal tóxico (chumbo) por briófitas aquáticas.
A capacidade de remoção de chumbo e posterior libertação usando um musgo aquático - Fontinalis antipyretica – foi estudada experimentalmente em laboratório utilizando duas colunas de enchimento.
Foram realizadas experiências com soluções de metal simples a fim de estudar o efeito de parâmetros como a quantidade de biossorvente, o caudal de alimentação à coluna, a concentração da solução de metal e o pH inicial da solução aquosa. Foram obtidos perfis de “breakthrough” no estudo dos diferentes parâmetros.
Para as experiências realizadas constatou-se que a capacidade de acumulação do biossorvente diminui com o aumento da concentração da solução de chumbo e do caudal, enquanto que um aumento do pH e da altura do enchimento conduz a resultados contrários.
O material utilizado foi regenerado usando uma solução de ácido nítrico 0,1 M após saturação do mesmo em estudos de adsorção. É importante regenerar o biossorvente para recuperar os iões metálicos, caso o seu valor comercial o justifique, assim como para a sua reutilização em processos de biossorção consecutivos.
O modelo de Thomas linearizado e não linearizado, foi ajustado aos dados experimentais, com a finalidade de se obterem os parâmetros k (constante de velocidade de Thomas ) e q0 (capacidade máxima do soluto na fase sólida), tendo sido obtidos resultados satisfatórios.
Description
Keywords
Briófitas aquáticas
Citation
Martins, Ramiro; Faria, Carminda; Alves, Libânia (2021). Briófitas aquáticas na biossorção de iões metálicos numa coluna de enchimento. Iguatu: Quipá Editora. ISBN 978-65-89973-42-3