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Publicação

Plantas tradicionais portuguesas: o potencial antioxidante da utilização de extratos fenólicos

dc.contributor.authorMartins, Natália
dc.contributor.authorBarros, Lillian
dc.contributor.authorFerreira, Isabel C.F.R.
dc.date.accessioned2016-01-18T15:06:17Z
dc.date.available2016-01-18T15:06:17Z
dc.date.issued2015
dc.description.abstractIntrodução: A utilização de plantas para fins medicinais constitui uma prática milenar, sendo hoje oficialmente reconhecidas as suas inúmeras potencialidades. Contudo, com os avanços tecnológicos a sua aplicação tem sido ultrapassada pela utilização de produtos obtidos por síntese química. Por outro lado, tem-se observado uma alteração significativa de hábitos alimentares e de estilo de vida da população, com o consequente aumento da prevalência de doenças crónicas. O processo de envelhecimento prematuro parece também estar relacionado com os fatores anteriormente mencionados. Tendo em conta os inúmeros benefícios das plantas medicinais, urge promover a sua utilização com vista à promoção da qualidade de vida e alimentação saudável da população Portuguesa. Objetivo: O objetivo do presente trabalho foi avaliar a atividade antioxidante de diferentes extratos ricos em compostos fenóticos (infusão, decocção, extraio hidrometanólico) obtidos a partir de plantas tradicionais portuguesas. Materiais e Métodos: O potencial antioxidante foi avaliado através de ensaios de inibição da peroxidação lipídica, poder redutor e neutralização de radicais livres), e correlacionado com a composição fenólica, determinada por hlPLC-DAD/ESI-MS. Resultados e Discussão: Salvia officinalis L. (salva) evidenciou o maior potencial antioxidante, seguido de Thymus vulgaris L. (tomilho) e Origanum vulgare L. (orégão). Analisando por tipo de extraio utilizado, e relacionando com a composição fenólica, a decocção e o extraio hidrometanólico da salva apresentaram uma maior atividade antioxidante e uma concentração mais elevada de compostos fenólicos, seguidos da decocção do tomilho e orégão. O ácido rosmarínico e a luteolina, apigenina e hispudulina (salva), foram respetivamente o ácido fenólico e os flavonoides mais abundantes em todas as amostras testadas. Conclusão: São necessários mais estudos para aprofundar o potencial medicinal destas e outras plantas tradicionais portuguesas. A divulgação do seu potencial benéfico e a sua consequente reintrodução na dieta alimentar, seja sob a forma de infusões, condimento e mesmo a utilização dos seus princípios ativos em produtos alimentares, poderão constituir estratégias promissoras.pt_PT
dc.identifier.citationMartins, Natália; Barros, Lillian; Ferreira, Isabel C.F.R. (2015). Plantas tradicionais portuguesas: o potencial antioxidante da utilização de extratos fenólicos. In 2º Simpósio Nacional: Promoção de uma Alimentação Saudável e Segura, Qualidade Nutricional e Processamento Alimentar. Lisboapt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/10198/12618
dc.language.isoporpt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
dc.relationPLANTAS MEDICINAIS A UTILIZAR EM FITOTERAPIA COMO ANTI-FÚNGICOS: EFEITO DE COMPOSTOS FENÓLICOS NO CRESCIMENTO DE ESPÉCIES DE CANDIDA EM SUSPENSÃO E EM BIOFILMES
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0/pt_PT
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oaire.citation.conferencePlaceLisboa, Portugalpt_PT
oaire.citation.titleSPASS 2015, 2º Simpósio Nacional: Promoção de uma Alimentação Saudável e Segura, Qualidade Nutricional e Processamento Alimentarpt_PT
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