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Poda em olival tradicional: pode a produtividade ser promovida através da poda?
| dc.contributor.author | Rodrigues, M.A. | |
| dc.contributor.author | Lopes, João Ilídio | |
| dc.contributor.author | Ferreira, Isabel Q. | |
| dc.contributor.author | Afonso, Sandra | |
| dc.contributor.author | Arrobas, Margarida | |
| dc.date.accessioned | 2018-01-30T10:49:54Z | |
| dc.date.available | 2018-01-30T10:49:54Z | |
| dc.date.issued | 2016 | |
| dc.description.abstract | Em olival tradicional, a poda parece ter um efeito marcado na resposta fisiológica das árvores e na produtividade. Após poda severa, as plantas respondem com forte rebentação no tronco e pernadas principais e sem produção no ano seguinte. Em fruticultura, um dos principais objetivos da poda é regular o calibre dos frutos, uma vez que o calibre determina grandemente o seu valor comercial. Em olivicultura para produção de azeite, o calibre dos frutos não tem significado relevante. A tese que se equaciona neste trabalho é a seguinte: sendo uma árvore uma máquina evolutiva "perfeita", cujo objetivo é a reprodução, ou seja, a obtenção do maior número possível de embriões (frutos) viáveis, a intervenção do homem faz sentido? Isto é, pode o homem através da poda promover a produtividade, menosprezando a capacidade da planta em orientar os seus recursos e maximizar a produção de frutos? Em Mirandela, NE Portugal, foi instalado um ensaio que inclui quatro regimes de poda num olival da cultivar Cobrançosa. Os regimes de poda são: testemunha (não poda); poda ligeira (remoção anual de ~25% do volume da copa); poda moderada (remoção trianual de 50% do volume da copa); e poda severa (remoção quadrienal de 75% do volume da copa). Após três colheitas consecutivas, a modalidade poda severa originou produções significativamente mais baixas que os restantes regimes de poda. Poda moderada e poda ligeira apresentaram produções sem diferenças significativas para a testemunha. Diversos parâmetros da fisiologia da árvore foram também afetados, como por exemplo o desenvolvimento de "chupões" no tronco e ao longo das pernadas, o comprimento dos ramos do ano e a dinâmica dos nutrientes nas folhas. Até ao presente, poda ligeira e moderada parecem não ter afetado a produtividade, embora em fevereiro de 2016 volte a ser efetuada a remoção de 50% da copa na modalidade poda moderada, com efeito potencialmente negativo na performance desta modalidade. Podar tem inúmeras vantagens, designadamente ajustar o porte da árvore à restante técnica cultural. Contudo, parece que esses objetivos devem ser conseguidos com um regime de poda ligeira anual. A poda, só por si, parece não poder ser usada para promover a produtividade. | pt_PT |
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| dc.identifier.citation | Rodrigues, M.A.; Lopes, João Ilídio; Ferreira, Isabel Q.; Afonso, Sandra; Arrobas, Margarida (2016). Poda em olival tradicional: pode a produtividade ser promovida através da poda? In I Congresso Ibérico de Olivicultura. Badajoz/Elvas | pt_PT |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10198/15191 | |
| dc.language.iso | por | pt_PT |
| dc.peerreviewed | yes | pt_PT |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/ | pt_PT |
| dc.subject | Olea europaea | pt_PT |
| dc.subject | Poda da oliveira | pt_PT |
| dc.subject | Poda ligeira | pt_PT |
| dc.subject | Poda moderada | pt_PT |
| dc.subject | Poda severa | pt_PT |
| dc.title | Poda em olival tradicional: pode a produtividade ser promovida através da poda? | pt_PT |
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| dspace.entity.type | Publication | |
| oaire.citation.conferencePlace | Badajoz/Elvas | pt_PT |
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| oaire.citation.title | I Congresso Ibérico de Olivicultura | pt_PT |
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| person.givenName | Manuel Ângelo | |
| person.givenName | Sandra | |
| person.givenName | Margarida | |
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