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- Relação entre o consumo de sacarose e a composição corporal em jovens adultosPublication . Oliveira, Alice; Sousa, Lara; Afonso, Ligia; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Fernandes, António; Pereira, Ana Maria Geraldes RodriguesO consumo excessivo de sacarose, comum entre os jovens adultos, está associado ao aumento do tecido adiposo e a alterações na composição corporal. Apesar da recomendação da Organização Mundial da Saúde limitar os açúcares livres a menos de 10% da ingestão energética diária, este valor é frequentemente ultrapassado. OBJETIVO: Avaliar a relação entre o consumo de sacarose e a composição corporal em jovens adultos. METODOLOGIA: Estudo transversal, observacional e quantitativo, realizado numa amostra de 50 estudantes da Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança, com idades entre os 18 e os 26 anos (20,48±1,65). Os dados foram recolhidos através de um questionário, incluindo informações sociodemográficas, parâmetros de composição corporal (perímetro da cintura, percentagens de tecido adiposo e massa magra, IMC), e um recordatório alimentar de 24 horas para estimar o consumo de sacarose. A análise estatística foi realizada com recurso ao IBM SPSS Statistics, versão 30.0, utilizando-se os testes de Spearman e Pearson. RESULTADOS: A maioria dos participantes era do sexo feminino (78%). O consumo médio de sacarose foi de 19,99 g no sexo feminino e 11,86 g no masculino. Quanto à composição corporal, o perímetro da cintura apresentou uma média de 73,47 cm (±6,65) nas mulheres e 88,86 cm (±13,17) nos homens. A massa gorda foi de 31,13% (±5,94) no sexo feminino e 22,95% (±4,99) no masculino; a massa magra foi de 68,83% (±5,95) e 77,10% (±4,99), respetivamente. O IMC variou entre 18,40 e 35,50 (média 24,12±3,76) nas mulheres e entre 22,60 e 39,00 (média 27,66±4,54) nos homens. Não se observaram associações significativas entre o consumo de sacarose e a composição corporal (p value ≤ 0,05). CONCLUSÃO: Apesar da ausência de associação na amostra, outros estudos demonstram tal relação. Assim, recomenda-se a realização de estudos com amostras maiores, incluindo variáveis como atividade física e consumo de outros macronutrientes.