Percorrer por autor "Urze, Pedro"
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- Padrões de inactividade física, em adultos jovens, numa amostra representativa da Escola Superior de Educação, do Instituto Politécnico de BragançaPublication . Sadio, Alexandre; Urze, Pedro; Lopes, Vitor P.; Camões, MiguelApesar de os benefícios da actividade física (AF) na saúde se encontrarem bem documentados, o comportamento sedentário é característico da civilização moderna. No entanto, são escassos os estudos feitos em adultos jovens. Este estudo tem o objectivo de avaliar os padrões de AF, por categoria de peso corporal, entre adultos jovens.
- Projeto de avaliação comportamental dos alunos da ESEB: consumo de tabaco, álcool, drogas, frutas/vegetais/leguminosas e hábitos de atividade físicaPublication . Camões, Miguel; Urze, Pedro; Lopes, Vitor P.Recentes estudos têm demonstrado que a entrada na Universidade, fase final da adolescência, é um período crítico e vulnerável para o início de comportamentos de risco, determinando a presença dos mesmos em fase adulta, com consequente impacto nefasto no estado de saúde das populações. Entre estes comportamentos modificáveis encontram-se o consumo de tabaco, álcool, drogas, distúrbios alimentares e hábitos de inatividade. Ao melhor do nosso conhecimento, são escassos os estudos observacionais que avaliam, entre esta classe de idades e com metodologias apropriadas, os comportamentos de risco em Portugal. Objetivo: Avaliar a prevalência dos comportamentos de risco entre os alunos da Escola Superior de Educação, do Instituto Politécnico de Bragança (ESEB): consumo de tabaco, álcool, drogas, ingestão de fruta/vegetais/leguminosas e inatividade física. Métodos: Estudo observacional descritivo, de base comunitária, com recolha de dados através de inquérito e de medições objetivas entre Fevereiro e Abril de 2011, em adolescentes com idades compreendidas entre 18-25 anos. O inquérito é constituído por um questionário estruturado com dados sociodemográficos, avaliação comportamental (AF, ingestão de frutas/vegetais/leguminosas, ingestão de álcool, tabaco e drogas) e medições objetivas (peso, estatura, composição corporal, perímetro da cintura e anca, pressão arterial). A população alvo é composta por 1132 alunos (68,3% do sexo feminino) inscritos na ESEB em 2010/2011, de onde foi selecionada uma amostra aleatória de 288 indivíduos (66,7% do sexo feminino), representativa da ESEB. Para avaliar a frequência de ingestão de frutas/vegetais/leguminosas e a quantidade média de ingestão alcoólica foi usado um questionário semi-quantitativo de frequência alimentar previamente testado e validado em adultos Portugueses. O consumo de tabaco e de drogas foi auto reportado com base em questionários previamente validados e os participantes no estudo foram classificados em categorias propostas pela OMS. Adicionalmente avaliou-se a atividade física dos indivíduos com recurso a medições subjetivas (questionário) e objetivas (acelerómetros). Todos os dados foram recolhidos e analisados em conformidade com as questões éticas impostas pelo estudo em questão. Em consonância com o objetivo específico, as hipóteses a testar são: H1: Será que os adolescentes avaliados apresentam altas prevalências no que concerne aos diferentes comportamentos de risco avaliados? H2: Será que, à semelhança da inatividade física, o sexo feminino é aquele que se encontra mais em risco, no que diz respeito aos restantes comportamentos avaliados? H3: Será que a idade da adolescência é marcada por um cluster comportamental de risco? H4:Será que existe uma relação de dependência entre alguns comportamentos modificáveis e alguns determinantes de doença (IMC, composição corporal, perímetro da cintura, pressão arterial)?
- Relação de dependência entre o IMC e pressão arterial em idades precoces, numa amostra representativa do Instituto Politécnico de BragançaPublication . Camões, Miguel; Sadio, Alexandre; Urze, Pedro; Lopes, Vitor P.Apesar de a prevalência e incidência de obesidade e hipertensão arterial se encontrar bem documentada na população adulta Portuguesa, são escassos os estudos feitos entre populações mais jovens, com avaliações objectivas e que permitam estabelecer uma relação de dependência entre estes factores de risco major para mortalidade cardiovascular. Este estudo tem o objectivo de avaliar a relação de dependência entre o IMC e a pressão arterial (PA) em adolescentes.
