Percorrer por autor "Silva, G."
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- Ecología de los “Lameiros” en una aldea del planalto de Miranda, Trás-os-Montes, PortugalPublication . Silva, G.; Aguiar, CarlosLos pastizales semi-naturales se encuentran en franca regresión en todo el territorio de la UE, tanto por su abandono, como por las alteraciones en el uso del suelo. La desaparición de este tipo de hábitats implica el declive de la flora y fauna asociadas, dependientes del mantenimiento de las labores de manejo tradicionales de carácter extensivo. En el presente trabajo se estudió el efecto del cese de algunas de estas prácticas sobre la estructura florística de estos pastizales semi-naturales. En una serie de estos pastizales semi-naturales del altiplano mirandés, en el nordeste de Portugal, se observó que la eliminación de las labores de siega a finales de primavera modifica la estructura florística de las parcelas, acompañada de una disminución de la diversidad vegetal. Palabras clave: diversidad florística, siega, pastoreo, pastos abandonados.
- Smart cooperation forest: o uso dos meios tecnológicos na manutenção de parcelas florestais de pequenos proprietários do norte de PortugalPublication . Nascimento, E.; Legrenzi, Elisa; Silva, G.; Assis, J.; Nunes, J.; Silveira, R.; Pereira, Fernando A.; Rodrigues, Pedro M.; Geraldes, AltinoIncêndios florestais são comuns em Portugal, atualmente o país apresenta maior área incendiada da Europa [1]. Apesar da diminuição das áreas incendiadas no ano de 2019 os incêndios florestais ainda são preocupantes para as autoridades portuguesas e estas reconhecem que as estratégias avançadas de supressão do fogo são importantes, mas a prevenção é o fator mais importante e economicamente mais viável dentre as estratégias existentes de combate aos incêndios florestais [2]. A cooperação e a pró-atividade dos donos das áreas florestais é um fator chave de entre as estratégias de prevenção de incêndios florestais, tendo em vista que em Portugal mais de 70% dos proprietários de terra são pequenos proprietários, possuindo até cinco hectares de área, o que gera dificuldade na implantação de uma gestão integrada. Desta forma participação ativa dessa vasta gama de proprietários rurais se faz necessária na formulação e implantação das políticas públicas para o setor [3]. A relação entre o estado e os pequenos proprietários durante a formulação de políticas públicas é um fator chave na implementação destas, de modo que existe uma necessidade da criação de mecanismos de permitam a participação dos proprietários de áreas florestais nas formulações da base legal que estão relacionadas com a gestão dos recursos florestais [4]. Fatores como a depopulação das áreas rurais e a idade avançada dos proprietários florestais são razões apontadas para o declínio contínuo e a degradação das áreas florestais em Portugal [5, 6]. Este trabalho de cocriação buscou alternativas metodológicas para incentivo da participação dos proprietários florestais na gestão de suas áreas por meio do uso da tecnologia. Foi desenvolvido um aplicativo que permite com que os proprietários possam se comunicar com uma empresa prestadora de serviços de manutenção florestal, solicitando serviços em suas parcelas florestais (figuras 1 a 5). Adicionalmente criou-se uma ferramenta que permite aos usuários da plataforma o compartilhamento de equipamentos agrícolas, a próxima fase do trabalho é executar trabalho de campo junto aos proprietários florestais, coletando feedbacks de modo a aprimorar o aplicativo, bem como desenvolver metodologia que, por meio do aplicativo, permita uma maior integração entre os usuários de forma a empoderem-se no seu papel como gestores florestais, de modo a causar impacto positivo da gestão dos recursos florestais portuguesas.
