Percorrer por autor "Sequeira, Ana"
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- A amilóide A no leite é útil no diagnóstico de mastites subclínicas em caprinos?Publication . Quintas, Helder; Sequeira, Ana; Coelho, Ana Cláudia; Abreu, Rui M.V.; Alegria, Nuno; Mendonça, ÁlvaroAs mastites são responsáveis por perdas económicas extremamente elevadas nos ruminantes leiteiros e, deste ponto de vista, a forma subclínica é a mais preocupante. Assim, o diagnóstico realizado de forma precoce e eficaz torna-se numa das medidas mais importantes no controlo desta doença. A mensuração das proteínas da fase aguda da inflamação (PFA), para deteção de mastites, tem sido alvo de várias pesquisas em bovinos e diversos estudos comprovam um incremento na produção de haptoglobina e Amilóide A (AA) séricas em vacas com mastites clínicas e subclínicas. Apesar da reduzida literatura disponível em pequenos ruminantes, a Amilóide A sérica está indicada como a PFA mais sensível em ovinos. Recentemente foi descoberta uma isoforma específica de AA no leite de bovinos e ovinos, denominada por Amilóide A do leite. Esta é produzida pelas células epiteliais e aumenta precocemente em situações de mastite. No presente estudo foi avaliada a utilidade do doseamento de Amilóide A do leite, através de um ensaio imunoenzimático, no diagnóstico de mastites em caprinos. Semanalmente, durante seis semanas consecutivas, foram recolhidas amostras de leite de 12 cabras de raça Serrana, de manhã, antes de se proceder à ordenha. No total foram recolhidas 144 amostras de metades mamárias. Com base nos resultados microbiológicos e da contagem de células somáticas, as metades mamárias foram divididas em 4 grupos: saudáveis, com mastites subclínicas e com mastites subclínicas duvidosas – latentes e inespecíficas. Os resultados das concentrações de Amilóide A do leite mostraram diferenças significativas (P<0,05) entre as metades mamárias saudáveis e as com mastites subclínicas e entre o grupo com mastites subclínicas inespecíficas e os restantes grupos. O doseamento da Amilóide A do leite revelou-se uma técnica útil na diferenciação das metades mamárias saudáveis das com mastites subclínicas. Porém, esta distinção foi condicionada pelas mastites subclínicas inespecíficas.
- A amilóide A no leite é útil no diagnóstico de mastites subclínicas em caprinos?Publication . Quintas, Helder; Sequeira, Ana; Coelho, Ana Cláudia; Abreu, Rui M.V.; Alegria, Nuno; Mendonça, ÁlvaroA mensuração das proteínas da fase aguda da inflamação (PFA), para deteção de mastites, tem sido alvo de vários estudos em bovinos e diversos estudos comprovam um incremento na produção de haptoglobina e Amilóide A (AA) séricas em vacas com mastites clínicas e subclínicas. Apesar da reduzida literatura disponível em pequenos ruminantes, a Amilóide A sérica está indicada como a PFA mais sensível em ovinos. Recentemente foi descoberta uma isoforma específica de AA no leite de bovinos e ovinos, denominada por Amilóide A do leite. Esta é produzida pelas células epiteliais e aumenta de forma precoce em situações de mastite. Com este estudo pretendeu-se avaliar a utilidade do doseamento de Amilóide A do leite no diagnóstico de mastites em caprinos.
- Comparação da técnica de contagem bacteriana por cultura, teste californiano de mastites e contagem de células somáticas pelo método fluoro-opto-eletrónico em mastites subclínicas em cabrasPublication . Sequeira, Ana; Coelho, Ana Cláudia; Valentim, Ramiro; Alegria, Nuno; Mendonça, Álvaro; Quintas, HelderAs particularidades fisiológicas dos caprinos: tipo de secreção apócrina do leite e importância de factores não infecciosos nas contagens de células somáticas, impedem a extrapolação direta dos resultados obtidos em ovinos e bovinos para o controlo de mastites subclínicas nesta espécie. Com este estudo pretendeu-se avaliar, comparativamente, a utilidade da contagem bacteriana por cultura (PCA-Plate Count Agar), do Teste Californiano de Mastites (TCM) e da contagem de células somáticas pelo método fluoro-opto-eletrónico (Fossomatic®) no diagnóstico de mastites em caprinos. Adicionalmente, estimou-se a ocorrência de mastites subclínicas segundo o número de lactações dos animais e a influência do número de partos na contagem de células somáticas. Avaliou-se, ainda, a variação das contagens destas células durante o período em que decorreu o estudo. Foram recolhidas semanalmente amostras de cada metade mamária em 12 cabras de raça Serrana, durante 6 semanas consecutivas, no período da manhã e previamente à ordenha (n=144). O número de metades mamárias infetadas obtido foi de 37 (25,7%). Verificou-se uma associação entre os resultados da cultura e do TCM. Segundo os valores obtidos, as metades mamárias com resultado igual ou superior a 2 são diagnosticadas como infetadas, com uma sensibilidade de 43,2% e especificidade de 77,6%. A média aritmética da contagem de células somáticas das metades mamárias sem infeção foi superior às infetadas, 3472.000 e 1999.000 células/mL, respetivamente. Já o valor da média geométrica foi superior nas glândulas mamárias com resultado positivo na cultura bacteriana (1261.000 células/mL vs 920.000 células/mL) porém as diferenças encontradas não foram estatisticamente significativas. As fêmeas multíparas apresentaram uma ocorrência de infeção intramamária (32%) superior às primíparas (13%). Animais com maior número de lactações revelaram contagens de células somáticas significativamente mais elevadas do que os mais jovens. Todavia, durante o período em decorreu o estudo, não possível verificar uma variação marcada nas contagens de células somáticas.
- Comparação da técnica de contagem bacteriana, Teste Californiano de Mastites e contagem de células somáticas pelo método fluoro-opto-eletrónico em mastites subclínicas em cabrasPublication . Sequeira, Ana; Coelho, Ana Cláudia; Valentim, Ramiro; Alegria, Nuno; Mendonça, Álvaro; Quintas, HelderAs particularidades fisiológicas dos caprinos: tipo de secreção apócrina do leite e importância de factores não infecciosos nas contagens de células somáticas, impedem a extrapolação direta dos resultados obtidos em ovinos e bovinos para o controlo de mastites subclínicas nesta espécie. Com este estudo pretendeu-se avaliar, comparativamente, a utilidade da contagem bacteriana por cultura (PCA-Plate Count Agar), do Teste Californiano de Mastites (TCM) e da contagem de células somáticas pelo método fluoro-opto-eletrónico (Fossomatic®) no diagnóstico de mastites em caprinos. Adicionalmente, estimou-se a ocorrência de mastites subclínicas segundo o número de lactações dos animais e a influência do número de partos na contagem de células somáticas. Avaliou-se, ainda, a variação das contagens destas células durante o período em que decorreu o estudo. Foram recolhidas semanalmente amostras de cada metade mamária em 12 cabras de raça Serrana, durante 6 semanas consecutivas, no período da manhã e previamente à ordenha (n=144). O número de metades mamárias infetadas obtido foi de 37 (25,7%). Verificou-se uma associação entre os resultados da cultura e do TCM. Segundo os valores obtidos, as metades mamárias com resultado igual ou superior a 2 são diagnosticadas como infetadas, com uma sensibilidade de 43,2% e especificidade de 77,6%. A média aritmética da contagem de células somáticas das metades mamárias sem infeção foi superior às infetadas, 3472.000 e 1999.000 células/mL, respetivamente. Já o valor da média geométrica foi superior nas glândulas mamárias com resultado positivo na cultura bacteriana (1261.000 células/mL vs 920.000 células/mL) porém as diferenças encontradas não foram estatisticamente significativas. As fêmeas multíparas apresentaram uma ocorrência de infeção intramamária (32%) superior às primíparas (13%). Animais com maior número de lactações revelaram contagens de células somáticas significativamente mais elevadas do que os mais jovens. Todavia, durante o período em decorreu o estudo, não possível verificar uma variação marcada nas contagens de células somáticas.
- Diagnóstico de mastite subclínica caprina pelo método do doseamento de Amilóide A no leitePublication . Sequeira, Ana; Coelho, Ana Cláudia; Abreu, Rui M.V.; Alegria, Nuno; Mendonça, Álvaro; Quintas, HelderAs mastites são responsáveis por perdas económicas extremamente elevadas nos ruminantes leiteiros e, deste ponto de vista, a forma subclínica é a mais preocupante. Assim, o diagnóstico realizado de forma precoce e eficaz torna-se numa das medidas mais importantes no controlo desta doença. A mensuração das proteínas da fase aguda da inflamação (PFA), para deteção de mastites, tem sido alvo de várias pesquisas em bovinos e diversos estudos comprovam um incremento na produção de haptoglobina e Amilóide A (AA) séricas em vacas com mastites clínicas e subclínicas. Apesar da reduzida literatura disponível em pequenos ruminantes, a Amilóide A sérica está indicada como a PFA mais sensível em ovinos. Recentemente foi descoberta uma isoforma específica de AA no leite de bovinos e ovinos, denominada por Amilóide A do leite. Esta é produzida pelas células epiteliais e aumenta de forma precoce em situações de mastite. Com este estudo pretendeu-se avaliar a utilidade do doseamento de Amilóide A do leite, através de um ensaio imunoenzimático, no diagnóstico de mastites em caprinos. Na realização deste trabalho foram utilizadas 144 amostras de metades mamárias. Foram recolhidas semanalmente amostras em 12 cabras de raça Serrana, durante 6 semanas consecutivas, no período da manhã e previamente à ordenha. Com base nos resultados microbiológicos e da contagem de células somáticas as metades mamárias foram divididas em 4 grupos: metades mamárias saudáveis, glândulas mamárias com mastites subclínicas e mastites subclínicas duvidosas (latentes e inespecíficas). Os resultados das concentrações de Amilóide A do leite mostraram diferenças significativas (p<0,05) entre as glândulas mamárias saudáveis e as que apresentavam mastites subclínicas e entre o grupo com mastites subclínicas inespecíficas e os restantes grupos. Os resultados deste estudo apontam o doseamento da Amilóide A do leite como uma técnica útil para distinguir as metades mamárias saudáveis das que apresentam mastites subclínicas. Porém, esta distinção encontra-se condicionada pelas mastites subclínicas inespecíficas.
- Diagnóstico de mastites subclínicas caprinas pelo método do doseamento de Amilóide A do leitePublication . Sequeira, Ana; Coelho, Ana Cláudia; Abreu, Rui M.V.; Alegria, Nuno; Mendonça, Álvaro; Quintas, HelderAs mastites são responsáveis por perdas económicas extremamente elevadas nos ruminantes leiteiros e, deste ponto de vista, a forma subclínica é a mais preocupante. Assim, o diagnóstico realizado de forma precoce e eficaz torna-se numa das medidas mais importantes no controlo desta doença. A mensuração das proteínas da fase aguda da inflamação (PFA), para deteção de mastites, tem sido alvo de várias pesquisas em bovinos e diversos estudos comprovam um incremento na produção de haptoglobina e Amilóide A (AA) séricas em vacas com mastites clínicas e subclínicas. Apesar da reduzida literatura disponível em pequenos ruminantes, a Amilóide A sérica está indicada como a PFA mais sensível em ovinos. Recentemente foi descoberta uma isoforma específica de AA no leite de bovinos e ovinos, denominada por Amilóide A do leite. Esta é produzida pelas células epiteliais e aumenta de forma precoce em situações de mastite. Com este estudo pretendeu-se avaliar a utilidade do doseamento de Amilóide A do leite, através de um ensaio imunoenzimático, no diagnóstico de mastites em caprinos. Na realização deste trabalho foram utilizadas 144 amostras de metades mamárias. Foram recolhidas semanalmente amostras em 12 cabras de raça Serrana, durante 6 semanas consecutivas, no período da manhã e previamente à ordenha. Com base nos resultados microbiológicos e da contagem de células somáticas as metades mamárias foram divididas em 4 grupos: metades mamárias saudáveis, glândulas mamárias com mastites subclínicas e mastites subclínicas duvidosas (latentes e inespecíficas). Os resultados das concentrações de Amilóide A do leite mostraram diferenças significativas (p<0,05) entre as glândulas mamárias saudáveis e as que apresentavam mastites subclínicas e entre o grupo com mastites subclínicas inespecíficas e os restantes grupos. Os resultados deste estudo apontam o doseamento da Amilóide A do leite como uma técnica útil para distinguir as metades mamárias saudáveis das que apresentam mastites subclínicas. Porém, esta distinção encontra-se condicionada pelas mastites subclínicas inespecíficas.
- O teste californiano de mastites e a contagem de células somáticas como indicadores de mastites subclínicas em caprinos de raça SerranaPublication . Quintas, Helder; Sequeira, Ana; Maurício, Raimundo; Valentim, Ramiro; Alegria, Nuno; Mendonça, ÁlvaroAs particularidades fisiológicas dos caprinos: secreção essencialmente apócrina e a importância de factores não infecciosos nas contagens de células somáticas (CCS), impedem a extrapolação direta dos resultados obtidos em ovinos e bovinos para o controlo de mastites subclínicas nesta espécie. Com este estudo pretendeu-se avaliar, comparativamente, a utilidade da contagem bacteriana por cultura (PCA), do Teste Californiano de Mastites (TCM) e da contagem de células somáticas (CCS) no diagnóstico de mastites em caprinos. Adicionalmente, estimou-se a influência do número de partos na ocorrência de mastites subclínicas e na CCS. Avaliou-se, também, a variação da contagem destas células durante o período em que decorreu o estudo.
