Percorrer por autor "Sanches, Helena"
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- Condicionantes da qualidade do sono em alunos do ensino superiorPublication . Sanches, Helena; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Fernandes, AntónioO sono é um processo natural que influencia o estado de saúde do ser humano. Estudos epidemiológicos relatam uma tendência mundial de duração do sono abaixo da ideal e uma má qualidade do sono em paralelo com diversas patologias, nomeadamente a obesidade, Diabetes Mellitus, doenças cardiovasculares, dislipidemias e depressão. Uma má qualidade do sono além de comprometer o rendimento académico, provoca diminuição do funcionamento cognitivo, psicomotor e emocional (Mendes et al., 2019). O stress académico e algumas características sociodemográficas são alguns dos fatores relevantes na redução da qualidade do sono de estudantes no ensino superior (Benavente et al., 2014). Objetivos: Analisar a qualidade do sono em estudantes do ensino superior. Averiguar a existência de correlação entre o Índice de Massa Corporal (IMC) e a qualidade do sono e identificar fatores sociodemográficos diferenciadores da qualidade do sono em alunos do ensino superior. Metodologia: Estudo de caráter transversal, analítico, observacional e quantitativo, baseado numa amostra não probabilística com efeito bola de neve (snowball sampling), tendo participado 115 indivíduos com idades compreendidas entre os 18 e 42 anos. Aplicou-se a versão portuguesa do Índice da qualidade do sono de Pittsburgh (João et al., 2017) a 115 alunos do ensino superior e recolhidos dados sociodemográficos. Resultados: Cerca de 89,6% participantes apresentavam uma má qualidade do sono e 58,3% uma má qualidade do sono subjetiva, apesar de no PSQIPT, 76,5% dos inquiridos apresentarem uma eficiência de sono superior a 85%. Não houve relação entre o IMC, a qualidade do sono e as suas componentes, o mesmo se verificou entre o IMC e os fatores sociodemográficos. Foram observadas correlações entre os fatores sociodemográficos (idade, nacionalidade, distrito, ano no ensino superior) e as componentes do sono (latência). Conclusões: Verificou-se que a maioria dos alunos apresentava uma má qualidade do sono, sendo pertinente implementar programas de atuação de forma a melhorar os hábitos de sono e suas condicionantes, minimizando as consequências inerente à má qualidade do sono.
- Fatores sociodemográficos vs estado nutricional das crianças: revisão sistemática da literaturaPublication . Sanches, Helena; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Fernandes, AntónioIntrodução: Nas crianças, o estado nutricional é influenciado por fatores sociodemográficos, económicos e ambientais (Guedes et al., 2011), e estes desempenham um papel fundamental na determinação da saúde. (Miglioli et al., 2015). Quando menos favoráveis, promovem o desenvolvimento de doenças crónicas não transmissíveis (Filho et al. , 2016). Objetivos: Avaliar a relação entre os fatores sociodemográficos e o estado nutricional das crianças em idade escolar. Métodos: Revisão sistemática da literatura, de acordo com as orientações PRISMA e recomendações Cochrane. Os artigos foram selecionados nas bases de dados Pubmed, Web of Science e Scopus no horizonte temporal de 2015 a 2020, utilizando os termos chave: child, nutritional status e socioeconomic factors, e as diferentes combinações entre eles. Na pesquisa inicial foram identificados 2242 artigos, tendo sido selecionados 27 de acordo com os critérios de inclusão. A avaliação da qualidade dos artigos foi realizada de acordo com o instrumento de avaliação crítica adaptado por Crombie. Resultados: 40% dos artigos (n=11) mencionam que um menor rendimento familiar está associado a um maior índice de massa corporal (IMC) nas crianças, 26% (n=7) revelam que quanto menor for o grau de escolaridade dos pais, maior é o IMC, 15% (n=4) relatam que quanto menos favoráveis são os fatores socioeconómicos da comunidade maior é o IMC. Verificou-se ainda que 15% dos artigos (n=4) alegam a relação do desemprego da mãe e um IMC inferior, 11% (n=3) mencionam que pais estrangeiros ou etnia diferente da comunidade têm filhos com sobrepeso. Conclusões: Quando não existe facilidade de acesso a bens sociais ou económicos, maior é a probabilidade de as crianças terem menos qualidade de vida e, por consequência, menos saúde. Neste sentido, é necessário haver um acompanhamento por parte dos profissionais de saúde para a promoção do estado de saúde das crianças.
- Fatores sociodemográficos vs estado nutricional das crianças: revisão sistemática da literaturaPublication . Sanches, Helena; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Fernandes, AntónioNas crianças, o estado nutricional é influenciado por fatores sociodemográficos, económicos e ambientais (Guedes et al., 2011), e estes desempenham um papel fundamental na determinação da saúde. (Miglioli et al., 2015). Quando menos favoráveis, promovem o desenvolvimento de doenças crónicas não transmissíveis (Filho et al. , 2016). Objetivos: Avaliar a relação entre os fatores sociodemográficos e o estado nutricional das crianças em idade escolar. Métodos: Revisão sistemática da literatura, de acordo com as orientações PRISMA e recomendações Cochrane. Os artigos foram selecionados nas bases de dados Pubmed, Web of Science e Scopus no horizonte temporal de 2015 a 2020, utilizando os termos chave: child, nutritional status e socioeconomic factors, e as diferentes combinações entre eles. Na pesquisa inicial foram identificados 2242 artigos, tendo sido selecionados 27 de acordo com os critérios de inclusão. A avaliação da qualidade dos artigos foi realizada de acordo com o instrumento de avaliação crítica adaptado por Crombie. Resultados: 40% dos artigos (n=11) mencionam que um menor rendimento familiar está associado a um maior índice de massa corporal (IMC) nas crianças, 26% (n=7) revelam que quanto menor for o grau de escolaridade dos pais, maior é o IMC, 15% (n=4) relatam que quanto menos favoráveis são os fatores socioeconómicos da comunidade maior é o IMC. Verificou-se ainda que 15% dos artigos (n=4) alegam a relação do desemprego da mãe e um IMC inferior, 11% (n=3) mencionam que pais estrangeiros ou etnia diferente da comunidade têm filhos com sobrepeso. Conclusões: Quando não existe facilidade de acesso a bens sociais ou económicos, maior é a probabilidade de as crianças terem menos qualidade de vida e, por consequência, menos saúde. Neste sentido, é necessário haver um acompanhamento por parte dos profissionais de saúde para a promoção do estado de saúde das crianças.
- Qualidade do sono em alunos do ensino superior e suas condicionantesPublication . Sanches, Helena; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Fernandes, AntónioO sono é um processo natural que influencia o estado de saúde do ser humano. Estudos epidemiológicos relatam uma tendência mundial de duração do sono abaixo da ideal e uma má qualidade do sono em paralelo diversas patologias, nomeadamente a obesidade, Diabetes Mellitus, doenças cardiovasculares, dislipidemias e depressão. Uma má qualidade do sono além de comprometer o rendimento académico, provoca diminuição do funcionamento cognitivo, psicomotor e emocional (Mendes et al., 2019). O stress académico e algumas características sociodemográficas são alguns dos fatores relevantes na redução da qualidade do sono de estudantes no ensino superior (Benavente et al., 2014). Objetivos: Analisar a qualidade do sono em estudantes do ensino superior. Averiguar a existência de correlação entre o Índice de Massa Corporal (IMC) e a qualidade do sono e identificar fatores sociodemográficos diferenciadores da qualidade do sono em alunos do ensino superior. Metodologia: Estudo de caráter transversal, analítico, observacional e quantitativo, baseado numa amostra não probabilística com efeito bola de neve (snowball sampling), tendo participado 115 indivíduos com idades compreendidas entre os 18 e 42 anos. Aplicou-se a versão portuguesa do Índice da qualidade do sono de Pittsburgh (João et al., 2017) a 115 alunos do ensino superior e recolhidos dados sociodemográficos. Resultados: Cerca de 89,6% participantes apresentavam uma má qualidade do sono e 58,3% uma má qualidade do sono subjetiva, apesar de, no PSQIPT, 76,5% dos inquiridos apresentarem uma eficiência de sono superior a 85%. Não houve relação entre o IMC, a qualidade do sono e as suas componentes, o mesmo se verificou entre o IMC e os fatores sociodemográficos. Foram observadas correlações entre os fatores sociodemográficos (idade, nacionalidade, distrito, ano no ensino superior) e as componentes do sono (latência). Conclusões: Verificou-se que a maioria dos alunos apresentava uma má qualidade do sono, sendo pertinente implementar programas de atuação de forma a melhorar os hábitos de sono e suas condicionantes, minimizando as consequências inerente à má qualidade do sono.
