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- Caracterização físico-química de diferentes cultivares de romã colhidas em EspanhaPublication . Fernandes, Luana; Pereira, J.A.; Lopéz-Cortés, Isabel; Salazar, Domingo M.; Ramalhosa, ElsaO presente estudo teve como objetívo caracterizar em termos físico-químicos romãs de nove cultivares colhidas em Espanha no estado de maturação adequado à colheita. Os resultados mostraram que as cultivares estudadas apresentam diferenças entre si, designadamente ao nível dos pesos dos frutos e dos seus componentes (casca, película, arilos e sementes), tendo-se destacado a Mollar de Elche pelo maior peso médio dos frutos (478,64 g), ao contrário da White, que apresentou os menores frutos (175,95 g). Esta última cultivar foi aquela que apresentou os menores valores de massa para os quatro componentes da roma. A Mollar de Elche foi a cultivar que forneceu o maior rendimento de sumo, o que está relacionado com a massa elevada dos arilos e baixa percentagem de sementes, mostrando ser a mais apropriada para o consumo em fresco e para a indústria dos sumos. Além disso, os sumos das diferentes cultivares apresentaram diferenças significativas entre si, variando o pH entre 2,56 e 4,31, e o teor de sólidos solúveis totais (TSS) entre 14,87 e 18,04 °Brix. Em relação ao índice TSS/Acidez Titulável Total, verificou-se que as nove cultivares apresentaram índices diferentes, o que se reflete na doçura e acidez dos sumos. As diferenças observadas indicam utilizações diferentes de acordo com a cultivar. Verificou-se também que a cultivar Katirbasi se distinguiu das demais, uma vez que apresentou um teor superior de flavonóides, antocianinas monoméricas, taninos e vitamina C, o que sugere uma boa composição em compostos bioativos que estão associados a efeitos benéficos para a saúde dos consumidores. Em suma, o presente trabalho permitiu fornecer informação útil aos produtores deste fruto de modo a poderem escolher as variedades consoante o seu fim.
- Caracterização físico-química e atividade antioxidante da casca de diferentes cultivares de romã produzidas em EspanhaPublication . Fernandes, Luana; Pereira, J.A.; Lopéz-Cortés, Isabel; Salazar, Domingo M.; Ramalhosa, ElsaA casca de romã é um subproduto importante da indústria de bebidas elaboradas à base deste fruto. Até ao momento, geralmente a casca não é utilizada para outros fins, sendo desperdiçada. Nesse sentido, de forma a valorizar este subproduto, o presente estudo teve como objetivo proceder à determinação da presença de taninos hidrolisáveis, flavonóides e atividade antioxidante da casca de nove cultivares produzidas em Espanha. Os resultados demonstraram que as cultivares estudadas apresentaram diferenças nas percentagens de casca (36,2 a 57,7% para a Parfianka e Cis 127, respetivamente), bem como na sua cor. A cultivar White foi aquela que apresentou os valores mais baixos de luminosidade (L*) e das coordenadas a* (-verde-vermelho+) e b* (-azul-amarelo+). Em relação à atividade antioxidante, a cultivar Valenciana destacou-se face às restantes, apresentando os valores mais elevados de flavonóides (546 mg QE g-1 extrato), taninos hidrolisáveis (2109 mg TAE g-1 extrato), Capacidade Redutora Total (1510 mg GAE g- 1extrato), Efeito Bloqueador dos Radicais Livres de DPPH (menor valor de EC50 e igual a 6,93 mg L-1) e Poder Redutor (menor valor de EC50 e igual a 41,8 mg L-1), sendo a casca com a maior quantidade em compostos bioativos. Além disso, outras cultivares, tais como a Cis 127, Mollar de Elche e Wonderful 1, apresentaram características importantes, como sejam, elevado teor em flavonóides, taninos e Capacidade Redutora Total. Pelo contrário, de um modo geral, a casca da cultivar Katirbasi foi a que apresentou os valores inferiores nessas propriedades. Em suma, o presente trabalho demonstrou que as cascas de cultivares de romã podem ser reutilizadas e os seus extratos incorporados em outros produtos alimentares, tendo em conta os compostos detetados que são referidos na literatura como tendo efeitos positivos na saúde humana.
- Caracterização físico-química e atividade antioxidante da casca de nove cultivares de romã cultivadas em EspanhaPublication . Fernandes, Luana; Pereira, J.A.; Lopéz-Cortés, Isabel; Salazar, Domingo M.; Ramalhosa, ElsaEspanha é o maior produtor europeu de romã, estando a sua produção localizada principalmente nas províncias da Comunidade Valenciana. A casca representa cerca de 50% do peso do fruto, sendo um significativo subproduto da indústria de bebidas elaboradas à base de romã. Até ao momento, geralmente a casca não é utilizada para outros fins, sendo desperdiçada. Nesse sentido, de forma a valorizar este subproduto, o presente estudo teve como objetivo determinar a presença de taninos hidrolisáveis e de flavonoides, bem como a atividade antioxidante (Capacidade Redutora Total, Efeito Bloqueador dos Radicais Livres DPPH e Poder Redutor) da casca de nove cultivares (Mollar de Elche, Valenciana, White, CG8, Cis 127, Parfianka, Katirbasi, Wonderful 1 e Wonderful 2) existentes em Espanha. Os resultados demonstraram que as nove cultivares estudadas apresentam diferenças nas percentagens de casca (36,2 a 57,7% para a Parfianaka e Cis 127, respetivamente), bem como na sua cor. A cultivar White foi aquela que apresentou os valores mais baixos de L*, a* e b*. Em relação à atividade antioxidante, a cultivar Valenciana destacou-se face às restantes, apresentando os valores mais elevados de flavonoides (546 mg QE/g extrato); taninos hidrolisáveis (2109 mg TAE/g extrato), Capacidade Redutora Total (1510 mg GAE/g extrato), efeito bloqueador dos radicais livres DPPH (com menor valor de EC50 e igual a 6.93 mg/l) e Poder Redutor (com menor valor de EC50 e igual a 41.8 mg/l). Logo, foi a casca com a maior quantidade em compostos bioativos. Além disso, outras cultivares, tais como a Cis 127, Mollar de Elche e Wonderful 1, apresentaram características importantes, tais como, alto teor em flavonoides, taninos e Capacidade Redutora Total. Pelo contrário, de um modo geral, a casca da cultivar Katirbasi foi a que apresentou os valores inferiores nessas propriedades. Em suma, o presente trabalho demonstrou que as cascas de cultivares de romã existentes em Espanha podem ser reutilizadas e os seus extratos incorporados em outros produtos alimentares, tendo em conta os compostos detetados que são referidos na literatura como tendo efeitos positivos na saúde humana.
- Caracterização físico-química e avaliação da atividade antioxidante de romãs da cultivar Mollar de Elche ao longo da maturaçãoPublication . Fernandes, Luana; Pereira, J.A.; Lopéz-Cortés, Isabel; Salazar, Domingo M.; Ramalhosa, ElsaO presente trabalho teve como objetivo proceder à caracterização físico-química e avaliar a atividade antioxidante da casca exterior, película, sementes e sumo de romãs da cultivar Mollar de Elche, de proveniência espanhola, em quatro estados de maturação (baixo, baixo-médio, médio e médio-alto). Os resultados mostraram que ao longo da maturação, o peso dos frutos aumentou e a cor da casca foi predominantemente vermelha (valores de a* aumentaram, h* diminuíram). O teor de sólidos solúveis totais no sumo aumentou ligeiramente nos estados de maturação mais avançados. A atividade antioxidante dos sumos aumentou do estado de maturação baixo para o médio-alto no que se refere aos flavonóides, Capacidade Redutora Total, Efeito Bloqueador dos Radicais Livres DPPH e Poder Redutor. Já pelo contrário, na casca exterior e película, os valores mais baixos de flavonóides e taninos hidrolisáveis foram obtidos no estado de maturação médio-alto. Contudo, de um modo geral, os extratos da casca exterior e da película das romãs apresentaram altos teores de flavonóides e de taninos, bem como uma elevada atividade antioxidante, quando comparados com os extratos das sementes. Em suma, o presente trabalho forneceu informações valiosas sobre a cultivar Mollar de Elche, a fim de conhecer as alterações observadas ao longo dos estados de maturação e mostrar o potencial de subprodutos (sementes, pele, películas) como fontes de compostos bioativos.
- Caracterização morfológica de diferentes variedades de amêndoa cultivadas na região de Valencia (Espanha)Publication . Rodrigues, Nuno; López, Isabel; Pinto, A.; Peres, António M.; Baptista, Paula; Salazar, Domingo M.; Pereira, J.A.Na atualidade existe uma grande diversidade de variedades de amendoeira no mercado, com comportamento e caraterísticas distintas. O presente trabalho teve por objetivo caracterizar morfologicamente frutos e sementes de 13 variedades de amendoeira, Prunus dulcis L, cultivadas em dois anos distintos (2015 e 2016) na região espanhola de Valência. Foram selecionadas as variedades: Antoneta, Atocha, Belona, Constantí, Desmayo, Francolí, Guará, Laurrane, Marcona, Marinada, MasBovera, Soleta e Vayro, nas quais, numa amostra de 40 frutos e respetivas sementes, se procedeu à determinação da massa, do comprimento, diâmetro máximo, diâmetro transversal, forma, ápice, simetria, superfície externa, presença e dimensão de poros e dureza da casca. Avaliou-se ainda a percentagem de frutos ocos, sementes geminadas e rendimento. A variedade Desmayo foi a que apresentou frutos com maior massa, 6, 2±l, 0g, enquanto na Laurrane (3, 5±0,5g) se registaram os menores. Por sua vez a variedade que apresentou frutos mais compridos foi a Soleta (39, 5±2,2mm) e mais curtos a Belona (26, 7±2, 2mm). Os frutos na sua maioria tinham casca dura e apresentavam-se pontiagudos com a exceção das variedades Belona, Desmayo e Marcona, que têm ápice arredondado. Na semente, as massas variaram entre os 0, 9±0, 2g (Vayro) e os 1,5±0,3 (Marinada), sendo a Soleta que apresentou sementes mais compridas (29, 4±l, 6mm) e a Constantí as mais curtas (20, 8±l, 2mm). De uma maneira geral os frutos e as sementes eram assimétricos. As variedades Marcona e Soleta apresentaram a maior quantidade de frutos ocos (3, 3%), a Guará (27/5%) e a Soleta (13, 3%) o maior número de sementes geminadas. O rendimento oscilou entre 23,0% (Desmayo) e 37,2% (Soleta).
- Caracterização morfológica de diferentes variedades de amêndoa cultivadas na região de Valencia (Espanha)Publication . Rodrigues, Nuno; López, Isabel; Pinto, Andreia Filipa Gonçalves; Peres, António M.; Baptista, Paula; Salazar, Domingo M.; Pereira, J.A.Na atualidade existe uma grande diversidade de variedades de amendoeira no mercado, com comportamento e caraterísticas distintas. O presente trabalho teve por objetivo caracterizar morfologicamente frutos e sementes de 13 variedades de amendoeira, Prunus dulcis L, cultivadas em dois anos distintos (2015 e 2016) na região espanhola de Valência. Foram selecionadas as variedades: Antoneta, Atocha, Belona, Constantí, Desmayo, Francolí, Guará, Laurrane, Marcona, Marinada, MasBovera, Soleta e Vayro, nas quais, numa amostra de 40 frutos e respetivas sementes, se procedeu à determinação da massa, do comprimento, diâmetro máximo, diâmetro transversal, forma, ápice, simetria, superfície externa, presença e dimensão de poros e dureza da casca. Avaliou-se ainda a percentagem de frutos ocos, sementes geminadas e rendimento. A variedade Desmayo foi a que apresentou frutos com maior massa, 6, 2±l, 0g, enquanto na Laurrane (3, 5±0,5g) se registaram os menores. Por sua vez a variedade que apresentou frutos mais compridos foi a Soleta (39, 5±2,2mm) e mais curtos a Belona (26, 7±2, 2mm). Os frutos na sua maioria tinham casca dura e apresentavam-se pontiagudos com a exceção das variedades Belona, Desmayo e Marcona, que têm ápice arredondado. Na semente, as massas variaram entre os 0, 9±0, 2g (Vayro) e os 1,5±0,3 (Marinada), sendo a Soleta que apresentou sementes mais compridas (29, 4±l, 6mm) e a Constantí as mais curtas (20, 8±l, 2mm). De uma maneira geral os frutos e as sementes eram assimétricos. As variedades Marcona e Soleta apresentaram a maior quantidade de frutos ocos (3, 3%), a Guará (27/5%) e a Soleta (13, 3%) o maior número de sementes geminadas. O rendimento oscilou entre 23,0% (Desmayo) e 37,2% (Soleta).
- Chemical Composition of Almond Varieties Collected in the Valencian Region (Spain)Publication . Lopéz‐Cortés, Isabel; Fernandes, Luana; Baviera‐Puig, Amparo; Salazar, Domingo M.; Rodrigues, Nuno; Pereira, José Alberto; Ramalhosa, ElsaAlmonds (Prunus amygdalus Batsch) are consumed worldwide, with great economic importance in Spain. In the present work, six varieties collected in Valencia (Spain) were characterised: 'Desmayo Rojo', 'Guara', 'Desmayo Largueta' and 'Marcona' (Spanish varieties), and 'Ferraduel' and 'Ferragn & egrave;s' (French varieties). The different varieties differed significantly in nutritional composition, fatty acid profile, and alpha-tocopherol content. 'Desmayo Rojo' (less known than 'Desmayo Largueta') presented the highest content of alpha-tocopherol and campesterol. beta-Sitosterol was the major sterol, followed by campesterol and stigmasterol. Concerning sugars, sucrose, stachyose, and raffinose were quantified. The highest concentration of sucrose was found in 'Ferragn & egrave;s', whereas stachyose was higher in 'Desmayo Largueta', 'Desmayo Rojo' and 'Guara'. 'Marcona' presented the highest value of raffinose. It was possible to separate the six varieties into five groups, keeping the French varieties in the same group. Thus, this work showed the importance of maintaining and guaranteeing this genetic variability, as each variety has unique characteristics.
- The development of the radicular and vegetative systems of almond trees with different rootstocks following the application of biostimulantsPublication . Mondragón-Valero, Alba; Malheiro, Ricardo; Salazar, Domingo M.; Martínez-Tomé, Juan; Pereira, J.A.; Lopéz-Cortés, IsabelAim of study: Recently, the development of almond crops on a global scale has increased their area under cultivation. The demand for both plants and products that stimulate the growth of almond trees has therefore become increasingly necessary. Accordingly, in this project we have studied the response in the vegetative and root systems of almond trees with different rootstocks to varying inputs of several root stimulants. Area of study: Valencia (Spain) Material and methods: Several different organic biostimulants were studied in isolation, i.e. not combined with synthetic chemical fer-tilizers, in order to ascertain if chemical fertilizers could be at least partially replaced. Main results: Good results were obtained by applying a biostimulant composed of organic matter rich in saccharides and carboxylates. Using an approach that enabled a distinguishing between them, plant radicular systems were shown to respond differently according to the biostimulant applied and the rootstock tested. The best results were obtained with a biostimulant composed of organic matter from corn hydrolysis and containing free amino acids and extracts from algae, as well as 0.07% zeaxanthins. Research highlights: Although biostimulants are promoters of young almond tree growth, they should be applied to only partially replace chemical fertilizers. The present paper shows the importance of using an organic-origin biostimulant, as a complement to chemical nutrition.
- Fatty acid, vitamin E and sterols composition of seed oils from nine different pomegranate (Punica granatum L.) cultivars grown in SpainPublication . Fernandes, Luana; Pereira, J.A.; Lopéz-Cortés, Isabel; Salazar, Domingo M.; Ramalhosa, Elsa; Casal, SusanaThe present study was conducted to determine the major bioactive lipid components of the seed oils of nine pomegranate (Punica granatum L.) cultivars grown in Spain, namely fatty acids, vitamin E and sterol compositions. The seeds yielded oil contents ranging from 4.44% to 13.70% of dry matter and showed high contents of polyunsaturated fatty acids (86.7–90.3%). The predominant fatty acid was 9,11,13-octadeca-trienoic acid (punicic acid), a conjugated linolenic acid characteristic from pomegranate seeds, with contents between 3523 and 10,586 mg/100 g of seeds. Total tocopherol contents ranged from 135 to 525 mg/100 g of oil, with g-tocopherol as the main component, and with diferente compositional ratios between varieties. Concerning sterols in the oil, total amounts ranged from 364 to 553 mg/100 g, with a predominance of b-sitosterol. After performing principal component analysis,intercultivar differences were found, a potential tool for cultivar authenticity purposes. Moreover, the ingestion of pomegranate arils, with their seeds, increases their beneficial health properties.
- Lipid composition of seed oils of different pomegranate (Punica granatum L.) cultivars from SpainPublication . Fernandes, Luana; Pereira, J.A.; Lopéz-Cortés, Isabel; Salazar, Domingo M.; Ramalhosa, Elsa; Casal, SusanaPomegranate (Punica granatum L.) is an ancient fruit tree traditionally cultivated in the Near and Middle East. Presently, its most important growing regions include Afghanistan, Iran, Israel, USA, Italy and Spain, the latter country the largest European exporter. The pomegranate fruit can be divided into several anatomical compartments: outside peel, inside peel, and arils (pulp and seeds), the last part being usually used for consumption as is or for juice, jams and jellies production. Even though pomegranate seeds are an industrial by-product, recent reports have highlighted their potential use as a source of oil with beneficial chemical attributes. Therefore, the main objective of the present work was to characterize the seed oil of nine European pomegranate varieties, collected in Spain, for their fatty acid and vitamin E compositions. All seed lipid fractions consisted mainly of punicic acid (c9,t11,c13 C-18:3), ranging between 77.3% and 83.6% of total fatty acids, followed by small amounts of linoleic acid (C18:2n6), oleic acid (C18:1n9) and palmitic acid (C16:0). Regarding vitamin E composition,a-, g-, d -tocopherols were found in all pomegranate seed oils, but mainly g-tocopherol, with total tocopherols ranging from 174.5 to 627.3 mg/100g oil. The richness of these pomegranate varieties seed oils in punicic acid, a conjugated linolenic acid with interesting anti-carcinogenic activity, and the elevated amount of tocopherols on the extracted lipids, of technological and nutritional relevance, make this by-product interesting for further exploitation.
