Percorrer por autor "Ribeiro, Rita"
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- Consumo alimentar e ingestão de bebidas durante a exposição televisiva, em criançasPublication . Ribeiro, Rita; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Fernandes, AntónioA omnipresença da televisão na vida das crianças representa um risco para a sua saúde, pois para além de induzir hábitos alimentares inadequados, tem sido frequentemente citada como uma atividade sedentária . Objetivo: Estudar a relação da exposição televisiva no consumo alimentar e ingestão de bebidas, em crianças. Material e Métodos: Trata-se de um estudo quantitativo, transversal e analítico baseado numa amostra de 208 crianças com idades compreendidas entre os 6 e 11 anos. O instrumento de colheita de dados foi um questionário adaptado do questionário ESPIGA e do questionário de Vicente-Rodriguez. Resultados: Constatou-se que 57,3% das crianças via televisão todos os dias despendendo cerca de 1 a 2 horas durante a semana (82,2%) e mais de 2 horas durante o fim-de-semana (61,0%). Cerca de 76,0% das crianças realizavam refeições principais durante a visualização televisiva, sendo mais evidente nas meninas (p-value = 0,002). Dos 67,8% que relataram comer e/ou beber durante a visualização televisiva, consumiam frutas (38,0%), produtos lácteos (30,8%), sanduíches (22,6%) e doces/chocolates (12,0%), bebiam água (59,1%), lacticínios (51,0%), bebidas com adição de açúcar (17,3%) e leite aromatizado (12,0%). Conclusões: Reconhecendo que a exposição televisiva influa hábitos de consumo alimentar nas crianças, torna-se imperativo reforçar a pesquisa nesta temática, implementando medidas de mitigação onde seja enfatizada a expressão corporal. Como a maioria das exibições ocorre em casa é fundamental que os familiares implementem regras face à retirada de televisões no quarto, quebrem o momento de comer e ver televisão, definam limites de tempo e tornem mais seletiva a visualização televisiva.
- The cyclooxigenase-2 inhibitor parecoxib prevents epidermal dysplasia in HPV16-transgenic mice: efficacy and safety observationsPublication . Ferreira, Tiago; Campos, Sandra; Silva, Mónica; Ribeiro, Rita; Santos, Susana; Almeida, José L.S.; Pires, Maria João; Costa, Rui Miguel Gil; Córdova, Cláudia; Nogueira, António José M.; Neuparth, Maria João; Medeiros, Rui; Bastos, Margarida M.S.M.; Gaivão, Isabel; Peixoto, Francisco P.; Oliveira, Maria Manuel; Oliveira, Paula A.Carcinogenesis induced by high-risk human papillomavirus (HPV) involves inflammatory phenomena, partially mediated by cyclooxigenase-2. In pre-clinical models of HPV-induced cancer, cyclooxygenase-2 inhibitors have shown significant e cacy, but also considerable toxicity. This study addresses the chemopreventive e ect and hepatic toxicity of a specific cyclooxigensase-2 inhibitor, parecoxib, in HPV16-transgenic mice. Forty-three 20 weeks-old female mice were divided into four groups: I (HPV16+/-, n = 10, parecoxib-treated); II (HPV16+/- n = 11, untreated); III (HPV16+/-, n = 11, parecoxib-treated) and IV (HPV16+/- n = 11, untreated). Parecoxib (5.0 mg/kg once daily) or vehicle was administered intraperitoneally for 22 consecutive days. Skin lesions were classified histologically. Toxicological endpoints included genotoxic parameters, hepatic oxidative stress, transaminases and histology. Parecoxib completely prevented the onset of epidermal dysplasia in HPV16+/- treated animals (0% versus 64% in HPV16+/- untreated, p = 0.027). Parecoxib decreases lipid peroxidation (LPO) and superoxide dismutase (SOD) activity and increases the GSH:GSSG ratio in HPV16+/- treated animals meaning that oxidative stress is lower. Parecoxib increased genotoxic stress parameters in wild-type and HPV16-transgenic mice, but didn’t modify histological or biochemical hepatic parameters. These results indicate that parecoxib has chemopreventive e ects against HPV16-induced lesions while maintaining an acceptable toxicological profile in this model.
- A influência da exposição televisiva no consumo alimentar das criançasPublication . Ribeiro, Rita; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Fernandes, AntónioAtualmente, a visualização televisiva durante as refeições e a presença de televisão no quarto, têm sido citados como possíveis mecanismos impulsionadores de comportamentos e hábitos alimentares não saudáveis. O objetivo deste estudo foi estudar a relação da exposição televisiva no consumo alimentar das crianças. Trata-se de um estudo quantitativo, transversal e analítico baseado numa amostra de 208 crianças com idades compreendidas entre os 6 e 11 anos. O instrumento de colheita de dados foi um questionário adaptado do questionário ESPIGA (NRAPCO, 2002) e do questionário de German Vicente-Rodriguez (Vicente-Rodriguez et al., 2011). A amostra revelou um consumo diário de fruta (50,0%), leite magro ou meio-gordo (48,6%), pão (47,6%), iogurtes (44,4%), carne (44,2%) e azeite (33,7%). Notou-se baixos valores de ingestão diária de bolos e biscoitos (16,3%), rebuçados, gomas ou chocolates (3,4%), fast-food (1,4%) e batatas fritas de pacote (1,0%). A maioria (92,3%) bebia água mais do que 1 vez por dia, e até pelo menos 3 vezes por semana, consumia refrigerantes com adição de açúcar (54,4%), sumos de fruta 100% (51,9%) e refrigerantes diet ou light (22,1%). Face à exposição televisiva, 57,3% via televisão todos os dias despendendo cerca de 1 a 2 horas na semana (82,2%) e mais de 2 horas no fim-de-semana (61,0%). Os dias e horas de visualização televisiva correlacionaram-se com o consumo de produtos ricos em gordura, sal e açúcar, como batatas fritas de pacote, fast-food e refrigerantes/chás com adição de açúcar (p-value ≤ 0,005). A presença de televisão no quarto das crianças correlacionou-se com o consumo de iogurtes (p-value ≤ 0,005). Constatando-se que a maioria das exibições ocorre em casa, torna-se imprescindível a implementação de regras, por parte dos familiares, com intuito de minorar a precoce exposição televisiva e consequentemente, prevenir o desenvolvimento e/ou surgimento de potenciais patologias nas crianças.
- A influência da exposição televisiva no consumo alimentar das criançasPublication . Ribeiro, Rita; Fernandes, António; Pereira, Ana Maria Geraldes RodriguesAtualmente, a visualização televisiva durante as refeições e a presença de televisão no quarto, têm sido citados como possíveis mecanismos impulsionadores de comportamentos e hábitos alimentares não saudáveis. O objetivo deste estudo foi estudar a relação da exposição televisiva no consumo alimentar das crianças. Trata-se de um estudo quantitativo, transversal e analítico baseado numa amostra de 208 crianças com idades compreendidas entre os 6 e 11 anos. O instrumento de colheita de dados foi um questionário adaptado do questionário ESPIGA (NRAPCO, 2002) e do questionário de German Vicente-Rodriguez (Vicente-Rodriguez et al., 2011). A amostra revelou um consumo diário de fruta (50,0%), leite magro ou meio-gordo (48,6%), pão (47,6%), iogurtes (44,4%), carne (44,2%) e azeite (33,7%). Notou-se baixos valores de ingestão diária de bolos e biscoitos (16,3%), rebuçados, gomas ou chocolates (3,4%), fast-food (1,4%) e batatas fritas de pacote (1,0%). A maioria (92,3%) bebia água mais do que 1 vez por dia, e até pelo menos 3 vezes por semana, consumia refrigerantes com adição de açúcar (54,4%), sumos de fruta 100% (51,9%) e refrigerantes diet ou light (22,1%). Face à exposição televisiva, 57,3% via televisão todos os dias despendendo cerca de 1 a 2 horas na semana (82,2%) e mais de 2 horas no fim-de-semana (61,0%). Os dias e horas de visualização televisiva correlacionaram-se com o consumo de produtos ricos em gordura, sal e açúcar, como batatas fritas de pacote, fast-food e refrigerantes/chás com adição de açúcar (p-value ≤ 0,005). A presença de televisão no quarto das crianças correlacionou-se com o consumo de iogurtes (p-value ≤ 0,005). Constatando-se que a maioria das exibições ocorre em casa, torna-se imprescindível a implementação de regras, por parte dos familiares, com intuito de minorar a precoce exposição televisiva e consequentemente, prevenir o desenvolvimento e/ou surgimento de potenciais patologias nas crianças.
- A influência da exposição televisiva no consumo alimentar das crianças – revisão sistemática de literaturaPublication . Ribeiro, Rita; Pereira, Ana Maria Geraldes Rodrigues; Fernandes, AntónioA omnipresença da televisão na vida das crianças representa um risco potencial para a sua saúde pois, para além de influir hábitos alimentares inadequados, tem sido frequentemente apresentada como uma atividade sedentária, acarretando uma série de problemas que comprometem o seu correto crescimento e desenvolvimento. O objetivo deste trabalho foi analisar a possível existência de uma associação entre a visualização televisiva e o consumo alimentar nas crianças. Foi realizada uma revisão sistemática da literatura recorrendo às bases de dados Pubmed e Web of Science, incluindo todas as publicações disponíveis entre janeiro de 2008 e dezembro de 2018, e que cumpriam com os critérios de inclusão: artigos que incluíssem crianças com idades entre os 6 e 11 anos; que avaliassem a influência da exposição televisiva no consumo alimentar das crianças; sobre programação televisiva e artigos disponíveis em texto integral publicados em inglês, espanhol e português. Após leitura de títulos, resumos e aplicação de critérios foram obtidos 12 artigos de um total de 2091. Verificou-se que a exposição televisiva induzia um baixo consumo de fruta e hortícolas (33,3% e 41,7% dos estudos, respetivamente) destacando como principais causas o tempo excessivo de visualização televisiva, a visualização televisiva durante as refeições e existência de televisão no quarto. O elevado consumo de produtos açucarados salientou-se em 50,0% dos estudos, seguindo-se de batatas fritas (41,7%), snacks salgados, produtos industrializados e fast-food, em 25,0%. Quanto à ingestão de bebidas, as mais consumidas foram as bebidas com adição de açúcar, cuja maioria (50,0% dos estudos) relacionou o elevado consumo com o tempo excessivo de visualização televisiva, a visualização televisiva durante as refeições e existência de televisão no quarto. Não obstante, o elevado consumo de açúcar e gordura foi relacionado com a exposição televisiva. Constatou-se que a exposição televisiva está negativamente associada ao consumo de hortofrutícolas e positivamente associada a produtos com elevado teor de açúcar, gordura e sal. Neste sentido, torna-se imperativo reforçar a investigação sobre a influência da exposição televisiva no consumo alimentar das crianças, com implementação de medidas de mitigação onde seja enfatizada a importância de uma alimentação saudável das crianças.
- Influência da exposição televisiva no consumo alimentar das crianças – uma abordagem emergente?Publication . Ribeiro, Rita; Fernandes, António; Pereira, Ana Maria Geraldes RodriguesA existência da televisão como um fenómeno social, causa alterações no modo de vida, nos hábitos, nomeadamente alimentares, na maneira de pensar e de compreender. A omnipresença da televisão na vida das crianças representa um risco potencial para a saúde. Influi hábitos alimentares inadequados, diretamente relacionados com comportamentos de passividade, compromete o correto crescimento e desenvolvimento psicossocial da criança. Objetivos: Realizar uma revisão sistemática da literatura sobre a influência da exposição televisiva no consumo alimentar das crianças. Metodologia: Revisão sistemática da literatura realizada nas bases de dados Pubmed e Web of Science, de acordo com as diretrizes PRISMA e colaboração Cochrane, para o espaço temporal de 2008 a 2018. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, foram selecionados 12 artigos de um total de 2091 artigos. Resultados: Verificou-se que a exposição televisiva induzia um baixo consumo de frutas e hortícolas em 33,33% dos estudos, os quais destacavam como principais causas o tempo excessivo de visualização televisiva, a visualização televisiva durante as refeições e a existência de televisão no quarto. O alto consumo de produtos açucarados salientou-se em 50% dos estudos, seguindo-se de batatas fritas (41,67%), snacks salgados, produtos industrializados e fast-food, em 25% dos estudos. Referente à ingestão de bebidas, as mais consumidas foram as bebidas com adição de açúcar cujos artigos (58,33%) relacionaram o alto consumo com o tempo excessivo de visualização televisiva, a visualização televisiva durante as refeições e existência de televisão no quarto. Conclusão: Constatou-se que a exposição televisiva está negativamente associada ao consumo de frutas e hortícolas e positivamente associada a produtos com elevado teor de açúcar, gordura e sal. Torna-se imperativo reforçar a pesquisa, com implementação de medidas didáticas onde seja enfatizada a expressão corporal.
- A influência dos fatores sociodemográficos no consumo alimentar das criançasPublication . Lopes, Micaela; Ribeiro, Rita; Fernandes, António; Pereira, Ana Maria Geraldes RodriguesA infância é um período chave para se estabelecerem os hábitos alimentares e estilo de vida saudáveis que são preditivos para uma vida adulta com saúde ( Baek & Chitekwe, 2019; Cora et al.2012). Objetivos: Estudar a relação entre os fatores sociodemográficos e o consumo alimentar das crianças. Métodos: Estudo observacional, quantitativo, transversal e analítico, numa amostra de 208 crianças, com idades compreendidas entre os 6 e 11 anos. Utilizou-se o questionário ESPIGA (NRACO, 2002), onde foram incluídas questões sobre os fatores sociodemográficos, para recolha de dados. Resultados: Verificou-se que a dimensão do agregado familiar das crianças estava associada ao consumo de sopa de legumes, refrigerantes diet ou light e água. O género das crianças estava associado ao consumo de gelados, azeite e sumo de fruta 100%. A idade das crianças encontrava-se associada ao consumo de queijo gordo e refrigerantes diet ou light. O nível de instrução dos encarregados de educação estava associado ao consumo de leite gordo, pão escuro e sopa de legumes. A situação laboral dos encarregados de educação estava associada ao consumo de leite magro ou meio gordo ou de aromas, queijo fresco e magro, requeijão, azeite, pão escuro e biscoitos/bolachas/doces. O estado civil dos encarregados de educação encontrava-se associado ao consumo de enchidos, sopa de legumes e água. O rendimento familiar das crianças foi associado ao consumo de queijo, requeijão, pão escuro, hortícolas e fruta fresca. Conclusões: Concluiu-se que fatores sociodemográficos influenciam o consumo alimentar, e devem ser considerados em futuras intervenções de saúde pública.
