Percorrer por autor "Pinto, Cristina"
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- Estabilidade dimensional da madeira na presença de águaPublication . Ferreira, Débora; Pinto, Cristina; Borges, Paula; Fonseca, E.M.M.A madeira é um material higroscópico, cujas propriedades físicas e mecânicas dependem do teor em água. Sendo um material natural exibe uma heterogeneidade significativa e por ter uma estrutura celular, apresenta uma anisotropia acentuada. Um dos principais problemas da madeira está relacionado com o fenómeno de inchamento e retração devido à presença de humidade relativa do ar. O controlo do teor de humidade da madeira, no momento em que se aplica, contribui para minimizar os problemas da sua variação dimensional. Um dos objetivos deste trabalho foi o de compreender a relação da água com duas espécies diferentes de madeira, o Pinho e o Freixo, através de uma metodologia experimental. Foram conduzidos diversos ensaios para o estudo da estabilidade dimensional, atendendo aos fenómenos de retração e inchamento da madeira. A determinação do teor em água e da massa volúmica foi efetuada em conformidade com as normas NP EN 614:1973 e NP 616:1973 do LNEC [1,2], respetivamente. Os provetes analisados foram obtidos a partir de madeira sã e isenta de nós, fendas ou outros defeitos, com forma cúbica e de dimensão igual a 40×40×10mm.
- Níveis de prioridade atribuídos pelo sistema de triagem de Manchester no acidente vascular cerebralPublication . Esteves, Isabel; Delgado, Sílvia; Preto, Leonel; Pinto, Cristina; Preto, PedroO método de triagem pelo protocolo de Manchester encontra-se cientificamente validado através de vários estudos direccionados à identificação de doentes em risco elevado (Zimmermann, 2001). O sistema de triagem de Manchester tem como objectivo facilitar a gestão clínica e reciprocamente a gestão de um serviço de urgência pela atribuição exacta de uma prioridade de atendimento. A prioridade não tem que estar relacionada obrigatoriamente com um diagnóstico, mas deve reflectir um conjunto de aspectos ou condições críticas apresentadas pelo paciente. É objectivo desta apresentação perceber os resultados do sistema de triagem nos pacientes com AVC, e analisar os tempos de espera à luz da urgência na realização de tratamento fibrinólitico, sempre que indicado, no utente com AVC isquémico. Estudo descritivo, transversal, com carácter retrospectivo. Analisámos as classificações das prioridades obtidas pelo sistema de triagem em todos os doentes com AVC que recorreram ao serviço de urgência da unidade hospitalar de Bragança do CHNE, durante o ano de 2010, com vista a perceber a sua fiabilidade no doente com AVC. O sistema classificou como “Pouco Urgentes/ Categoria 4/ Cor verde” apenas 14 dos 213 pacientes estudados, atribuindo-lhes um tempo máximo de espera para observação de 120 minutos. A classificação “Urgente/ Categoria 3/Cor amarela” foi a mais verificada em termos percentuais, tanto para o total da amostra em estudo (71,8%), como por tipo de AVC. Deste modo a cor amarela (a que correspondem a um tempo máximo de espera que pode chegar aos 60 minutos foi atribuída a 69% dos AVCs isquémicos e a 61% dos AVC hemorrágicos. Não encontrámos nenhum caso que tivesse sido classificado como muito urgente “Cor vermelha” durante o ano de 2011. A “Cor laranja/ Categoria 2/ Muito urgente”, cujos tempos de espera máximo vão até aos 10 minutos, foi dada a 23,3% dos doentes com AVC isquémico, a 36,1% dos hemorrágicos e a 7,4% dos AITs.
