Percorrer por autor "Pereira, Filipa"
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- Fatores de risco para a infeção associada a cateter venoso central – revisão sistemáticaPublication . Calado, Soraia; Veiga, Cristina; Pereira, Filipa; Raposo, Sílvia Cristina; Correia, Teresa I.G.; Martins, MatildeO uso de Cateter Venoso Central é apontado como um importante fator de risco para infeção, aumentando a mortalidade e morbilidade, bem como o período de internamento e os custos associados. Identificar os fatores de risco para a infeção associados à utilização de Cateter Venoso Central em doentes adultos hospitalizados. Foram selecionados 30 artigos através dos descritores, Cateteres Venosos Centrais, Infeções Relacionadas com Cateter e Fatores de Risco, através da consulta electrónica nas bases de dados PubMed, Lilacs e Scielo. Definimos como critérios de inclusão, estudos publicados entre 2007 e 2013, realizados em adultos hospitalizados com utilização de Cateter Venoso Central, estarem publicados em língua portuguesa e em revistas com indexação ISI. Obtivemos uma total de 8 publicações tendo rejeitado 22 por não cumprirem os critérios de inclusão. Do total dos 8 estudos analisados, 62,5% referem como fatores de risco para a infeção do Cateter Venoso Central, o local de inserção, sendo a veia femoral e a jugular referidas em 37% dos estudos como os locais mais prevalentes. O tempo de tempo de permanência do Cateter foi outro dos fatores de risco encontrado em 75% dos estudos, sendo que a grande maioria verificou correlação positiva do risco de infeção do Cateter com o número de dias de permanência. O maior número de lúmenes do Cateter foi referido também como fator de risco em 50% dos estudos e em igual proporção a falta de cuidados na manutenção do Cateter, devido a uma má manipulação do mesmo aumentando o risco de infeção. Igualmente a situação clínica do doente constituiu um fator de risco em 50% dos estudos, sendo que a gravidade da história clínica elevou o risco de infeção. O aumento do tempo de internamento foi outro fator de risco referido em 12,5% dos estudos. Discussão e Conclusão: Tendo em conta o elevado número de fatores de risco associados às infeções do Cateter Venoso Central, torna-se fundamental ter conhecimento dos mesmos com vista à sua redução, pois é necessária a implementação de medidas de controlo de infeção por parte dos profissionais de saúde, quer no momento da sua inserção quer no seu manuseamento de forma a prevenir esta infeção.
- Fatores de risco para infeção associada a cateter venoso central: revisão sistemáticaPublication . Raposo, Sílvia Cristina; Veiga, Ana Cristina; Calado, Ana; Pereira, Filipa; Correia, Teresa I.G.; Martins, MatildeO uso de Cateter Venoso Central é apontado como um importante fator de risco para infeção, aumentando a mortalidade e morbilidade, bem como o período de internamento e os custos associados. Objetivo: Identificar os fatores de risco para a infeção associados à utilização de Cateter Venoso Central em doentes adultos hospitalizados. Foram selecionados 30 artigos através dos descritores, Cateteres Venosos Centrais, Infeções Relacionadas com Cateter e Fatores de Risco por consulta eletrónica nas bases de dados PubMed, Lilacs e Scielo. Foram definidos como critérios de inclusão, estudos publicados entre 2007 e 2013, realizados em adultos hospitalizados com utilização de Cateter Venoso Central, estarem publicados em língua portuguesa e em revistas com indexação ISI. Obteve-se uma total de 8 publicações tendo rejeitado 22 por não cumprirem os critérios de inclusão. Do total dos 8 estudos analisados, 62,5% referiram como fatores de risco para a infecção do Cateter Venoso Central, o local de inserção, tendo sido a veia femoral e a jugular referidas em 37% dos estudos como os locais mais prevalentes. O tempo de permanência do Cateter foi outro dos factores de risco encontrado em 75% dos estudos, sendo que a grande maioria verificou correlação positiva do risco de infeção do Cateter com o número de dias de permanência. O maior número de lúmenes do Cateter foi referido também como fator de risco em 50% dos estudos e em igual proporção a falta de cuidados na manutenção do Cateter, devido a uma má manipulação do mesmo aumentando o risco de infeção. Igualmente a situação clínica do doente constituiu um fator de risco em 50% dos estudos, sendo que a gravidade da história clínica elevou o risco de infeção. O aumento do tempo de internamento foi outro fator de risco referido em 12,5% dos estudos. Tendo em conta o elevado número de fatores de risco associados às infecções do Cateter Venoso Central, torna-se fundamental ter conhecimento dos mesmos com vista à sua redução, pois é necessária a implementação de medidas de controlo de infeção por parte dos profissionais de saúde, quer no momento da sua inserção quer no seu manuseamento de forma a prevenir esta infeção.
- A Matemática que ajuda a "ser um cientista mais esperto do que o Einstein"Publication . Rodrigues, Alexandrina; Maio, Carla; Martins, Cristina; Mesquita, Elza; Pereira, FilipaO poster intitulado A Matemática que ajuda a “ser um cientista mais esperto do que o Einstein” é o resultado do desenvolvimento de um projecto de investigação-acção, implementado ao longo de um ano de estágio (2007/2008) e operacionalizado numa turma do 4.º ano do Curso de Licenciatura em Professores do Ensino Básico – 1.º Ciclo, tendo envolvido três formandas do 4.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico e duas professoras da Escola Superior de Educação de Bragança num constante trabalho de reflexão, cooperação e divulgação. Neste processo promoveram-se atitudes investigativas face às práticas, relativamente à literacia matemática, sobretudo, no que diz respeito ao desenvolvimento de pedagogias alternativas suportadas pelo jogo e pela ludicidade para que as práticas didáctico-pedagógicas facilitem à criança a construção de competências. O interesse pela temática emergiu no decorrer de uma sessão de observação quando uma criança, no decurso de uma actividade de Matemática, questionou se ainda faltava muito tempo para mudar de área disciplinar. Facto este que nos deixou expectantes e nos levou a questionar o motivo de tal solicitação. A surpresa aconteceu quando a aluna respondeu “Porque eu não gosto de Matemática”. Perante tal resposta sentimos necessidade de mudar a maneira de pensar desta e das demais crianças. Pesquisámos formas alternativas de abordar esta área curricular e reflectimos muito sobre as actividades a implementar, pois o objectivo era desenvolvê-las de forma progressiva. Com a realização deste projecto fomos percebendo o desenvolvimento colaborativo de um projecto de investigação-acção, assente nas necessidades, expectativas, pressupostos e princípios que, se não comuns, são pelo menos partilhados, explicitados, negociados e consensualmente ajustados, aproximando os participantes do mesmo ideal (auto-)formativo, estreitando o seu relacionamento pessoal e reforçando a vontade de dar continuidade à colaboração. O culminar deste projecto permitiu colmatar as dificuldades e desmotivações que estas crianças apresentavam na área disciplinar de Matemática.
- A Matemática que ajuda a “ser um cientista mais esperto do que o Einstein”Publication . Rodrigues, Alexandrina; Maio, Carla; Martins, Cristina; Mesquita, Elza; Pereira, FilipaO poster que se apresenta intitulado A Matemática que ajuda a “ser um cientista mais esperto do que o Einstein” é o resultado do desenvolvimento de um projecto de investigação-acção, implementado ao longo de um ano de estágio (2007/2008) e operacionalizado numa turma do 4.º ano do Curso de Licenciatura em Professores do Ensino Básico – 1.º Ciclo, tendo envolvido três formandas do 4.º ano do 1.º Ciclo do Ensino Básico e duas professoras da Escola Superior de Educação de Bragança num constante trabalho de reflexão, cooperação e divulgação. Neste processo promoveram-se atitudes investigativas face às práticas, relativamente à literacia matemática, sobretudo, no que diz respeito ao desenvolvimento de pedagogias alternativas suportadas pelo jogo e pela ludicidade para que as práticas didáctico-pedagógicas facilitem à criança a construção de competências. O interesse pela temática emergiu no decorrer de uma sessão de observação quando uma criança, no decurso de uma actividade de Matemática, questionou se ainda faltava muito tempo para mudar de área disciplinar. Facto este que nos deixou expectantes e nos levou a questionar o motivo de tal solicitação. A surpresa aconteceu quando a aluna respondeu “Porque eu não gosto de Matemática”. Perante tal resposta sentimos necessidade de mudar a maneira de pensar desta e das demais crianças. Pesquisámos formas alternativas de abordar esta área curricular e reflectimos muito sobre as actividades a implementar, pois o objectivo era desenvolvê-las de forma progressiva. Com a realização deste projecto fomos percebendo o desenvolvimento colaborativo de um projecto de investigação-acção, assente nas necessidades, expectativas, pressupostos e princípios que, se não comuns, são pelo menos partilhados, explicitados, negociados e consensualmente ajustados, aproximando os participantes do mesmo ideal (auto-)formativo, estreitando o seu relacionamento pessoal e reforçando a vontade de dar continuidade à colaboração. O culminar deste projecto permitiu colmatar as dificuldades e desmotivações que estas crianças apresentavam na área disciplinar de Matemática.
- Polimedicação em idosos institucionalizados em lares do norte de PortugalPublication . Pinto, Isabel C.; Nascimento, Luís; Pereira, Filipa; Azevedo, Joana; Pereira, SaraA polimedicação é uma problemática em crescimento, sobretudo na população idosa, fruto das doenças crónicas que obrigam ao uso simultâneo de vários medicamentos. Esta problemática tem vindo a agravar-se dado que a população mundial tende a envelhecer drasticamente nos próximos anos. Em 2050 prevê-se que o número de idosos represente 32% da população portuguesa. Caracterizar a terapêutica medicamentosa, a polimedicação e eventuais interações em idosos institucionalizados, bem como fatores associados à polimedicação. Métodos: Trata-se de um estudo transversal de base populacional, descritivo-correlacional. A amostra foi constituída por 155 idosos (≥65 anos) polimedicados (≥3 medicamentos) e institucionalizados em lares localizados no norte de Portugal (distritos do Porto, Vila Real e Viseu). Os dados foram obtidos por consulta dos ficheiros clínicos. Na análise da terapêutica recorreu-se à lista de Beers e à classificação de Delafuente para avaliar eventuais interações. O tratamento de dados foi realizado no programa SPSS (v. 21.0), tendo sido aplicada estatística descritiva e os testes de Kolmogorov-Smirnov e ANOVA, com nível de significância de 5%. Resultados: A amostra constituída maioritariamente por idosos do sexo feminino (69% vs. 31%), com idades compreendidas entre os 65 e 99 anos (média de 83,73), sendo que 34,2% tinham entre 85-89 anos. Em média, são administrados por dia 6,85 medicamentos diferentes, sendo os anti-hipertensores os mais prescritos (71,0%), seguidos das benzodiazepinas (57,4%), dos antiácidos/antiulcerosos (51,6%) e dos antidislipidémicos (47,7%). Segundo a lista de Beers, 0,6% dos idosos toma fármacos a ser sempre evitados e 10,3% toma fármacos raramente apropriados. Segundo Delafuente, encontraram-se 13 possíveis interações medicamentosas. Apenas a idade parece estar associada ao número de medicamentos administrados diariamente (p=0,017), sendo os idosos entre 80-84 anos os que consomem mais medicamentos (média 7,85). Conclusão: Verificou-se a existência do fenómeno da polimedicação registando-se uma média de quase 7 medicamentos diferentes por dia, sendo os anti-hipertensores os mais prescritos. Identificaram-se 13 possíveis interações medicamentosas e 10,3% dos idosos tomavam fármacos raramente apropriados. A idade parece estar associada à polimedicação.
- Polypharmacy in institutionalized elderly in nursing homes of Northern PortugalPublication . Pinto, Isabel C.; Nascimento, Luís; Pereira, Filipa; Azevedo, Joana; Pereira, SaraThe polypharmacy is a growing problem, especially in the elderly population due to chronic diseases requiring the simultaneous use of drugs. This issue has become worse due to the increasing aging of the world population. Objectives: To characterize drug therapy, polypharmacy and possible interactions in institutionalized elderly, as well as polypharmacy associated factors. Methods: This cross-sectional and correlational study, had a sample of 155 elderly (≥65 years) polymedicated (≥3 drugs) and institutionalized in nursing homes in northern Portugal districts (Porto, Vila Real and Viseu). Data were obtained by consulting the clinical files. Beers list and the Delafuente classification were used to evaluate the therapeutic and possible interactions. It was used descriptive statistics, the Kolmogorov-Smirnov and ANOVA tests, with a significance level of 5%. Results: The sample consisted mainly of females elderly (69% vs. 31%), aged between 65 and 99 years (mean 83.73), while 34.2% was between 85-89 years old. On average, 6.85 different drugs are administered per day, and antihypertensives are the most prescribed (71.0%). According to the list of Beers, 0.6% of seniors take drugs that should be avoided wherever possible and 10.3% takes drugs rarely appropriate. According Delafuente, we find 13 possible drug interactions. Only age seems to be associated with the number of drugs administered daily (p=0.017), older between 80-84 years are those who consume more. Conclusions: Regarding polypharmacy there was an average of about 7 different drugs per day, antihypertensives the most prescribed. We identified 13 possible drug interactions and about 10% of elderly taking drugs rarely appropriate. Age seems to be associated with polypharmacy.
- O valor certo em euros: a actividade lúdica no ensino da MatemáticaPublication . Martins, Cristina; Rodrigues, Alexandrina; Maio, Carla; Pereira, Filipa; Cadeias, Joana; Carvalho, Juliana Marlene Oliveira; Ferreira, Sara Isabel GomesA actividade lúdica, com forte incidência no jogo,é apontada como uma estratégia para o desenvolvimento de competências matemáticas. este tipo de actividade conduz a momentos de motivação, empenho, interacção, competitividade, criatividade, alegria e reflexão, desempenhando um papel fundamental na aprendizagem dos alunos.Nesta sessão prática pretendemos desenvolver algumas actividades lúdicas, tais como a estimativa e as figuras geométricas. Assim, "O valor cero em euros", "Figuras geométricas no geoplano, com música" e "Pentaminós com números", são alguns jogos que vamos realizar e podem ser trabalhados na sala de aula com alunos do 1.º ciclo.
