Percorrer por autor "Pereira, Anabela"
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- Análise das relações stresse, IMC e a escolha de alimentos, nos alunos do ensino superior público do distrito de BragançaPublication . Silvana, Vieira; Neto, Inês; Leandro, Luís; Gomes, Ana; Pereira, Anabela; Ribeiro, Maria IsabelVários estudos epidemiológicos têm evidenciado as relações entre o Índice de Massa Corporal (IMC), o nível de stresse e a escolha de alimentos. Esta investigação, de carácter quantitativo, pretende dar a conhecer o IMC dos estudantes do ensino superior público do distrito de Bragança e relaciona-lo com o nível de stresse e a escolha de alimentos. O questionário, com probabilidade de resposta igual para todos os inquiridos, foi administrado a uma amostra estratificada constituída por 425 indivíduos. Os dados recolhidos foram tratados e analisados com recurso ao software estatístico SPSS 16.0 (Statistical Package for Social Sciences). A análise dos resultados indica que a maioria dos inquiridos é do sexo feminino (76%); 2,6% apresentam um IMC com baixo peso, 70,8% são normopeso, 22,4% têm excesso de peso e 4,2% são obesos. Cerca de 78% dos respondentes apresentam um nível de stresse moderado (52,5%) e elevado (25,4%). Verificou-se, ainda que uma grande percentagem dos inquiridos com baixo peso e obesos registam elevados níveis de stresse. Por outro lado, comprovou-se que há uma maior propensão para a escolha do chocolate por parte dos alunos que registam um nível de stresse elevado.
- Avaliação da libertação de azoto a partir de correctivos orgânicos com membrana de troca aniónica e um medidor de clorofila SPADPublication . Rodrigues, M.A.; Pereira, Anabela; Arrobas, MargaridaNeste trabalho divulgam-se resultados de experiências em vasos em que membranas de troca aniónica (MTA) foram inseridas directamente no solo para monitorar o teor de nitratos ao longo do tempo, e em que o estado nutritivo das plantas foi avaliado através de um medidor de clorofila SPAD-502. No Verão foi cultivado milho e no período Outono-Inverno nabiça e centeio.
- Avaliação da libertação de azoto a partir de correctivos orgânicos utilizando membranas de troca aniónica e um medidor de clorofila SPAD-502Publication . Pereira, Anabela; Rodrigues, M.A.; Arrobas, MargaridaNeste trabalho divulgam-se resultados de experiências em vasos em que membranas de troca aniónica (MTA) foram inseridas directamente no solo para monitorar o teor de nitratos ao longo do tempo, e em que o estado nutritivo das plantas foi avaliado através de um medidor de clorofila SPAD- 502. Na estação quente foi cultivado milho e no período outono-inverno nabiça e centeio. O milho foi semeado a 5 de Junho de 2004 e a nabiça e o centeio a 23 de Setembro de 2004.As plantas foram sujeitas aos seguin- tes tratamentos fertilizantes: Nutrisoil (Nut); Beiraadubo (Bei); Phenix (Phe); e Vege- thumus (Veg), quatro correctivos orgânicos comerciais; estrume de bovino (EB); casca de castanha (CC); nitrato de amónio (NA); e um tratamento sem azoto (T). Os resultados das MTA e os valores SPAD foram relacio- nados com a matéria seca produzida e o N exportado. Em Junho, na primeira amostra- gem, a concentração média de nitratos nos extractos das MTA variou entre 18,3 e 239,4 mg L-1, nos tratamentos CC e NA. Na primeira semana de Agosto, foram regista- dos valores médios de nitratos no solo de 12,9 a 52,3 mg L-1 nos tratamentos CC e Bei. Na última amostragem, em Setembro, os valores médios de nitratos no solo varia- ram entre 9,7 e 67,9 mg L-1 nos tratamentos CC e Nut. As MTA revelaram boa capaci- dade para discriminar a forma como os dife- rentes fertilizantes libertaram o azoto ao longo do tempo e como este aspecto condi- cionou a absorção do nutriente e o desen- volvimento das plantas. Os valores SPAD revelaram-se bons indicadores do estado nutritivo azotado do milho, em condições em que foi possível controlar grande parte da variabilidade experimental. Os valores SPAD estiveram linearmente relacionados com a produção de matéria seca e o N exportado. Nas condições deste ensaio, em que a lixiviação e a desnitrificação foram controladas, as culturas intercalares centeio e nabiça recuperaram o N residual da cultu- ra anterior até próximo do limite da sua senescência por falta de azoto. Results from pot experiments where an- ion exchange membranes (MTA) were inserted into the soil to monitor soil nitrate levels over time, and the plant N nutritional status assessed with a SPAD-502 chloro- phyll meter, are reported in this work. Maize was grown in the summer season and turnip and rye in the winter period. Maize was sown on June 5, 2004, and turnip and rye on September 23, 2004. The plants were subjected to the following treatments: Nu- trisoil (Nut); Beiraadubo (Bei); Phenix (Phe); Vegethumus (Veg); cow manure (EB); chestnut fruit bark (CC); ammonium nitrate (NA); and control treatment, without N fertilization (T). Two weeks after the maize was sown, soil nitrate levels extracted by MTA ranged between 18.9 and 239.0 mg L-1 in the CC and Bei treatments, respec- tively. In the first week of August mean soil nitrate values ranged between 12.9 and 52.3 mg L-1 in the CC and Bei treatments. In September, the last sampling date, mean soil nitrate levels were found to be in the range of 9.7 and 67.9 mg L-1 in the CC and Nut treatments. Relationships between MTA and SPAD results with dry matter yield and N uptake were established. The MTA were able to differentiate well as the organic amendments released their N during the season and this aspect influenced N uptake and plant growth. SPAD readings were also a good index of plant N nutritional status. SPAD values were linearly related with dry matter yield and N uptake. In this study, where the pots were managed to avoid ni- trate leaching and denitrification, winter grown species recovered the residual N of maize fertilization. At the end of experiment the plants showed senescent leaves with deep N deficiency symptoms.
- Disponibilidade de azoto para as plantas, a partir de fertilizantes orgânicos autorizados em agricultura biológicaPublication . Pereira, Anabela; Rodrigues, M.A.; Arrobas, MargaridaOs fertilizantes orgânicos continuam a ser bastante valorizados pela agricultura. No modo de produção biológico, com as restrições ao uso de fertilizantes de síntese, os fertilizantes autorizados para aquele fim, ganham importância acrescida Neste trabalho reportam-se resultados de um ensaio que incluiu 8 tipos de fertilizantes, alguns dos quais autorizados em agricultura biológica. O trabalho está integrado numa linha de investigação mais ampla que envolve também ensaios de campo. Os fertilizantes foram misturados com 10 kg de terra fresca por vaso em dose correspondente à aplicação de 180 kg N/ha. Foram usados três fertilizantes autorizados em agricultura biológica: vegethumus (Ve, 2.2 % N); phenix (Ph, 6.6 % N); e nutrisoil (Nu, 14.4 % N).
- Prevalence and correlates of fear of falling in community-dwelling older adultsPublication . Pires, Patrícia; Carvalho, Joana; Pereira, Anabela; Pires, Telma; Ribeiro, OscarIntroduction: Fear of falling (FoF) is highly prevalent among older adults and can negatively affect mobility, physical activity (PA) levels fall risk, and falls. This study aimed to assess the prevalence of fall risk and FoF, and their associations with demographic variables, mobility, physical activity, and fall history in community-dwelling older adults. Methods: A cross-sectional study was conducted with individuals aged C 65 years without cognitive impairment. Data collected included demographics, fall risk (Morse Fall Scale), FoF (Falls Efficacy Scale International-FES-I), mobility and balance (Timed Up and Go-TUG test), PA (Brief Physical Activity Assessment-BPAA), and fall history. Statistical analyses included Pearson’s correlation coefficient, chi-square test, t-test, and ANOVA. Results: The sample comprised 300 older adults (mean age: 74.7 years; 55.3% female). Higher FoF was observed in women (M = 30.4, SD = 10.3) and those aged C 80 years (M = 33.1, SD = 13.3) (p \ 0.001). FoF was positively correlated with impaired mobility/balance (TUG: R = 0.453) and fall risk (R = 0.399), negatively correlated with PA (BPAA: R =- 0.351) and strongly associated with prior falls (R = 0.660) (all p \ 0.001). Conclusions: FoF is common among older adults, particularly women and the oldest age group, and is significantly associated with mobility limitations, low PA levels, increased fall risk, and history of falls. These findings highlight the need for tailored interventions focusing on improving mobility and promoting active lifestyles to mitigate FoF and fall risk.
- Prevalence and correlates of fear of falling in community-dwelling older adultsPublication . Pires, Patrícia; Carvalho, Joana; Pereira, Anabela; Pires, Telma; Ribeiro, OscarFear of Falling (FoF) is common in later life and may reduce mobility, lower physical activity (PA), and increase fall risk and the frequency of falls. Understanding correlates in community-dwelling older adults can guide screening and tailored interventions. To estimate fall risk and the prevalence of FoF, and to examine their associations with demographics, mobility and balance, physical activity, and fall history in community-dwelling older adults. Cross-sectional study. Participants: community-dwelling adults aged ≥65 years without cognitive impairment. Measures: FoF (FES-I), fall risk (Morse Fall Scale), mobility/balance (Timed Up and Go, TUG), physical activity (Brief Physical Activity Assessment, BPAA), demographics, and fall history. Statistics: Pearson’s correlation coefficient, chi-square, t-test, and ANOVA (α = 0.05).
- Stress, IMC e a escolha de alimentos em alunos do ensino superiorPublication . Neto, Inês; Leandro, Luís; Vieira, Silvana; Gomes, Ana; Pereira, Anabela; Ribeiro, Maria IsabelVários estudos epidemiológicos têm evidenciado as relações entre o IMC e o nível de stress e o IMC e a escolha de alimentos. A presente investigação tem como objectivo dar a conhecer o IMC da população estudantil do IPB e relaciona-lo com o nível de stress e a escolha de alimentos energéticos doces ou salgados. Realizou-se um estudo descritivo e transversal numa amostra estratificada e aleatória constituída por 425 alunos aos quais foi administrado, na presença dos investigadores, um questionário para obtenção de informação relativa, à escolha de alimentos, ao IMC e ao nível de stress. Do total de inquiridos a maioria, 76%, são do sexo feminino, 2,6% apresentam um IMC com baixo peso, 70,8% são normopeso, 22,4% apresentam excesso de peso e 4,2% são obesos. A grande maioria dos respondentes, cerca de 78%, apresenta um nível de stresse moderado (52,5%) e elevado (25,4%). Nesta amostra verificou-se uma maior percentagem de respondentes de baixo peso e obesos com nível de stress elevado. Por outro lado, constatou-se que as escolhas dos alimentos recaem, sobretudo, nas uvas e no chocolate independentemente do IMC.
- Stress, IMC escolha de alimentos: que relações?Publication . Vieira, Silvana; Gomes, Ana; Neto, Inês; Leandro, Luís; Pereira, Anabela; Ribeiro, Maria IsabelIntrodução: A escolha alimentar é influenciada por vários factores que se inter-relacionam. O Índice de Massa Corporal (IMC) resulta da relação entre o peso e a altura. A classificação do IMC utilizada neste trabalho de investigaçãopermitiu classificar o IMC da população adulta em 5 níveis, designadamente, baixo peso, normapeso, excesso de peso e obesidade do tipo I, e II. Os factores indutores de stress, obtidos através da análise factorial, foram as dificuldades de adaptação: a novos sistemas de avaliação, a novas pedagogias, a prazos e às relações com os professores. Objectivos: determinar o nível de stress e o IMC da população estudantil do IPB, verificando se existe relação entre a escolha de alimentos e o nível de stress/IMC. Pretendeu-se ainda averiguar se existiam correlações entre o IMC e o nível de Stress. Por fim, comparou-se o nível de Stress e o IMC entre o género e entre as cinco escolas que estão integradas no IPB. Metodologia: estudo do tipo seccional quantitativo em que a operacionalização da variável “escolha de alimentos” efectuou-se pela exposição de quatro alimentos, em copos de plástico, aos participantes. Os alimentos foram, uvas, chocolates de marca SCHOGETTEN, batatas de marca CHEETOS e amendoins com casca. Os chocolates e os CHEETOS formavam as opções alimentares menos saudáveis enquanto que as uvas e os amendoins representavam as mais saudáveis. O IMC foi obtido pela aplicação da fórmula: IMC = P/A2. A variável stress resultou da agregação de 24 variáveis em cinco factores obtidos através da aplicação de um questionário adaptado. Posteriormente, estes factores permitiram classificar o nível de stress em 3 níveis, nomeadamente, elevado, moderado e baixo. Resultados: A amostra constituída por 425 elementos registou uma média de idade de 21,69 anos, um peso médio de 64,55 Kg e uma altura média de 1,66 metros. A análise factorial apresentou um KMO = 0,875 e o teste de esfericidade de Bartlett foi significativo ao nível de confiança de 95%, indicadores que provam a validade dos resultados. Discussão e Conclusão: Os resultados demonstraram que os alunos com baixo peso apresentaram um nível de stress elevado e escolheram, principalmente, chocolate; os alunos com normopeso registaram na sua maioria um nível de stress moderado. Por outro lado, observou-se que os alunos obesos do tipo II revelaram ter um nível de stress elevado e a escolha do alimento incidiu no chocolate. Por fim, verificou-se existirem diferenças estatisticamente significativas entre as escolas do IPB, assim como entre o género quanto ao nível de stress. Os inquiridos do sexo feminino tinham um nível de stress mais elevado. A limitação detectada no decorrer do estudo esteve relacionada com a presença dos investigadores o que na opinião destes induziu a uma escolha de alimentos diferente.
