Percorrer por autor "Peixinho, Diana"
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- Boas práticas agroecológicas em horticultura urbanaPublication . Peixinho, Diana; Rodrigues, M.A.; Nobre, Sílvia; Oliveira, PedroA agricultura urbana é um fenómeno generalizado em todo o mundo. Nas grandes cidades dos países em desenvolvimento e em épocas de crise económica nos países desenvolvidos, a criação de espaços para agricultura urbana tem sido um instrumento político de grande valor social que permite aumentar a segurança alimentar e mitigar a pobreza e o desemprego. Recentemente, têm surgido projetos de agricultura urbana em cidades de países desenvolvidos destinados a assegurar atividade social e qualidade de vida aos seus cidadãos. São espaços de convívio, desporto e lazer, onde as pessoas relaxam do stresse acumulado de um dia de trabalho. No final do dia, ainda levam para casa os vegetais que eles próprios cultivaram. A Associação Cultural e Recreativa do Pessoal do Instituto Politécnico de Bragança (IPB) desenvolve, desde 2011, um projeto de hortas sociais inicialmente dirigido à comunidade académica mas que rapidamente se generalizou à vizinhança do campus politécnico. Neste trabalho relatam-se algumas práticas com elevado significado agroecológico adotadas pelos horticultores. A fertilização orgânica está generalizada. Usam estrume de bovino disponibilizado pela instituição. A cinza é outro tipo de fertilizante muito utilizado que os horticultores trazem de casa e usam em culturas de inverno, em particular o alho. Diversos horticultores estão a compostar os resíduos das culturas para usar como fertilizantes. O mulching, seja com estrume, palha ou plástico é também uma prática corrente. É usado para reduzir a formação de crostas e favorecer a emergência das sementeiras de primavera, no controlo de infestantes e como proteção contra pássaros. Ointercropping é uma prática que permite maximizar a utilização do recurso solo, cultivando mais que uma cultura no mesmo espaço e tempo. A espécie mais frequentemente envolvida é a alface, devido ao seu ciclo cultural muito rápido, ocupando o terreno apenas na fase inicial do ciclo biológico de uma outra cultura de ciclo mais longo. As pessoas estão a usar sementes que trazem das aldeias de onde são originárias, assumindo um papel importante na preservação de recursos genéticos vegetais. Para além destas, muitas outras práticas ecologicamente relevantes têm sido adotadas. Em acréscimo, o projeto de horticultura urbana do IPB tem-se revelado de elevada importância na formação e sensibilização para os valores ambientais.
- Boas práticas agroecológicas em horticultura urbanaPublication . Rodrigues, M.A.; Peixinho, Diana; Nobre, Sílvia; Oliveira, Pedro; Arrobas, MargaridaA agricultura urbana é um fenómeno generalizado em todo o mundo. Nos países em desenvolvimento e nos países desenvolvidos em épocas de crise económica, a criação de espaços para agricultura urbana tem sido um instrumento político de grande valor social que permite aumentar a segurança alimentar e mitigar a pobreza e o desemprego. Recentemente, têm surgido projetos de agricultura urbana em cidades de países desenvolvidos destinados a assegurar atividade social e qualidade de vida aos seus cidadãos. O Instituto Politécnico de Bragança (IPB) desenvolve, desde 2011, um projeto desta natureza. Neste trabalho relatam-se algumas práticas com elevado significado agroecológico adotadas pelos horticultores, designadamente fertilização orgânica, compostagem, mulching, intercropping e forçagem.
- Communitarian and urban gardens in BragançaPublication . Nobre, Sílvia; Peixinho, Diana; Rodrigues, M.A.; Carvalho, Ana MariaSince 2011, the Polytechnic Institute of Bragança (IPB), through the staff Cultural and Recreational Association, welcomes and sponsors a project of communitarian urban gardens carried out in the arable land of its campus. The project was designed to promote community gardening at leisure time, while focusing on organic and sustainable agricultural practices, providing healthy produce and fresh plants, as well as satisfying labor, neighborhood improvement, sense of community, connection to the environment and nature, and fostering interaction between users, which come from a broad geographical origin and have different gardening background and knowledge. In order to report motivation, agricultural performances, the species grown, and to estimate the total production, we surveyed 51 gardens and we did consented interviews to 88 users from a total of 120. We have found that traditional gardening practices combine with innovations introduced by modern agricultural technology and scientific research. Moreover, the gardens survey has shown that past and present come together, particularly regarding the array of species cultivated: species and varieties traditionally used in the region (quite important for local cuisine) are grown along with new ones, recently brought in eating habits, that are also considered signs of modernity and globalization. Data provided by the interviews has enabled to estimate the amount of produce harvested in each garden during the spring/summer seasons. Therefore, it was possible to calculate how much each gardener could save by growing vegetables and its contribution to the household budget. Besides being consumed by each household, produce are also shared with family, friends, neighbors and other gardeners, while fresh or after being frozen or made into savory or sweet preserves. The main reasons for gardening are the satisfaction of heating food that is grown by themselves in the garden, the increase awareness of the positive impact of vegetables on health, safety of such food, the particular taste of some local produce and a relaxing and enjoyable activity.
- Communitarian and urban gardens in Bragança, PortugalPublication . Nobre, Sílvia; Peixinho, Diana; Rodrigues, M.A.; Carvalho, Ana MariaSince 2011, the Polytechnic Institute of Bragança (IPB), through the Cultural and Recreational Association, welcomes and sponsors a project of communitarian urban gardens carried out in the arable land of its campus. The project was designed to promote community gardening at leisure time, while focusing on organic and sustainable agricultural practices, providing healthy produce and fresh plants, as well as satisfying labor, neighborhood improvement, sense of community, connection to the environment and nature, and fostering interaction between users, which come from a broad geographical origin and have different gardening background and knowledge. In order to report motivation, agricultural performances, inventory all species grown, and to estimate the total production, we surveyed 51 gardens and we did consented interviews to 88 users from a total of 120.
- Hortas comunitárias do IPBPublication . Peixinho, Diana; Rodrigues, M.A.; Nobre, Sílvia; Oliveira, PedroO projeto das hortas comunitárias do IPB desenvolvido desde 2011 pela Associação Cultural e Recreativa do Pessoal do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), promove a prática de horticultura de lazer, privilegiando a agricultura biológica e sustentável, com o intuito de fomentar a convivência interpessoal e com a natureza, e a alimentação saudável dos seus utilizadores cuja origem geográfica e conhecimentos agrícolas são bastante diversos. Foram realizadas 51 entrevistas que correspondem a 88 utilizadores num universo de 120 hortas e foi feito um levantamento das principais práticas agrícolas realizadas neste espaço. A partir do levantamento dessas práticas foi possível distinguir aquelas que se traduzem numa melhoria do comportamento agronómico das culturas como a utilização de redes de sombreamento que permitem criar um ambiente mais favorável ao desenvolvimento inicial das culturas. Por outro lado, existem práticas cujo efeito não se revela uma mais-valia como a utilização de garrafões de plástico para impedir danos causados por geada. Partindo de dados fornecidos na entrevista foi possível concluir que a produção de uma horta no período de primavera/verão permite que o agregado familiar reduza as suas compras em legumes, quer durante a produção quer nos meses seguintes, sendo que muitas vezes o tempo de duração do consumo chega a um ano. Foi possível ainda aferir, para o mesmo período, que pelo menos um hortelão conseguiu uma produção equivalente a uma poupança de 300€ em legumes.
- As hortas urbanas do Instituto politécnico de Bragança. Perfil dos utilizadores, motivações e importância da produção no consumo familiarPublication . Peixinho, Diana; Nobre, Sílvia; Rodrigues, M.A.A agricultura urbana é um fenómeno generalizado em todo o mundo. Nas grandes cidades dos países em desenvolvimento e em épocas de crise económica nos países desenvolvidos, a criação de espaços para agricultura urbana tem sido um instrumento político de grande valor social que permite aumentar a segurança alimentar e mitigar a pobreza e o desemprego. Recentemente, têm surgido projetos de agricultura urbana em cidades de países desenvolvidos destinados a assegurar atividade social e qualidade de vida aos seus cidadãos. São espaços de convívio, desporto e lazer, onde as pessoas relaxam do stresse acumulado de um dia de trabalho. Nas instalações da escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança surge em 2011 o projeto Hortas Comunitárias do IPB, desenvolvido pela Associação Cultural e Recreativa do Pessoal do Instituto Politécnico de Bragança (IPB). Esta iniciativa surge a partir da vontade de criação de espaços multifuncionais em torno dos conceitos de alimentação saudável, sustentabilidade dos recursos naturais e lazer. Assim, o projecto promove a prática de horticultura de lazer, privilegiando a agricultura biológica e sustentável, com o intuito de fomentar a convivência interpessoal e com a natureza, e a alimentação saudável dos seus utilizadores. Inicialmente restrito ao ambiente académico, rapidamente se expandiu à cidade imprimindo uma maior diversidade nos intervenientes. Este trabalho reflecte a necessidade de conhecer quem são os utilizadores das hortas do IPB, quais as suas motivações e o que fazem para alcançar os seus objetivos. Devido às suas diferentes origens, vivencias, idades e conhecimentos é possível encontrar, neste pequeno espaço, diferentes formas de estar perante a prática agrícola. Entre Novembro de 2012 e Julho de 2013 foi feita uma inquirição aos hortelãos segundo a técnica de entrevista, escrita e gravada, de forma a obter informação qualitativa e quantitativa referente a dados pessoais dos mesmos e às hortas que cultivam. Foram inquiridos 88 hortelãos, utilizadores de 51 hortas num universo total de 120 hortas. Assim foi possível traçar um perfil sócio-económico dos utilizadores a partir dos dados recolhidos e ainda perceber a importância da produção hortícola no agregado familiar. Partindo de dados fornecidos na entrevista foi possível concluir que a produção de uma horta com 50 m2 no período de primavera/verão permite que o agregado familiar reduza as suas compras em legumes, quer nos meses de maior produção quer nos meses seguintes, sendo que muitas vezes o tempo de duração do consumo chega a um ano. Foi possível ainda contabilizar, para um caso, as produções colhidas numa horta, calculando em seguida o valor da produção utilizada no consumo familiar.
