Percorrer por autor "Pacheco, Filipe"
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- Solving a logistics system for vehicle routing problem using an open-source toolPublication . Alves, Filipe; Pacheco, Filipe; Rocha, Ana Maria A.C.; Pereira, Ana I.; Leitão, PauloThe growing demand for logistics services for deliveries, collections, or home health services, have significantly increased. However, there is a need to have a technologically innovative information system for digitizing data in the operational logistics of these services, required for an increasingly better vehicle route planning. Unsurprisingly, for many years, there has been an increasing and steady growth in the interest and development of optimization tools to solve real-world problems, namely in the logistic domain. The evolution and support of computational power and the fact that advances in optimization solvers have allowed many of them to be developed as free or open-source software, to the detriment of some classic numerical calculation software. The main issue arises in the dynamic search for solutions obtained by open-source solvers and how they can be useful in solving complex combinatorial problems in real life, such as the optimal allocation of routes in logistics planning services. This work proposes an application that integrates the Google OR-Tools software and the Google Maps and Distance Matrix API. The approach developed in this work uses a VRP mathematical model to minimize the maximum route (considering as objective function the time or the distance) and provide a workload balancing, with the use of a cloud application to reduce costs and an online map service. Experimental results were obtained on simulated VRP instances in the district of Porto, where the quality of the computational solution is analyzed for training and easy usability in logistics problems.
- Visitas técnicas: guia de campo da XXXVI Reunião de Primavera da SPPFPublication . Aguiar, Carlos; Torres, Filipa; Corte-Real, Jerónimo; Ferreira, Luís; Pacheco, Filipe; Castro, MarinaOs geógrafos e planeadores portugueses frequentemente definem como Montanha os territórios acima dos 700 m de altitude. Há uma razão prática para isso. A cota dos 700m, com oscilações consoante a exposição, latitude e proximidade do mar, está associada a mudanças significativas no coberto vegetal e no uso agrícola e pastoril do território. A montanha assim definida corresponde a cerca de 11% da superfície do pais. Kapos et al. (2000), pelo contrário, valorizam muito mais o declive do que a cota na identificação dos espaços de montanha. Para estes autores 38% da superfície nacional é Montanha (Azevedo et al., in litt.). Portugal não tem montanhas elevadas, mas é, sem dúvida, um pais de montanhas e de agricultura de montanha. Não surpreende, por isso, que o tema da XXXVI Reunião de Primavera da SPPF seja precisamente as “Pastagens e o Pastoreio em Área de Montanha”. A Serra do Alvão foi a montanha selecionada como objeto das visitas técnicas pela SPPF. Esta serra eleva-se a 1283 m de altitude no Alto de Caravelas. Reparte-se pelos concelhos de Vila Real, Vila Pouca de Aguiar, Ribeira de Pena e Mondim de Basto. Xistos e granitos são os tipos litológicos dominantes. A combinação de um clima temperado de chuvas copiosas, concentradas no semestre invernal, e um substrato rochoso granítico, originou solos ácidos, de textura grosseira e argilas cauliníticas de baixa capacidade de troca catiónica, nutricionalmente desequilibrados, em resumo pouco férteis. A flora indígena de matos e prados, como todos os participantes nas visitas de estudo terão oportunidade de constatar, reflete isso mesmo. À semelhança de outras visitas técnicas da SPPF, houve que escolher uma exploração agrícola que servisse de ponto de partida para a construção, sempre inacabada, de respostas às perguntas de investigação que dominam cada uma Reuniões de Primavera da SPPF. A pergunta fundamental que atravessa toda a XXXVI Reunião de Primavera da SPPF é a seguinte: A montanha é um espaço demasiado vasto em Portugal para ser votado ao abandono. O bem-estar dos portugueses depende também dos serviços ecossistémicos fornecidos pela montanha: água de qualidade, paisagem, refúgio de biodiversidade, produtos agrícolas e animais de qualidade, ou cultura, por exemplo. Os pastos e as pastagens são uma componente determinante na génese do pacote de serviços ecossistémicos fornecidos pela montanha. Sem animais e sem pastos sobrar-nos-á uma montanha disfuncional e pobre. Quais são, então, as melhores soluções técnicas para um regresso bem sucedido dos gados à montanha?
