Percorrer por autor "Mota, Ana"
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- Materiais curriculares e práticas de ensinoPublication . Mota, Ana; Gonçalves, AdorindaAcreditamos que os estudos sobre a Educação Básica devem privilegiar a importância de recorrer a estratégias de ensino-aprendizagem ativas, dinâmicas e que impliquem diretamente os alunos. Estas estratégias são mais motivadoras e desenvolvem competências múltiplas, desde a capacidade de análise de situações à capacidade de pesquisa de dados, de raciocínio e de comunicação, sem esquecer as competências socioafetivas e a motricidade, uma vez que recorrem à manipulação de materiais e recursos variados. A aprendizagem através de atividades práticas, em que o aluno é estimulado e participa ativamente na construção das suas aprendizagens, permite que estas sejam mais sólidas e mais facilmente aplicáveis no futuro, nas mais diversas situações, facilitando a mobilização de saberes. No entanto, o nosso contacto com diversos contextos ainda nos mostra que há uma distância significativa entre esses princípios orientadores e as práticas nas diversas áreas curriculares. Neste sentido, ao longo da Prática de Ensino Supervisionada recorremos a estratégias ativas que implicaram o recurso a materiais diversificados, nomeadamente manuais, materiais manipuláveis, mapas, recursos informáticos e audiovisuais. As experiências de ensino-aprendizagem desenvolvidas foram analisadas tendo sempre em mente a bibliografia que suportou a investigaçãoo. No estudo foi, igualmente, incluída a opinião dos alunos, em que podemos constatar a sua adesão às estratégias implementadas. Os resultados mostram que as estratégias ativas e a utilização de materiais curriculares, além de aliciantes para os alunos, contribuem também, para a melhoria e eficácia de todo o processo de ensino-aprendizagem.
- Materiais curriculares e práticas de ensinoPublication . Mota, Ana; Gonçalves, AdorindaAcreditamos que os estudos sobre a Educação Básica devem privilegiar a importância de recorrer a estratégias de ensino-aprendizagem ativas, dinâmicas e que impliquem diretamente os alunos. Estas estratégias são mais motivadoras e desenvolvem competências múltiplas, desde a capacidade de análise de situações à capacidade de pesquisa de dados, de raciocínio e de comunicação, sem esquecer as competências socioafetivas e a motricidade, uma vez que recorrem à manipulação de materiais e recursos variados. A aprendizagem através de atividades práticas, em que o aluno é estimulado e participa ativamente na construção das suas aprendizagens, permite que estas sejam mais sólidas e mais facilmente aplicáveis no futuro, nas mais diversas situações, facilitando a mobilização de saberes. No entanto, o nosso contacto com diversos contextos ainda nos mostra que há uma distância significativa entre esses princípios orientadores e as práticas nas diversas áreas curriculares. Neste sentido, ao longo da Prática de Ensino Supervisionada recorremos a estratégias ativas que implicaram o recurso a materiais diversificados, nomeadamente manuais, materiais manipuláveis, mapas, recursos informáticos e audiovisuais. As experiências de ensino aprendizagem desenvolvidas foram analisadas tendo sempre em mente a bibliografia que suportou a investigação. No estudo foi, igualmente, incluída a opinião dos alunos, de que podemos constatar a sua adesão às estratégias implementadas. Os resultados mostram que as estratégias ativas e a utilização de materiais curriculares, além de aliciantes para os alunos, contribuem também, para a melhoria e eficácia de todo o processo de ensino aprendizagem.
- Prática de ensino supervisionada em Ensino do 1.º e 2.º Ciclo do Ensino BásicoPublication . Mota, Ana; Gonçalves, AdorindaO presente relatório reflexivo retrata e analisa o trabalho desenvolvido na unidade curricular de Prática de Ensino Supervisionada, no âmbito do mestrado em Ensino do 1.º e do 2.º ciclo do Ensino Básico e é condição para a obtenção do grau do mestre. O estágio incluído na unidade curricular referida realizou-se em três instituições da rede pública da cidade de Bragança, uma do 1.º ciclo e as outras duas do 2.º ciclo, onde lecionei as quatro áreas para as quais o mestrado habilita para a docência: Ciências da Natureza, História e Geografia de Portugal, Matemática e Português. O total de alunos abrangidos é 82, com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos. Embora se trate de um trabalho que abrange todo o estágio, decidi dedicar um estudo mais pormenorizado a um aspeto comum a toda a prática: a utilização de materiais curriculares. A melhoria do processo de ensino-aprendizagem, proporcionando aulas mais agradáveis e dinâmicas, com uma maior motivação dos alunos, passa pela utilização de recursos e materiais diversificados, em muitos casos, manipuláveis pelos próprios alunos. Assim, promove-se a aquisição de conhecimentos mais consistentes e facilmente mobilizáveis noutros domínios, além da escola. Assim, além do relato de cinco experiências de ensino-aprendizagem (uma para o 1.º ciclo e uma por cada área do 2.º ciclo), em que utilizei materiais, debrucei-me sobre a conceção de vários autores em relação à viabilidade da utilização desses materiais curriculares, para fundamentar as minhas opções e realizei um inquérito por questionário dirigido aos alunos, de forma a perceber a sua opinião sobre as aulas em que foram utilizados. Os gostos revelados pelos alunos foram distintos quanto à utilização dos materiais manipuláveis, mas, houve consenso quanto à sua eficácia. O agrado, a ansiedade e o entusiasmo foram evidentes na manipulação destes recursos e também eu considero que contribuíram para a melhoria do processo de ensino-aprendizagem. O presente relatório traduz de forma o mais completa possível o meu percurso ao longo do estágio realizado nos diversos contextos, as preocupações que tive na preparação prévia das atividades, as reações dos alunos no decurso das aulas e as minhas reflexões no sentido de resolver os problemas surgidos.
