Browsing by Author "Matos, Alda"
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- Ambientalização curricular do ensino superior: a licenciatura em Enfermagem Veterinária da Escola Superior Agrária de BragançaPublication . Matos, AldaNo ensino superior português a ambientalização dos cursos é residual. Segundo a documentação consultada, ainda que existam instituições com modelos de gestão ambiental mais eficientes, verificam-se lacunas no âmbito das funções básicas: docência, investigação e extensão. Tornou-se assim pertinente elaborar uma investigação, elegendo uma licenciatura (Enfermagem Veterinária) numa instituição de ensino superior (Escola Superior Agrária de Bragança – ESAB), com o objetivo de observar em que medida são incorporadas temáticas ambientais no ensino-aprendizagem. Foram utilizadas fontes de informação primária e secundária. No âmbito da informação primária foram aplicados questionários aos alunos do 3º ano e ao corpo docente do curso e efetuadas entrevistas aos órgãos decisores, no ano letivo de 2011/12. Do estudo concluiu-se que a ESAB é uma instituição amiga do ambiente quanto à gestão de recursos. Todavia, embora tenha assumido compromissos no âmbito da Educação para o Desenvolvimento Sustentável – EDS, não implementou ainda um plano de EDS ajustado aos conteúdos programáticos dos cursos. A ambientalização curricular está presente no curso, situando-se a maior força na Coerência e Reconstrução entre Teoria e Prática e a maior debilidade na Ordem Disciplinar: Flexibilidade e Permeabilidade. Biofísica foi a disciplina que mais se afastou das expectativas dos alunos, que não compreendem a importância da mesma para a sua formação nem a sua relação com as outras disciplinas do curso.
- Ambientalização curricular do ensino superior: a licenciatura em Enfermagem Veterinária da Escola Superior Agrária de BragançaPublication . Matos, AldaNo ensino superior a ambientalização dos cursos é residual. Segundo a documentação consultada, ainda que existam instituições com modelos de gestão ambiental mais eficientes, verificam-se lacunas no âmbito das suas funções básicas: docência, investigação e extensão. Tornou-se assim pertinente elaborar um estudo, elegendo uma licenciatura (Enfermagem Veterinária) numa instituição de ensino superior (Escola Superior Agrária de Bragança – ESAB), com o objetivo de observar se são incluídas temáticas ambientais no ensino-aprendizagem. Foram utilizadas fontes de informação primária e secundária. No contexto da informação primária foram aplicados questionários (alunos do 3º ano e docentes) e entrevistas (órgãos decisores) no ano letivo de 2011/12. Concluiu-se que a ESAB é uma instituição amiga do ambiente quanto à gestão de recursos. Todavia, embora tenha firmado acordos no âmbito da educação para o desenvolvimento sustentável, não realizou ainda um plano ajustado aos conteúdos programáticos dos cursos. A ambientalização curricular está presente no curso, sendo a maior força a ‘Coerência e Reconstrução entre Teoria e Prática’ e a maior fraqueza a ‘Ordem Disciplinar: Flexibilidade e Permeabilidade’. Biofísica foi a disciplina que mais se afastou das expectativas dos alunos, que não entendem a relevância da mesma para a sua formação nem a sua relação com as outras disciplinas do curso.
- Ambientalização curricular do ensino superior: a licenciatura em Enfermagem Veterinária da Escola Superior Agrária de BragançaPublication . Matos, AldaA Educação Ambiental veio a constituir-se como uma das estratégias inquestionáveis para o cumprimento dos princípios de desenvolvimento sustentável, por permitir o contacto direto dos cidadãos comuns na resolução dos problemas locais/globais. Todavia, para se tomarem decisões coerentes e sustentáveis é necessária uma formação sistémica, ética e comprometida com a promoção de um desenvolvimento humano integral e sustentável, consolidada e assente numa visão de futuro. O ensino superior é considerado por diversos autores o órgão de excelência para responder a este desafio. Todavia, tem sido visível a nível mundial que, embora as instituições de ensino superior se encontrem altamente especializadas nas ciências, estão debilmente preparadas para formar os alunos de acordo com uma perspetiva ética, globalizante e interdisciplinar. Tanto mais que as organizações mundiais advertem para a mudança de mentalidades e de comportamentos no ensino superior, pois são estas instituições que preparam o maior número de pessoas que gerem as instituições públicas e privadas, tendo ainda a indispensável função da produção e difusão do conhecimento e dos valores para a sociedade.
- Amendoeira. Estado da Comercialização. Manual TécnicoPublication . Cabo, Paula; Matos, AldaA amêndoa é o fruto de casca rija líder do mercado mundial. Na última década, a produção de amêndoa no mundo duplicou, impulsionada pela procura crescente nos mercados emergentes e desenvolvidos. O posicionamento da amêndoa enquanto alimento nutritivo e benéfico para a saúde e a introdução de novos hábitos de consumo foram determinantes para esta evolução. Em Portugal, a produção e consumo de amêndoa assentam numa forte tradição regional, assumindo um papel fundamental na sustentabilidade do meio rural. Em resultado da sua excelente qualidade, a amêndoa produzida no país tem boa procura, a nível interno e externo. A localização estratégica de Portugal, junto dos grandes mercados consumidores de amêndoa transformada da União Europeia, proporciona uma importante vantagem competitiva. Tanto mais que o mercado potencial europeu é cerca de três vezes maior que a oferta. Abre-se, assim, uma janela de oportunidades para a atividade no contexto nacional. A nível produtivo, a amêndoa apresenta-se hoje como uma cultura rentável e economicamente sustentável. Ademais, a capacidade de transformação das unidades industriais atualmente instaladas permite absorver a produção nacional, retendo-se o valor acrescentado da transformação no país. Contudo, a produção é ainda insuficiente para responder às necessidades internas do país. Adicionalmente, a fileira debate-se com problemas de eficiência no elo da distribuição e com a concorrência de países produtores com preços mais competitivos. É, pois, necessário ganhar dimensão/criar massa crítica e valorizar a produção, por forma a aumentar a competividade externa da amêndoa nacional. Para tal urge trabalhar ao nível organizacional da fileira, das estruturas de agregação e dos canais de escoamento.
- Análise crítica dos métodos de valoração económica dos bens e recursos ambientaisPublication . Matos, Alda; Ribeiro, Maria Isabel; Fernandes, António; Cabo, PaulaDa crescente inquietação com a qualidade dos bens e serviços gerados pela indústria e simultaneamente, a redução do bem-estar social, resultou a Valoração Económica de Bens e Recursos Ambientais (VEBRA). Esta quantificação permite obter os custos e benefícios directos e indirectos da mudança qualitativa e quantitativa dos bens e serviços ambientais e seus impactos, daí a sua relevância na avaliação de projectos, medidas e políticas governamentais. O objectivo deste trabalho é efectuar uma análise crítica, sustentada numa revisão bibliográfica, dos critérios de valoração económica de bens ambientais, com maior incidência nos métodos que utilizam mercados de bens complementares e mercados hipotéticos. Conclui-se que a quantificação da qualidade ambiental, para além de complexa, atribui a cada critério determinados pressupostos, tornando-os inaplicáveis a todas as situações. De facto, se a qualidade ambiental dos bens convencionais possui complementaridade evidente, ainda que em diferente medida, os valores atribuídos aos recursos poderão ser subestimados e os mercados complementares/substitutos constituir parâmetros ineficientes
- Análise da produção e comercialização de produtos DOP da Cabra Serrana TransmontanaPublication . Cabo, Paula; Matos, Alda; Fernandes, António; Ribeiro, Maria IsabelNo Nordeste Transmontano, a caprinicultura baseada na raça Serrana, ecótipo Transmontano, assume, desde há séculos, uma relevância significativa para a economia da região. O sistema de exploração segue, ainda, o modelo tradicional de exploração de pastoreio extensivo, que proporciona aos animais uma alimentação que permite a obtenção de produtos de elevada qualidade. Contudo, a reduzida escala das explorações condiciona as opções estratégicas disponíveis e dita a aposta em produtos de qualidade premium, cuja mais valia é reconhecida pelo consumidor. A adoção de marcas coletivas e selos de qualidade europeus como a Denominação de Origem Protegida (DOP) ou a Indicação Geográfica Protegida (IGP) são exemplos dessa estratégia. Esta comunicação visa contribuir para o fomento da caprinicultura em Trás-os-Montes, através do desenvolvimento e valorização dos produtos tradicionais de qualidade a ela associados, designadamente, o Queijo de Cabra Transmontano (QCT) e o Cabrito Serrano Transmontano (CST). METODOLOGIA Metodologicamente, recorreu-se a dados secundários fornecidos pelo Gabinete de Planeamento e Políticas, abarcando o período de 2003 a 2012. O estudo engloba uma análise temporal dos indicadores de produção e comercialização do QCT e do CST, incluindo a comparação com a globalidade dos segmentos dos referidos produtos com e sem certificação. RESULTADOS E DISCUSSÃO Em 2012 existiam em Portugal 17 queijos DOP, sendo que 6 não foram produzidos e certificados como tal. Quanto ao QCT a sua contribuição resumia-se a 1% do total da produção de queijos DOP. Era, todavia, o único queijo cuja matéria-prima animal provinha unicamente de caprinos. Ao longo do período de análise, a produção de QCT sofreu oscilações significativas em termos de volume, refletindo-se numa perda global de 5,6%. Este facto afetou negativamente o seu valor, contudo, esse decréscimo foi parcialmente compensado pela subida no preço, pelo que, globalmente, o valor da produção cresceu 15%. No que respeita ao preço, até 2007, o preço de QCT era superior ao do queijo não certificado em cerca de 30% (2€/Kg). Este diferencial reduziu-se a partir de 2008, altura em que ambos os produtos sofreram acréscimos no preço de venda. Porém, esse incremento foi superior para os queijos não certificados, tornando menos atrativa a opção pela certificação. Também os preços globais dos queijos DOP sofreram um decréscimo de cerca de 8,8%, reforçando a ideia de que a certificação não se reflete numa mais-valia em termos de preço para o produtor. Quanto à comercialização, o QCT é vendido pelo agrupamento, contrariamente à generalidade dos queijos qualificados, que são maioritariamente comercializados pelos produtores ou por outra entidade e apenas 21% pelos agrupamentos. O QCT destina-se tanto aos mercados local/regional como nacional, contrariamente à globalidade dos queijos certificados que são preferencialmente vendidos para o mercado nacional (80%). As empresas transformadoras, associações de produtores e embaladores são os canais mais utilizados para escoar o QCT. O comércio tradicional é responsável pelo escoamento de aproximadamente ¼ da produção e a venda direta ao consumidor surge em 3º lugar. Em termos de distribuição mensal verifica-se que o QCT é comercializado durante todo o ano, embora mais intensamente no outono e nas épocas festivas natalícias e estivais. Os restantes queijos DOP distinguem-se pelo destaque adicional do mês de fevereiro (carnaval). Em 2012 existiam em Portugal 6 carnes de caprino DOP/IGP, sendo apenas produzida e certificada a carne do CST. A sua produção sofreu oscilações significativas no volume de produção ao longo do período de análise, refletindo-se numa perda global de 10,4.%. Este facto foi parcialmente compensado pelo crescimento do preço, pelo que o valor da produção experimentou um acréscimo global de apenas 1,3%. Ainda quanto ao preço, o CST era, em 2003, comercializado abaixo do preço médio da carne de caprino certificada, em cerca de 2 €/kg. Esta diferença esbateu-se ao longo dos anos, essencialmente, devido ao incremento global de 13,4% no preço do CST. Comparativamente, o cabrito sem certificação apresentou uma relativa estabilidade de preços, sendo comercializado a um preço de aproximadamente 11% abaixo do CST. O CST é exclusivamente comercializado pelo agrupamento de produtores, contrariamente às restantes carnes certificadas. O mercado de destino da carne de CST é maioritariamente o mercado local/regional (60,7%), enquanto que as restantes carnes certificadas se destinavam essencialmente ao mercado nacional. O número de abates do CST é mais elevado durante as festividades da Páscoa e Natal, tendo a maior parte da carne como destino a restauração, seguida dos talhos e venda direta ao consumidor. Tem igualmente havido algumas tentativas de comercialização em feiras e em médias e grandes superfícies. As restantes carnes de caprino certificadas destinavam-se quase na totalidade (> 90%) às médias e grandes superfícies. CONCLUSÕES Os resultados confirmam a crescente valorização do mercado dos produtos DOP da Cabra Serrana Transmontana, traduzida pelo acréscimo nos preços de ambos os produtos. Contudo essa valorização não mostrou ainda repercussões em termos de volume de produção. De facto, trata-se de produtos geradores de maior valor acrescentado que os seus homólogos não certificados. Apesar disso, o preço que o consumidor está disposto a pagar ainda não é suficientemente elevado para tornar a atividade atrativa em termos de rentabilidade, assistindo-se à diminuição global do número de explorações em atividade. Denotam-se igualmente dificuldades de acesso destes produtos ao mercado nacional, bem como a falta de modalidades de escoamento alternativas às “tradicionais”, seja por restrições geográficas ou por reduzido volume de produção. Dificuldades que atestam uma enorme resiliência dos criadores. De facto, o CST foi a única carne com produção certificada em 2012 e historicamente remunerada a preços inferiores às restantes carnes de caprino certificadas (diferenciais até 5€/kg). Por fim, salienta-se a importância do associativismo para o desenvolvimento da atividade, em especial o papel crucial do agrupamento gestor na comercialização dos produtos DOP da Cabra Serrana Transmontana.
- Análise da produção e comercialização de produtos DOP da cabra Serrana TransmontanaPublication . Cabo, Paula; Matos, Alda; Fernandes, António; Ribeiro, Maria IsabelEste estudo visa contribuir para o fomento da caprinicultura em Trás-os-Montes, através do desenvolvimento de produtos tradicionais de qualidade. Para tal, analisa a produção e comercialização de produtos qualificados como Denominação de Origem Protegida da região Transmontana, obtidos a partir da cabra Serrana, designadamente, o Queijo de Cabra Transmontano e o Cabrito Transmontano. A metodologia teve por base fontes documentais, publicadas pelo Gabinete de Planeamento e Políticas. O estudo engloba uma análise temporal (2003-2012) de indicadores de produção e comercialização dos referidos produtos e a comparação com produtos similares. O Queijo de Cabra Transmontano é o único queijo confecionado exclusivamente com leite de cabra. A sua produção sofreu uma perda global de volume de 5,6%, mitigada por um acréscimo médio anual de 2,4% no preço. Contudo, a análise comparativa dos preços mostra que a opção pela qualificação do produto tem vindo a perder vantagem, ou seja, a certificação nem sempre se reflete num acréscimo de preço ao produtor. Este queijo é comercializado pelo agrupamento, para os mercados local/regional e nacional, sendo as empresas transformadoras, associações de produtores e embaladores os canais preferenciais para o seu escoamento. O Cabrito Transmontano foi a única carne certificada de caprino com produção, em 2012. A sua produção sofreu uma perda global de volume de 10,4%, compensada pelo aumento global do preço em 21,9%. A análise comparativa dos preços mostra que embora a carne de Cabrito Transmontano seja a carne certificada vendida ao menor preço médio, é a que apresenta uma maior capacidade para explorar as vantagens da certificação, traduzida pelo maior diferencial médio entre o preço do produto com e sem certificação. Este cabrito é comercializado pelo agrupamento e dirigido essencialmente para os restaurantes e talhos da região.
- Análise estratégica da denominação de origem protegida carne mirandesaPublication . Ribeiro, Maria Isabel; Matos, Alda; Fernandes, AntónioA identificação de linhas de orientação estratégica para a DOP (Denominação de Origem Protegida) da Carne Mirandesa é o tema central deste artigo. Para o fazer, realizou-se uma análise SWOT (Strengths, Weaknesses, Opportunities and Threats) na qual o crescimento concentrado, a diferenciação do produto e a qualidade, emergiram como estratégias que, na actualidade, constituem o pilar lucrativo da fileira. A estratégia de desenvolvimento do produto, de que é exemplo o chouriço mirandês, encontra-se numa fase inicial de implementação. Por seu lado, a diversificação concêntrica surge como uma estratégia capaz de valorizar partes da carcaça até agora pouco ou nada aproveitadas. Num cenário optimista, no qual se consiga aproveitar todo o potencial da actividade, as estratégias de penetração e desenvolvimento de mercado poderão vir a revelar-se interessantes. Num cenário mais pessimista, cujos estrangulamentos não possam ser debelados, resta prosseguir uma estratégia de redução de custos e, em última instância, a liquidação da actividade.
- Atitudes e comportamentos dos alunos de uma instituição de ensino superior face ao empreendedorismoPublication . Ribeiro, Maria Isabel; Fernandes, António; Cabo, Paula; Matos, AldaEste trabalho tem por objetivo compreender as perceções e atitudes dos estudantes portugueses de uma instituição pública de ensino superior sobre a criação de novos negócios. Para o efeito, foi desenvolvido um estudo observacional, quantitativo, transversal e descritivo, baseado numa amostra acidental de 336 alunos. Os dados foram recolhidos em finais de 2014 e início de 2015 e, posteriormente, analisados com recurso ao software SPSS. Para os alunos inquiridos, a probabilidade de ser capaz de criar um negócio bem-sucedido é, em média, 47% e a idade certa para o fazer é, em média, de 28 anos. Cerca de 49% dos inquiridos estão interessados em criar um novo negócio a partir de uma ideia pois permite-lhes a independência pessoal. Finalmente, a maioria dos respondentes considera que a criação de empresas seria encorajada se a instituição de ensino disponibilizasse ideias aos estudantes dispostos a criar novos negócios. Os alunos reconheceram a prevalência de empresários do sexo masculino na arena empresarial portuguesa. Apesar de serem muito otimistas em relação à taxa de sobrevivência de start-ups, os alunos mostram ser pouco pró-ativos.
- Avaliação da eficácia organizacional das escolas superiores agrárias portuguesasPublication . Fernandes, António; Ribeiro, Maria Isabel; Matos, Alda; Cabo, PaulaOs institutos politécnicos com ensino superior agrário encontram-se dispersos por todo o território nacional. Com esta distribuição geográfica pretendeu-se imprimir uma nova dinâmica aos territórios nos quais foram implantados. Mas, coloca-se a questão: será que as escolas superiores agrárias responsáveis, nestas instituições, pelo ensino das ciências agrárias têm vindo a cumprir a sua missão com eficácia? Esta comunicação visa responder a esta questão. Para isso, apresentam-se os resultados da avaliação destas unidades orgânicas no que diz respeito à eficácia organizacional. Os resultados foram obtidos a partir de 63 indicadores que permitem avaliar 3 domínios de eficácia, nomeadamente, o domínio académico, o domínio da motivação e o domínio da adaptação externa. Em 2005 procedeu-se à recolha dos dados com recurso a um inquérito administrado, directamente, aos presidentes e vice-presidentes das escolas superiores agrárias. O inquérito foi enviado por correio electrónico ao universo em estudo para que todos tivessem a mesma oportunidade de responder. Os resultados, medidos numa escala de Likert que varia de 1 (nada importante) a 5 (muito importante), revelam níveis de eficácia globalmente aceitáveis. No domínio académico e no domínio da motivação esses níveis correspondem, respectivamente, a 3,08 e 2,95. O nível de eficácia é mais elevado no domínio da adaptação externa (3,77). De alguma forma, este facto pode ser explicado pela natureza dos subsistemas de ensino superior, nos quais estas unidades orgânicas estão integradas. Igualmente, pode-se afirmar que estas unidades orgânicas poderão vir a contribuir, de forma ainda mais activa, para a dinâmica dos territórios. Para isso, não deverão perder de vista aquele que deve continuar a ser o seu principal objectivo – a procura da excelência.
