Percorrer por autor "Faria, Ana"
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- Transferência da cama para a macaPublication . Araújo, Tiago; Rodrigues, Elsa; Faria, Ana; Mendes, Eugénia; Novo, André; Ribeiro, OlgaA transferência de um local para o outro é uma intervenção de enfermagem que tem em vista ajudar a pessoa dependente ou com mobilidade comprometida a alcançar posições que se coadunem com os objetivos terapêuticos, tanto do ponto de vista da recuperação como da prevenção de complicações. Implica mover a pessoa de um local para o outro (Conselho Internacional de Enfermeiros, 2019), sendo que, no caso da transferência da cama para a maca, o movimento ocorre de uma superfície plana para outra (Bergman & Jesus, 2022). Antes de ser concretizada a transferência da pessoa, os enfermeiros devem considerar aspetos relacionados com a pessoa a transferir, com o ambiente e com o próprio profissional (Administração Central dos Serviços de Saúde, 2011; Bergman & Jesus, 2022).
- Transferir-se com ajuda da cama para cadeira/cadeira de rodasPublication . Araújo, Tiago; Rodrigues, Elsa; Faria, Ana; Mendes, Eugénia; Novo, André; Ribeiro, OlgaTransferência é um padrão de movimento pelo qual se desloca e muda o corpo de uma pessoa de uma superfície para outra, sendo que a técnica de transferência depende de várias características da pessoa, nomeadamente grau de dependência, altura e peso, capacidade em compreender, vontade em colaborar e condição clínica (Ordem dos Enfermeiros, 2013). De acordo com o Conselho Internacional de Enfermeiros (ICN) (ICN, 2019), a capacidade para se transferir reporta-se à capacidade para se deslocar e mudar o corpo de um local para outro. Neste seguimento, transferir da cama para a cadeira/cadeira de rodas implica uma mudança da pessoa da posição de deitada para sentada. Dependendo das características da pessoa, a transferência pode realizar-se com ajuda parcial ou ajuda total (Lourenço & Moreno, 2016). Em consonância com a tipologia de ajuda, a transferência da pessoa pode ser concretizada com um ou dois profissionais, assegurando as condições de segurança, tanto para os próprios profissionais como para a pessoa a transferir. Independentemente da situação, é aconselhado o recurso a equipamento de apoio, na medida em que a sua utilização minimiza o risco de lesões musculoesqueléticas relacionadas com o trabalho nos profissionais (Andersen et al., 2014).
