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- Aerobic exercise training in acute heart failure patients: an integrative reviewPublication . Delgado, Bruno; Oliveira, Isabel de Jesus; Gomes, Bárbara; Novo, AndréIntroduction: Decompensated Heart Failure patients are characterized by functional dependence and low exercise tolerance. Aerobic exercise can improve symptoms, promoting functional capacity and an increase of exercise tolerance. However, the benefits of early rehabilitation for inpatients have not been validated yet. Objective: To identify the use of aerobic exercise training in acute heart failure patients and, as secondary objective, to determine the feasibility, safety and effectiveness of such intervention. Methods: An integrative review with a search in PubMed, Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature, Scientific Electronic Library Online and Cochrane Library was conducted on January of 2020, to identify randomized controlled trials comparing patients who performed aerobic exercise training during inhospital stay, with patients who only performed usual care, published from January 2014 to December 2019. Additional hand search was performed in the national repository of academic works. The search retrieved 381 articles. Only one met the inclusion criteria. Results: One RCT was identified, with an assessment of high risk of bias, comparing patients who performed in-bed cycloergometer with patients who performed the same intervention with non-invasive ventilation and control group. The use of non-invasive ventilation lead patients to present a better performance, but even patients without non-invasive ventilation had significantly better results than the ones who only performed the usual care. Conclusions: Despite the results pointing some benefits, there is insufficient data to determine the feasibility, safety and effectiveness of aerobic exercise training in acute heart failure inpatients. More research is needed to validate its use.
- Atividade e exercício físico em enfermagem de reabilitação: análise documental baseada em evidência e teorias de enfermagemPublication . Loureiro, Maria; Delgado, Bruno; Vaz, Sérgio; Martins, Maria Manuela; Schoeller, Soraia Dornelles; Novo, AndréO aconselhamento e prescrição de atividade e exercício físico é uma intervenção central na prática dos Enfermeiros Especialistas em Enfermagem de Reabilitação (EEER). Alinhada com guidelines internacionais e fundamentada em Modelos e Teorias de Enfermagem, essa prática visa promover a funcionalidade, a autonomia e a qualidade de vida de pessoas com necessidades de cuidados de reabilitação. Objetivo: Discutir o aconselhamento e prescrição de atividade e exercício físico pelos Enfermeiros Especialistas em Enfermagem de Reabilitação. Metodologia: Análise documental de guidelines internacionais da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do American College of Sports Medicine (ACSM), de fundamentação teórica baseada em Modelos e Teorias de Enfermagem e dos referenciais legais para o exercício da prática especializada em Enfermagem de Reabilitação. Resultados: O aconselhamento e prescrição de atividade e exercício físico pelos EEER revela-se uma intervenção essencial na promoção da funcionalidade e autonomia, bem como na prevenção e reabilitação de condições agudas e crónicas, com consequente impacto na capacidade de autocuidado e qualidade de vida. Os EEER utilizam abordagens baseadas em guidelines internacionais, como as recomendações da OMS e do ACSM, garantindo segurança e eficácia do aconselhamento e prescrição de atividade e exercício físico. Os EEER possuem competências específicas que permitem a conceção, implementação e monitorização de programas de atividade e exercício físico, assegurando a sua adaptação ao contexto clínico, aos objetivos terapêuticos e à própria pessoa. A fundamentação teórica em Modelos e Teorias de Enfermagem reforça a relevância da atividade e exercício físico como um meio de reabilitação e promoção da qualidade de vida. Conclusão: A prescrição de atividade e exercício físico pelos EEER é uma prática baseada em evidência científica, alinhada com as guidelines internacionais e fundamentada em Modelos e Teorias de Enfermagem, de forma a promover a autonomia, a funcionalidade e a qualidade de vida das pessoas com necessidade de cuidados de reabilitação.
- Atividade física e exercício físicoPublication . Delgado, Bruno; Gomes, Bárbara; Mendes, Eugénia; Preto, Leonel; Novo, André“Reabilitação cardíaca: evidência e fundamentos para a prática” é um livro organizado e maioritariamente escrito por 6 pessoas geograficamente afastadas, mas que o destino quis juntar. O que nos une? A paixão pela reabilitação e, mais em concreto, pela reabilitação cardíaca. Para além dos 6 principais autores, este livro contou com a preciosa colaboração de mais de 30 autores distribuídos ao longo dos diferentes capítulos.Existia em Portugal um défice de literatura aglutinadora sobre reabilitação cardíaca. Assim, procurámos organizar neste livro as melhores e mais recentes evidências e fundamentos científicos que servem de alicerces para uma prática segura e eficiente. Esperamos que este livro não se encerre em si mesmo e estimule quem nos lê a procurar ainda mais evidências e fundamentos sobre reabilitação cardíaca.Este livro é direcionado para profissionais. Se não é um profissional de saúde, ler o conteúdo deste livro não habilita para a implementação de programas de reabilitação cardíaca. Os programas de reabilitação cardíaca devem ser geridos por profissionais de saúde especializados e experientes. Se é um paciente e não tem orientação, procure um profissional de saúde que o possa ajudar.
- A atividade física e o exercício físicoPublication . Novo, André; Mendes, Eugénia; Lopes, Ivo; Preto, Leonel; Loureiro, Maria; Delgado, BrunoA enfermagem de reabilitação tem como alvo a pessoa com necessidades especiais ao longo do ciclo vital. Visa o diagnóstico e a intervenção precoce, a promoção da qualidade de vida, a maximização da funcionalidade, o autocuidado e a prevenção de complicações, evitando as incapacidades ou minimizando as mesmas (Mesa do Colégio de Especialidade de Enfermagem de Reabilitação da Ordem dos Enfermeiros, 2015). Desta forma, o treino de exercício para as pessoas com necessidades especiais toma-se uma ferramenta essencial, constituindo-se muitas vezes como um coadjuvante terapêutico essencial para cumprir os desígnios da enfermagem de reabilitação.
- A atividade física na pessoa com intolerância à atividadePublication . Loureiro; Maria; Delgado, Bruno; Duarte, João; Ângela, Óscar; Novo, AndréAs doenças cardíacas são um dos mais significativos desafios de saúde no mundo de hoje e uma das principais causas de morbi-mortalidade, com impactos económicos e de saúde elevados (Tsao et al., 2022). Uma das manifestações clínicas mais comuns na pessoa com doença cardíaca é a intolerância à atividade (IA), sendo um foco importante de avaliação e intervenção. A IA é definida como a falta de capacidade para manter a energia física e psicológica, suficiente para tolerar ou completar as atividades diárias necessárias ou desejadas, com associação a cansaço fácil e movimentos corporais extenuantes (Conselho Internacional de Enfermagem, 2011). Também é descrita como uma incapacidade de realizar atividades físicas (AF) acompanhada de sintomas como a dispneia e/ou fadiga. A IA é desta forma uma marca registada de doença cardíaca crónica, ex. insuficiência cardíaca (Del Buono et al., 2019; Tucker et al., 2020) e/ou aguda, ex. doença cardíaca isquémica (Rasch-Halvorsen et al., 2020; Tajima et al., 2019), e está associada à redução da qualidade de vida (QV) e aumento da mortalidade. Ainda que seja um sintoma de elevada prevalência na pessoa com doença cardíaca, a sua génese parece multifatorial, e a idade surge como um fator de risco/agravamento importante (Upadhya et al., 2015). A IA pode ter diagnóstico em internamento ou ser monitorizada em contexto de gestão da doença cardíaca.
- Avaliação da segurança do teste de marcha de 6 minutos em pessoas transplantadas cardíacasPublication . Loureiro, Maria; Duarte, João; Delgado, Bruno; Mendes, Eugénia; Novo, AndréO transplante cardíaco é atualmente uma alternativa cirúrgica amplamente aceite para tratar pessoas com IC grave cuja terapêutica medicamentosa não consiga controlar a progressão da doença e manter qualidade de vida adequada. A evidência cientifica sugere que a reabilitação cardíaca, com enfoque no exercício, pode ser eficaz na reversão das consequências do descondicionamento físico prévio, das alterações fisiopatológicas associadas à desnervação cardíaca, na prevenção de reações adversas induzidas por imunossupressão. A prescrição e avaliação das intervenções no contexto da reabilitação cardíaca são um processo complexo, não sendo sempre consensuais os instrumentos a utilizar para a mensuração e prescrição de exercício. O teste de marcha de 6 minutos (TM6m) tem sido utilizado como forma de avaliação da capacidade funcional, estadiamento clínico, prognóstico cardiovascular e monitorização de programa de reabilitação. A segurança e o impacto metabólico são pouco descritos na literatura no que se refere a pessoas transplatandas cardíacas. Objetivo: Avaliar a segurança do Teste de Marcha de 6 minutos em pessoas transplantadas cardíacas, em fase III de Reabilitação Cardíaca. Método: 31 transplantados, 25 homens e 6 mulheres, com idade média de 58,19 (9,57) anos e tempo de transplante médio de 5,47 (4,40) anos foram submetidos a avaliação pelo TM6m, com monitorização eletrocardiográfica por telemetria e com registo inicial e final da frequência cardíaca, tensão arterial sistólica e diastólica. Foi também aplicada a Escala de Borg Modificada antes e depois do TM6m. Foram ainda registados os parâmetros antropométricos: altura, peso e inferido o índice de massa corporal. O TM6m foi realizado de acordo com as linhas orientadoras da American Thoracic Society. Para cálculo dos valores do TM6m esperado foram usadas as equações definidas por Enright & Sherrill para população saudável: ♂: DTC6m = (7,57 x estaturacm) – (5,02 x idadeanos) – (1,76 x pesokg) – 309; r2 = 0,42 ♀: DTC6m = (2,11 x estaturacm) – (2,29 x pesokg) – (5,78 x idadeanos) + 667; r2 = 0,38. Foram definidos os seguintes critérios de inclusão: participar de forma livre e voluntária no estudo, ter sido transplantado há mais de 3 meses e não apresentar nenhuma contra indicação clínica para a participação nas avaliações. Resultados: Pela análise dos resultados podemos observar que há alterações com significado estatístico quando comparadas as avaliações antes e depois de realizar o TM6m, relativamente à Escala de Borg (p=0,000) e Frequência Cardíaca (p=0,007). De realçar ainda que os resultados do TM6m avaliado são estatisticamente inferiores (p=0,000) aos valores do TM6m esperado. Das 31 pessoas que executaram o TM6m apenas duas desistiram a meio, tendo cumprido 3 e 3,5 minutos de prova. Foram registados 0 eventos adversos. Nenhuma pessoa avaliada apresentou resultado do TM6m superior ao esperado. Conclusão: O comportamento clínico e eletrocardiográfico sugere que este método de avaliação é seguro, mas pode ser considerado de alta intensidade para algumas das pessoas transplantadas. Variáveis relacionadas com o desempenho no TM6m podem facilitar a prescrição de exercício e monitorização de resultados em programas de intervenção de Enfermagem de Reabilitação, assim como mensurar a capacidade funcional pós transplante. Pessoas transplantadas cardíacas têm mais intolerância à atividade que pessoas saudáveis.
- Capacidade funcionalPublication . Delgado, Bruno; Novo, André; Mendes, Eugénia; Lopes, Ivo; Preto, Leonel; Gomes, Catarina Maria Graça Peixoto“Reabilitação cardíaca: evidência e fundamentos para a prática” é um livro organizado e maioritariamente escrito por 6 pessoas geograficamente afastadas, mas que o destino quis juntar. O que nos une? A paixão pela reabilitação e, mais em concreto, pela reabilitação cardíaca. Para além dos 6 principais autores, este livro contou com a preciosa colaboração de mais de 30 autores distribuídos ao longo dos diferentes capítulos.Existia em Portugal um défice de literatura aglutinadora sobre reabilitação cardíaca. Assim, procurámos organizar neste livro as melhores e mais recentes evidências e fundamentos científicos que servem de alicerces para uma prática segura e eficiente. Esperamos que este livro não se encerre em si mesmo e estimule quem nos lê a procurar ainda mais evidências e fundamentos sobre reabilitação cardíaca.Este livro é direcionado para profissionais. Se não é um profissional de saúde, ler o conteúdo deste livro não habilita para a implementação de programas de reabilitação cardíaca. Os programas de reabilitação cardíaca devem ser geridos por profissionais de saúde especializados e experientes. Se é um paciente e não tem orientação, procure um profissional de saúde que o possa ajudar.
- Cardiac rehabilitation and caregivers challenges a scoping reviewPublication . Loureiro, Maria; Parola, Vítor; Duarte, João; Oliveira, Isabel; Coutinho, Gonçalo; Martins, Maria Manuela; Novo, André; Delgado, BrunoMap the interventions directed to the caregiver of heart disease (HD)patients in cardiac rehabilitation programs (CRP) that promote their role and health. Scoping Review guided by the Joanna Briggs Institute method. Two independent reviewers assessed articles for relevance and extracted and synthesized data. Inclusion criteria comprised articles published in English, Spanish and Portuguese since 1950. The following databases were searched: CINAHL Complete (Via EBSCO); Medline (via PubMed); Scopus, PEDro, e Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP). From 351 articles retrieved, ten were included in the review. Different interventions were identified directed to the caregiver of HD patients: educational interventions and lifestyle changes, physical exercise, psychological interventions/stress management, and a category "Other" with training interventions in basic life support, elaboration of guidelines/recommendations and training for the role of caregiver. Regarding the population, heart failure patient caregivers are the primary intervention targets, followed by caregivers of patients with ischemic disease and integrated into CRP. Regarding the context, there is a concern that the professional intervention with the caregivers should be mainly at home (home-based), using face-to-face and telehealth monitoring, often combined, with references also to the hospital context, primary health care and rehabilitation center. Conclusions and implications for the clinical practice: It was found that most of the identified cardiac rehabilitation interventions are aimed at the dyad HD patient and caregiver/family. Including specific interventions targeting caregivers improves the caregiver’s health and empowers him/her. Patients care planning should include interventions specifically aimed at them that result into health gains for caregivers and patients, aiming at the quality of care.
- Characteristics of good response to aerobic axercise training in decompensated heart failure patientsPublication . Delgado, Bruno; Lopes, Ivo; Gomes, Bárbara; Novo, AndréExercise training is an excellent tool to promote functional capacity in chronic heart failure (HF) patients. Although its benefits in this population, it needs to be demonstrated in decompensated HF patients. A way to optimize an intervention is to evaluate who are the good responder and understand the causes of no response. Knowing the factors of good response is also important to emphasize the feasibility of an intervention and to deliver it to the ones who get the most benefit of it. Purpose To identify the characteristics that lead a patient to have a better response to an aerobic exercise training program for decompensated HF inpatients – ERICHF (early rehabilitation in cardiology – heart failure) Methods 50 patients who performed ERICHF program during the phase of stabilization were evaluated in terms of their sociodemographic, functional and physiological characteristics and performance during the program. The main variable used to understand the performance of the patients was the variation of the distance walked in the 6minute walking test (6MWT), performed as soon as the patient were able to do it (6MWTinicial) and at discharge (6MWTdischarge). A multiple linear regression was made in order to determine which variables are related to a better variation on the 6MWT, namely: age, LCADL and Barthel index (BI) scores at admission and discharge, number of days of hospitalization, number of cardiovascular risk factors, NYHA class, etiology of HF and ventricular function. DurbinWatson test was used to analyze the existence of independence of residual random variables. It was assumed a significance level at p<0.05. Results: Patient’s average age was 71 (±11) years old, 34 are male, 80% are in NYHA class III and 73% have severe left ventricular depression. Patients present a median of 76 points in BI at admission (minimum of 45 and maximum of 97) and a median of 32 at LCADL (minimum of 24 and maximum of 45 points). The mean distance walked in the 6MWTinicial performed by the patients was 199,9 (±115,9) meters and 287,6 (±128,9) meters at 6MWTdischarge, representing a 87,7 (±170,6) meters variation. According to the linear regression, an equation was obtained: Difference of the 6MWT = 454,6941* 6MWTinitial+2,981*Barthelinitial5,554* age. This equation explains 65% of the variation of the model in this sample of patients. Using this variables it’s possible to know how much distance a patient can walk, and understand if he is going to have a good performance in the program. Conclusions Patients with the worst results in the initial 6MWT, higher initial Barthel and younger ages, will get the most gains in terms of difference walked between the initial and final 6MWT and have the most benefit from the intervention program.
- Characteristics of good response to aerobic exercise training in decompensated heart failure patientsPublication . Delgado, Bruno; Lopes, Ivo; Gomes, Bárbara; Novo, AndréExercise training is an excellent tool to promote functional capacity in chronic heart failure (HF) patients. Although its benefits in this population, it needs to be demonstrated in decompensated HF patients. A way to optimize an intervention is to evaluate who are the good responder and understand the causes of no response. Knowing the factors of good response is also important to emphasize the feasibility of an intervention and to deliver it to the ones who get the most benefit of it. Purpose To identify the characteristics that lead a patient to have a better response to an aerobic exercise training program for decompensated HF inpatients – ERICHF (early rehabilitation in cardiology – heart failure) Methods 50 patients who performed ERICHF program during the phase of stabilization were evaluated in terms of their sociodemographic, functional and physiological characteristics and performance during the program. The main variable used to understand the performance of the patients was the variation of the distance walked in the 6minute walking test (6MWT), performed as soon as the patient were able to do it (6MWTinicial) and at discharge (6MWTdischarge). A multiple linear regression was made in order to determine which variables are related to a better variation on the 6MWT, namely: age, LCADL and Barthel index (BI) scores at admission and discharge, number of days of hospitalization, number of cardiovascular risk factors, NYHA class, etiology of HF and ventricular function. DurbinWatson test was used to analyze the existence of independence of residual random variables. It was assumed a significance level at p<0.05. Results: Patient’s average age was 71 (±11) years old, 34 are male, 80% are in NYHA class III and 73% have severe left ventricular depression. Patients present a median of 76 points in BI at admission (minimum of 45 and maximum of 97) and a median of 32 at LCADL (minimum of 24 and maximum of 45 points). The mean distance walked in the 6MWTinicial performed by the patients was 199,9 (±115,9) meters and 287,6 (±128,9) meters at 6MWTdischarge, representing a 87,7 (±170,6) meters variation. According to the linear regression, an equation was obtained: Difference of the 6MWT = 454,6941* 6MWTinitial+2,981*Barthelinitial5,554* age. This equation explains 65% of the variation of the model in this sample of patients. Using this variables it’s possible to know how much distance a patient can walk, and understand if he is going to have a good performance in the program. Conclusions Patients with the worst results in the initial 6MWT, higher initial Barthel and younger ages, will get the most gains in terms of difference walked between the initial and final 6MWT and have the most benefit from the intervention program.
