Percorrer por autor "Cruz, Fernanda Cristina Ramos Morgado da"
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- Qualidade de vida e saúde de pessoas submetidas a cirurgia de descompressão do nervo medianoPublication . Preto, Leonel; Cruz, Fernanda Cristina Ramos Morgado da; Mendes, Eugénia; Novo, AndréEnquadramento: A Síndrome do Túnel Cárpico (STC) é uma doença musculoesquelética que afeta a funcionalidade superior. Objetivo: Avaliar, no pré-operatório e aos dois meses pós-cirurgia, a gravidade dos sintomas e o estado funcional, através do Questionário de Boston (QB) e a qualidade de vida através do SF-36 v2. Metodologia: Estudo prospectivo, realizado em 50 pacientes (60,7±11,7 anos) submetidos a cirurgia de descompressão. Os participantes eram maioritariamente mulheres (52%) e, destas, 62% eram pós-menopáusicas. Como fatores de risco para a STC encontrámos ainda diabetes (8%), sobrepeso (48%), obesidade de grau I (26%) e grau II (4%). Resultados: No pré-operatório, a mão afetada apresentava valores significativamente inferiores de força de preensão e pinça digital quando comparada com a mão contralateral. Os resultados do follow-up sugerem diminuição da severidade dos sintomas e incremento do estado funcional. Conclusão: Mudanças significativas na direção da melhoria da qualidade de vida relacionada com a saúde, observadas nas sub-escalas do SF-36 v2: função física, dor corporal, saúde mental, desempenho emocional, função social e vitalidade.
- Qualidade de vida relacionada com a saúde em pacientes submetidos a cirurgia de descompressão do nervo medianoPublication . Cruz, Fernanda Cristina Ramos Morgado da; Preto, LeonelRealizámos um estudo prospetivo em 50 pacientes, com uma idade média de 60,7±11,7 anos, maioritariamente mulheres (52%), cirurgicamente intervencionados para resolução da Síndrome do Túnel Cárpico (STC). Eram diabéticos 8% dos participantes e 64% das mulheres eram pós-menopáusicas. Como fatores de risco para a STC encontrou-se ainda sobrepeso em 48% dos utentes da amostra, obesidade de grau I em 26% e obesidade grau II em 4%. O objetivo do estudo consistiu em avaliar a gravidade dos sintomas e o estado funcional, através do Questionário de Boston, e a qualidade de vida, através do MOS SF-36 v2 (versão portuguesa), aos 2 meses após cirurgia. No pré-operatório, verificou-se que a mão afetada apresentava valores significativamente inferiores de força de preensão palmar e força de preensão digital quando comparada com a mão contralateral (p<0,05). Relativamente aos resultados em saúde, salientamos os seguintes: na dimensão gravidade dos sintomas as diferenças observadas entre avaliações (3,9±0,5 versus 1,81±0,6) foram estatisticamente significativas (p<0,05). O estado funcional dos pacientes melhorou significativamente (p<0,05) entre avaliações (3,9±0,5 versus 2,5±0,5). Mudanças significativas na direção da melhoria da qualidade de vida foram ainda observadas nas seguintes sub-escalas de medida do SF-36 v2: Função física, dor corporal, saúde mental, desempenho emocional, função social e vitalidade.
- Sintomas e estado funcional antes e dois meses após cirurgia de descompressão do túnel cárpicoPublication . Preto, Leonel; Cruz, Fernanda Cristina Ramos Morgado da; Novo, André; Mendes, EugéniaEstudo prospetivo com dois meses de seguimento, cuja amostra foi constituída por todos os pacientes admitidos sucessivamente com o diagnóstico de STC no Serviço de Ambulatório, do Bloco Operatório na Unidade Hospitalar de Macedo de Cavaleiros (Unidade Local de Saúde do Nordeste), desde 1 de Outubro de 2013 até 30 de Março de 2014 (n=50), com o objetivo de avaliarmos a gravidade dos sintomas e o estado funcional através do Questionário de Boston (QB). O QB é um instrumento específico para avaliação de pacientes com STC (Levine et al., 1993). É composto por duas secções, avaliando uma delas a sintomatologia presente (como dor e parestesias) dimensão conhecida como gravidade dos sintomas (QB- GS); e a outra dimensão avalia o estado funcional (QB- EF) através de oito tarefas quotidianas pontuando-se as respostas desde um ponto (sem qualquer dificuldade com a atividade) até cinco pontos (não pode realizar a atividade em tudo). Os participantes eram maioritariamente mulheres (52%) e, destas, 62% eram pós-menopáusicas. Obtivemos, para a avaliação inicial, e no que respeita à GS, uma pontuação média de 3,9±0,5 pontos. Quanto ao EF, a pontuação média inicial foi também 3,9±0,5 pontos. Observando a literatura, concluímos que os nossos resultados entroncam nos encontrados por outros autores. Padua, Padua, Aprile, Caliandro e Tonali (2005) encontraram médias de 3,1±0,9 para a GS e 2,7±1,1 para o EF. Usando o mesmo instrumento, Meirelles et al (2006) encontraram um score para GS de 1,41±0,57 e para o EF de 1,59±0,93. Mudanças significativas na direção da melhoria do estado dos sintomas e do estado funcional foram observadas aos dois meses pós-cirurgia (p=0,000).
