Percorrer por autor "Costa, Laura"
A mostrar 1 - 3 de 3
Resultados por página
Opções de ordenação
- Emoções na saúdePublication . Machado, Dora; Brás, Manuel Alberto; Almeida, Assunção; Costa, Laura; Anes, EugéniaA evolução baseada nos progressos da investigação é essencial para a prática, nomeadamente quando falamos em saúde. Contudo, tal facto conduz ao aumento da esperança média de vida e, por conseguinte, a situações de dor e sofrimento prolongado. Por outro lado, inserir-se numa equipa multidisciplinar e trabalhar com utentes significa lidar com emoções variadas e potenciadoras de stress. Face ao exposto, a inteligência emocional, enquanto capacidade para avaliar as próprias emoções e de outros, discernindo o impacto que elas causam e utilizando essa informação para influenciar positivamente o comportamento, apresenta-se como essencial para um desempenho de cuidados humanizados e adequados e para um trabalho bem-sucedido. Objetivos: Este estudo pretende avaliar a importância da inteligência e da competência emocional nos profissionais de saúde. Metodologia: Realizou-se uma pesquisa bibliográfica, operacionalizada na SciELO, na biblioteca do conhecimento online e no Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal, limitada ao hiato temporal 2015-2021, com as seguintes palavras-chave: Profissional de Saúde; Inteligência Emocional. Definiram-se como critérios de inclusão: artigos publicados entre 2015 e 2021; acesso integral ao documento; artigos referentes a estudos quantitativos/qualitativos que retratem a temática pertinente ao objetivo do trabalho; artigos em português, inglês e espanhol. E como critérios de exclusão: artigos quantitativos/qualitativos que não abordem a temática; artigos que se distanciem do tema. Foram encontrados 409 artigos, tendo sido selecionados, após verificação dos critérios de inclusão e de exclusão 7 artigos. Resultados: A inteligência emocional poderá ser útil na gestão de emoções, prevenindo que os sentimentos experimentados se repercutam negativamente nos cuidados prestados (Rebelo & Martins, 2015). Além disso, contribui para um ambiente de trabalho mais agradável, afeta positivamente a satisfação no mesmo (Cavaco, 2015), associa-se ao sucesso profissional, pessoal, afetivo e económico (Júnior, 2018) e protege do Burnout (Cavaco, 2015). Sabe-se que, na sua ausência, a segurança do local de trabalho e dos procedimentos e a satisfação do utente e do profissional não ficam asseguradas (Doas, 2011). Conclusão: Muito embora pese a importância da inteligência emocional na prestação de cuidados em saúde ainda são poucas as investigações na área, a nível nacional (Sousa, 2015). Ainda assim, os estudos encontrados permitem concluir que a humanização, satisfação e segurança dos cuidados implicam um aumento da compreensão das emoções próprias e dos outros, por parte dos profissionais de saúde, pelo que a competência emocional nos mesmos é primordial.
- Emoções na saúdePublication . Machado, Dora; Brás, Manuel Alberto; Almeida, Assunção; Costa, Laura; Anes, EugéniaA evolução baseada nos progressos da investigação é essencial para a prática, nomeadamente quando falamos em saúde. Contudo, tal facto conduz ao aumento da esperança média de vida e, por conseguinte, a situações de dor e sofrimento prolongado. Por outro lado, inserir-se numa equipa multidisciplinar e trabalhar com utentes significa lidar com emoções variadas e potenciadoras de stress. Face ao exposto, a inteligência emocional, enquanto capacidade para avaliar as próprias emoções e de outros discernindo o impacto que elas causam e utilizando essa informação para influenciar positivamente o comportamento, apresenta-se como essencial para um desempenho de cuidados humanizados e adequados e para um trabalho bem-sucedido. Objetivos: Este estudo pretende avaliar a importância da inteligência e da competência emocional nos profissionais de saúde.
- Saúde em crisePublication . Machado, Dora; Costa, Laura; Brás, Manuel Alberto; Almeida, Assunção; Anes, Eugénia; Lourenço, AnaEm dezembro de 2019 a Organização Mundial de Saúde (OMS) foi informada de casos de pneumonia de etiologia desconhecida na cidade de Wuhan, China. Posteriormente foi isolado e identificado um novo Coronavírus – SARS-CoV-2. A 11 de março de 2020 a OMS declarou a pandemia, que implicou, mundialmente, a adoção de um conjunto de medidas urgentes que restringiram direitos e liberdades, potenciando situações de crise, nomeadamente na área da saúde. Objetivos: Este estudo pretende avaliar o impacto da Pandemia no acesso aos serviços de saúde, pelos utentes. Metodologia: Realizou-se uma revisão integrativa da literatura, de acordo com a metodologia PICO, cuja colheita de dados foi realizada em abril de 2021, nas bases de dados SciELO, RCAAP, Cochrane Library, LILACS, PubMed, com as seguintes palavras-chave: Pandemia; Acesso aos Serviços de Saúde. Definiram-se como critérios de inclusão artigos publicados e indexados nas bases de dados científicas, entre março de 2020 e abril de 2021,acesso integral ao documento, artigos referentes a estudos quantitativos/qualitativos que retratassem a temática pertinente ao objetivo do trabalho e que respondesse à questão orientadora e artigos em português, inglês e espanhol. E como critérios de exclusão artigos quantitativos/qualitativos que não abordassem a temática, artigos que não respondessem à questão orientadora e se distanciassem do tema e artigos de RIL, dissertações de mestrado ou teses de doutoramento. Foram encontrados 284 artigos, tendo sido selecionados, após verificação dos critérios de inclusão e de exclusão 3 artigos. Resultados: A análise dos artigos incluídos no estudo permitiu abordar o impacto das medidas restritivas, suscitadas pela Pandemia, no acesso aos cuidados de saúde. Conclusão: A Pandemia por Sars-Cov-2 trouxe implicações no acesso aos cuidados de saúde, verificando-se a suspensão de tratamentos, consultas e cirurgias, com priorização de situações de urgência e emergência, potenciando situações de morbimortalidade por doenças evitáveis e tratáveis.
