Percorrer por autor "Branco, Sara"
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- Are oaks locally adapted to serpentine soils?Publication . Branco, SaraSerpentine soils are extreme habitats known to be involved in processes of local adaptation and speciation of plants. Here I use a greenhouse reciprocaltransplant experiment to compile baseline data for describing patterns of serpentine local adaptation in Quercus ilex subsp. ballota (Holm Oak). I also tested the role of mycorrhizal fungi on the establishment and growth of seedlings on serpentine and non-serpentine soil. Non-serpentine seedlings grew more than serpentine seedlings in all treatments. Plants grew more on non-serpentine soil and mycorrhizal fungi positively infl uenced seedling growth. I did not fi nd evidence of better seedling performance in their home environment, suggesting the absence of local adaptation. However, I document signifi cant growth differences between serpentine and nonserpentine seedlings, which suggest physiological differences between seedlings from these two soil origins.
- Estudo da comunidade macrofúngica associada a Quercus pyrenaica Willd. no Parque Natural de MontesinhoPublication . Branco, Sara; Baptista, Paula; Martins, Anabela; Rodrigues, Ana PaulaO Parque Natural de Montesinho (PNM), devido à sua diversidade geológica, climática e orográfica, caracteriza-se por possuir numerosas comunidades vegetais. De entre estas, destacam-se os bosques de carvalho negral (Quercus pyrenaica Willd.), que constitui uma das principais vegetações arbóreas autóctones, representada sob a forma de pequenas manchas, e correspondendo a 3% da totalidade da área do Parque. Devido à intervenção humana, essencialmente por acção fogo e dos cortes intensos para obtenção de madeira, grande parte dos carvalhais têm vindo a ser substituídos por outras espécies, através de rearborizações. Devido à diminuição das áreas de carvalhal, atribuiu-se a este habitate o estatuto prioritário em termos de conservação da natureza pela Carta de Valores Floristícos do PNM. Dado o enorme contributo dos bosques de carvalho negral na diversificação paisagística, é importante estudar a comunidade macrofúngica que ocorre neste habitate, por forma promover a biodiversidade apoiada em modelos de exploração sustentáveis e de longo prazo. Neste sentido, seleccionou-se um carvalhal situado próximo de Oleiros (Bragança) onde, no período de Outono- Inverno e Primavera de 2001, 2002 e 2004, se procedeu, semanalmente à colheita de macrofungos. Estes eram transportados ao laboratório, separados e identificados até à espécie ou ao género. Durante os três anos de amostragem, foram encontradas 162 espécies macrofúngicas, pertencentes a 54 géneros, sendo os mais representativos Cortinarius com 17 espécies, Tricholoma com 14 espécies, Russula e Mycena com 13 espécies cada, Inocybe com 9 espécies, Amanita com 7 espécies, Ramaria com 6 espécies e Boletus, Hebeloma, Lactarius e Marasmius com 5 espécies cada. Quanto aos grupos funcionais, os macrofungos micorrízicos perfizeram 59% do total das espécies encontradas sendo os restantes 41% saprófitas. Muitas das espécies recolhidas no carvalhal encontram-se citadas na Lista Vermelha de alguns países europeus, das quais cabe destacar Amanita caesarea, classificada como em vias de extinção ou espécie gravemente ameaçada. Discute-se a diversidade de macrofungos em povoamentos de carvalho negral, tendo em conta a relação trófica com o ecossistema e a relevância do seu papel ecológico.
