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Título: Produção e valor nutritivo de pastagens de montanha
Autor: Pires, Jaime
Fernández-Núñez, E.
Fernandes, Adelaide
Pires, João
Bernardo, Adelino
Aguiar, Carlos
Galvão, Lurdes
Moreira, Nuno
Palavras-chave: Fertilização azotada
Maneio
Pastoreio
Feno
Composição florística
Proteína bruta
Digestibilidade
Data: 2012
Editora: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior Agrária, CIMO
Citação: Pires, Jaime; Fernández-Núñez, E.; Fernandes, Adelaide; Pires, João; Bernardo, Adelino; Aguiar, Carlos; Galvão, Lurdes; Moreira, Nuno (2012) - Produção e valor nutritivo de pastagens de montanha. In Fórum CIMO - Ciência e Desenvolvimento 2012. Bragança, p. 70-78. ISBN 978-972-745-146-3
Resumo: Os lameiros são tradicionalmente as pastagens de montanha em Portugal com maior importância para a produção animal, principalmente de bovinos. Estes agroecossistemas são deste modo uma componente fulcral para o funcionamento dos sistemas agro-pecuários de montanha, além do seu efeito positivo em termos ambientais e paisagísticos. Contudo, o seu estudo não tem tido a relevância que este tipo de culturas merecem nomeadamente em relação á sua produtividade e qualidade em termos forrageiros. Desde logo são de referir a inexistência de: a) valores de produção e de valor nutritivo nos períodos de pastoreio, assim como a sua evolução no período de crescimento para feno; b) dados sobre o efeito da fertilização na produção, valor nutritivo e composição florística; c) técnicas de maneio que permitam obter fenos de melhor qualidade em termos nutritivos. Para dar resposta a esta falta de informação foram desenvolvidos estudos nestas culturas em Trás-os-Montes (18 lameiros), com o objetivo de avaliar a produção e o valor nutritivo ao longo do ano, conjugado com a avaliação do efeito da fertilização azotada e do prolongamento do pastoreio na primavera. Dos resultados analisados pode-se concluir que os lameiros mais produtivos e de melhor qualidade apresentam valores de produção e de valor nutritivo ao longo do ano idêntico aos obtidos em pastagens semeadas com espécies melhoradas (12 % de proteína bruta, 58% de digestibilidade; 8 t de MS ha-1 de produção de pasto no corte para feno). O período de crescimento para feno não deve ser superior a 60-70 dias de forma a obter um feno com um mínimo de qualidade (> 10% de proteína bruta e 50% de digestibilidade). A adubação azotada provoca aumentos de produtividade, dos teores de proteína bruta, da proporção de gramíneas, do grau de cobertura do solo e diminuição das proporções de leguminosas e de outras famílias de plantas.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/10834
ISBN: 978-972-745-146-3
Aparece nas colecções:PTV - Artigos em Proceedings Não Indexados ao ISI/Scopus

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