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http://hdl.handle.net/10198/19049| Title: | DOUROZONE - Risco de ozono para a vinha duriense em clima atual e futuro |
| Author: | Miranda, Ana Isabel (Ed.) Rocha, Alfredo (Ed.) Ribeiro, A.C. (Ed.) Monteiro, Alexandra (Ed.) |
| Keywords: | Vinha duriense Clima Proução do vinho Portugal |
| Issue Date: | 2018 |
| Publisher: | Universidade de Aveiro |
| Citation: | Miranda, A.I., Rocha, A., Ribeiro, A.C., Monteiro, A. (Eds.), 2018. DOUROZONE - Risco de Exposição ao Ozono para a Vinha Duriense em Clima Atual e Futuro. Aveiro: Universidade. ISBN 978-972-789-552-6. |
| Abstract: | O ozono (O3) troposférico é um poluente atmosférico que pode danificar severamente a vegetação. É um poluente atmosférico secundário, i.e. não é emitido diretamente para atmosfera, mas formado através de reações fotoquímicas entre compostos precursores, sendo a sua produção favorecida em períodos de elevada temperatura e insolação (Seinfeld & Pandis, 2006). A vegetação é simultaneamente uma fonte de precursores e um consumidor de ozono. Emite precursores de ozono, como compostos orgânicos voláteis (COV), e remove ozono através da absorção pelos estomas, por deposição seca. Os efeitos fisiológicos da absorção de ozono pela vegetação manifestam-se através da redução da fotossíntese, aumento do envelhecimento ao nível celular e através de danos nos processos reprodutivos (Ainsworth et al., 2012), potenciando um aumento da suscetibilidade a doenças, uma diminuição do crescimento e da capacidade reprodutiva das plantas e a perda de biodiversidade. Os níveis elevados de ozono podem, pois, conduzir à perda de produtividade e qualidade dos campos agrícolas, e consequentemente, a perdas económicas (Avnery et al., 2011; Black et al., 2000; Feng et al., 2008). A resposta da planta ao ozono depende de vários fatores ambientais, tais como a temperatura, precipitação, concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera e disponibilidade de azoto (Ainsworth et al., 2012). Em condições meteorológicas muito quentes e secas, que proporcionam níveis elevados de ozono, o fluxo estomático é mínimo (Emberson et al., 2000). Ao estudar os efeitos do O3 na vegetação é necessário contemplar não só as concentrações de ozono, que determinam a exposição das culturas, mas também a deposição de ozono na vegetação, que condiciona a entrada do ozono via estomas (Pleijel et al., 2007). A produção de vinho em Portugal |
| Peer review: | yes |
| URI: | http://hdl.handle.net/10198/19049 |
| ISSN: | 978-972-789-552-6 |
| Appears in Collections: | CIMO - Livros |
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