Arrobas, MargaridaFerreira, Isabel Q.Claro, Ana MaríliaRodrigues, M.A.2013-02-262013-02-262012Arrobas, M.; Ferreira, I.Q.; Claro, A.M.; Rodrigues, M.A. (2012). Fertilização do olival. In CIMO Livro de Resumos do Fórum CIMO – Ciência e Desenvolvimento 2012. Bragança: ESA. ISBN 978-972-745-147-0http://hdl.handle.net/10198/8152A fertilização da oliveira é uma prática frequente entre os agricultores mas nem sempre tem sido possível obter uma resposta clara da cultura aos fertilizantes aplicados. Fatores como a fertilidade do solo, a disponibilidade de água e o estado nutritivo inicial da árvore, podem condicionar significativamente essa resposta. Por outro lado, a fertilização deverá ter em conta a quantidade de nutrientes removida pela cultura para evitar eventuais aplicações insuficientes ou excessivas. No CIMO tem vindo a ser desenvolvido trabalho nesta área, tendo como objetivo conhecer melhor a resposta da planta e elaborar recomendações de fertilização de forma mais consistente. Os estudos desenvolvidos nos últimos anos mostram de forma inequívoca que: -‐ o boro é um problema generalizado nos olivais transmontanos, sendo conveniente proceder à sua aplicação anual; -‐ a resposta à aplicação de azoto é evidente, sendo também necessário aplicar anualmente este nutriente; -‐ em Trás-‐os-‐Montes existem manchas de olivais com carência severa de potássio e supõe-‐se que em outros possa haver carência dissimulada. Contudo, a remoção de nutrientes pela oliveira é baixa, devendo os fertilizantes ser aplicados em quantidades moderadas. A necessidade de aplicação de nutrientes deve ser monitorizada através da realização de análises de terras e tecidos vegetais. Recomenda-‐se ainda atenção no respeito pelas normas da colheita de amostras a enviar para o laboratório.porOlea europeaExtração de nutrientesRecomendação de fertilizaçãoAzotoBoroPotássioFertilização do olivalconference object