Veiga-Branco, Augusta (Ed.)2016-03-022016-03-022015Veiga-Branco, Augusta (2015) . Livro de atas do II seminário internacional em inteligência emocional 2015. Bragança: Instituto Politécnico de Bragança. ISBN 978-972-745-183-8978-972-745-183-8http://hdl.handle.net/10198/12775Este Livro de Atas apresenta o conjunto de Artigos Científicos gerados a partir dos trabalhos expostos em Conferências, Comunicações em Painel, Workshop, Comunicações Livres e Posters, que constituíram o II Seminário Internacional em Inteligência Emocional, realizado no Auditório Alcínio Miguel da ESTIG, IPB, em Bragança, nos dias 12 e 13 de junho de 2015. O evento, realizado em parceria entre a Escola Superior de Saúde, PAIDEIA e CFAEBN, marca o fim do 1º curso de Pós Graduação em Educação Emocional desenvolvido na Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Bragança, pelo que o seu conteúdo inspira a temática do evento e dos trabalhos desenvolvidos.Na primeira componente, o espaço das Conferências começa por apresentar um estudo acerca da emoção como entidade de relação de vida. Em Emoções e Competências Emocionais na Vida, de Núria Pérez Escoda – professora da Universidade de Barcelona –, podemos apreciar o estudo de investigação que analisa a importância das emoções na vida, o conceito de Competência Emocional e a relação entre Competência Emocional e níveis de satisfação com a vida. Em Emoções, Estética e Ética – entre o auto-conceito e auto-imagem, Abel Mesquita apresenta as relações entre a perceção emocional dos utentes e as respetivas abordagens em cirurgia estética. O autor expõe a curiosa particularidade que há nos discursos dos utentes e como estes discursos são construídos com base nas emoções que vivem no corpo acerca do seu corpo. A apresentação de uma nova tecnologia, o Brain Computer Interface, é explorado em a Interação do Cérebro e Computador na Auto-gestão das Emoções - um olhar para o presente-futuro, por João Marques Teixeira, dando o neurofeedback como exemplo, e defendendo estas tecnologias como meios não invasivos na ajuda da auto-regulação emocional. Acresce informar, pela sua pertinência e atualidade, que o Neurobios1 se tem afirmado, em termos de inovação, como um interlocutor privilegiado das Neurociências, contribuindo para o «estado da arte» nesta área do saber, ao nível do desenvolvimento e aplicação de técnicas inovadoras, das quais se destaca o Neurofeedback.No espaço de Painéis, apreciamos as interações e relações que a emoção pode desencadear na vida quotidiana. Despertar e Gerir Emoções em crianças – o lugar da história infantil, de Helena Magalhães, defende a Educação Emocional nas escolas como devendo iniciar-se o mais precocemente possível, no sentido de revelar o potencial educativo da Literatura para a Infância. A autora defende que é urgente repensar o processo educativo, incluindo nos ambientes educativos estratégias que reconheçam as pessoas que moram nos alunos, no sentido de desenvolver a componente afetiva como alicerce de novas competências. Em a Competência Emocional em Decisores políticos – um estudo em Portugal, de Vitorino Costa e Maria Augusta Veiga-Branco, apresenta-se o trabalho de investigação que teve como resultado o perfil de Competência Emocional dos decisores políticos e as suas relações com as responsabilidades de gestão e organização das populações que são os cidadãos.Com esta edição de Livro de Atas, pretende a Comissão de Organização proporcionar uma maior divulgação dos artigos que emergiram de entre os trabalhos apresentados e, ao mesmo tempo, garantir uma maior difusão do Curso de Pós Graduação em Educação Emocional, junto das comunidades académica, profissional e civil em geral. Embora, tal como no início foi exposto, a Inteligência Emocional pareça estar viva no interesse das pessoas em geral e dos profissionais em particular, vale, todavia, sempre a pena abrir um espaço de fundamentação… de reflexão, como um aprender a pensar as coisas. De modo a relevar da pertinência sobre esta matéria, e da criação de espaços de formação e reflexão em Inteligência Emocional e sua área de aprendizagem, que se reconhece como Educação Emocional, consideramos pertinente abrir espaço ao debate com Maria Augusta Romão da Veiga Branco, Entre a Inteligência Emocional, Competência Emocional e Educação Emocional – pertinência de aplicação, onde a autora/comunicadora procura reunir conceitos e fundamentar a pertinência da aplicabilidade e necessidade de formação destas áreas de estudo.porInteligência emocionalCompetência emocionalEducação emocionalSaúdeEducaçãoLivro de atas do II seminário internacional em inteligência emocional 2015book