Teixeira, Carlos2014-10-302014-10-302011Teixeira, Carlos (2011). O diário juvenil: identidade(s) e globalização. In Colóquio Internacional “Literatura Infantil e Mundo Globalizado”. Bragahttp://hdl.handle.net/10198/11214Esta comunicação coloca como objecto central de trabalho a produção diarística portuguesa que, editada nas últimas décadas, se destina preferencialmente a um público adolescente ou jovem, comparando-a (sempre que possível) com produções estrangeiras que têm chegado ao mercado nacional. Procuramos, por um lado, definir as especificidades genológicas que individualizam o diário destinado a esse público e, por outro, problematizar o jogo de identidade(s) que essas produções diarísticas manipulam e colocam em acção – se “identidade para um indivíduo é a definição de si mesmo” (Lourenço, 2003: 88)1, a produção diarística para jovens coloca interessantes reflexões sobre o sujeito e a sua auto-referencialidade, nomeadamente no âmbito da (im)possível identidade entre autor e narrador/personagem. Dentro deste domínio, ganham relevância os conceitos de “identidade” e “alteridade”, cuja problematização nos levará a reflectir sobre a leitura deste tipo de textos como “veículos” de modelos globalizados/globalizantes de cultura (juvenil). 1 Lourenço, E. (2003): Civilizações e conflito de identidades”. In: Globalização: ciência, cultura e religiões. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian e Publicações Dom Quixote: 85-90.porGlobalizaçãoDiário juvenilO diário juvenil: identidade(s) e globalizaçãoconference object