Aguiar, CarlosMonteiro-Henriques, Tiago2023-03-222023-03-222020Aguiar, Carlos (2020). Afloramentos ultramáficos do Nordeste de Portugal. In Porto, M. (Ed.) Sítios de Interesse Botânico de Portugal Continental. Lisboa: INCM, p. 19-33. ISBN 978-972-27-2878-2978-972-27-2878-2http://hdl.handle.net/10198/27959As rochas ultramáficas ou ultrabásicas (conceitos quase equivalentes) são um tipo raro de rochas ígneas ou metamórficas de cor escura, pobres em sílica e ricas em ferro e magnésio. Os principais afloramentos nacionais situam-se nos distritos de Bragança e de Portalegre. Encontram-se algumas manchas profundamente meteorizadas (alteradas), sem uma flora peculiar, dispersas pelo Minho. Embora as ultramáficas do Alentejo tenham algumas plantas de inegável interesse florístico, como a Armeria linkiana ou a Reseda virgata, os afloramentos transmontanos são, de longe, os mais diversos em flora e ricos em plantas raras/ameaçadas e em espécies endémicas. As ultramáficas transmontanas repartem-se por dois maciços: maciço de Bragança-Vinhais e maciço de Morais. O bioclima do maciço de Bragança-Vinhais é de tipo supramediterrânico sub-húmido superior a húmido superior. As ultramáficas de Morais estão concentradas no concelho de Macedo de Cavaleiros – são meso a supramediterrânicas e mais secas (ombroclima sub-húmido inferior a húmido inferior) (Figuras 1 e 2). A génese está das rochas ultramáficas resumida na Caixa 1.porVegetação de PortugalSítios de interesse botânicoTrás-os-MontesRochas ultrabásicasFlora de PortugalAfloramentos ultramáficos do Nordeste de Portugalbook part