Rocha, Catarina da Conceição PedroVeiga-Branco, Augusta2023-02-102023-02-102022Rocha, Catarina Conceição Pedro; Veiga-Branco, Augusta (2022). Caracterização do fluxo ativação da equipa de emergência médica intra-hospitalar. Servir . ISSN 2184-5697. 2:03, p. 47-532184-5697http://hdl.handle.net/10198/26896Tal como vai ser apresentado, estas equipas vêm colmatar muitas das dificuldades sentidas na atuação ao doente em enfermaria, que evolui para estado critico. Este é incapaz de manter a sua estabilidade fisiológica ou apresenta risco de instabilidade fisiológica, falência multiorgânica e cuja sobrevivência depende de meios de monitorização, cuidados intensivos e de terapêutica (OE, 2018), tendo sido esta a principal motivação para a realização deste estudo. As situações de emergência que ocorrem em ambiente intra-hospitalar, têm vindo a apresentar um crescente interesse no que diz respeito à investigação. É uma temática de extrema importância, visto que a segurança dos cidadãos a nível intra-hospitalar é um dos elementos fundamentais da qualidade em saúde (Despacho n.1400-A/2015). De ressalvar que neste ambiente intra-hospitalar são contemplados não apenas os doentes, mas também todos os utentes, familiares e funcionários que se encontram dentro das instalações hospitalares. Neste contexto a Direção-Geral da Saúde (DGS) através da Circular Normativa n.º 15/DQS/DQCO, de 22 de junho de 2010, determinou a criação e implementação, a nível nacional, das Equipas de Emergência Médica Intra-Hospitalares (EEMI).porFluxo ativaçãoEmergência médica intra-hospitalarCaracterização do fluxo ativação da equipa de emergência médica intra-hospitalarjournal article10.48492/