Araújo, TiagoRodrigues, ElsaPreto, LeonelMendes, EugéniaNovo, AndréRibeiro, Olga2026-05-202026-05-202026Araújo, Tiago; Rodrigues, Elsa; Preto, Leonel; Mendes, Eugénia; Novo, André; Ribeiro, Olga (2026). Descer escadas. In Franco, Filipe Vieira (Coord.). Manual de Procedimentos Técnicos de Enfermagem. Lisboa. Lidel - Edições Técnicas. Lda..p. 86-89. ISBN 978-989-752-980-1978-989-752-980-1http://hdl.handle.net/10198/36738Andar em escadas requer força adicional, amplitude de movimento, equilíbrio e coordenação, em comparação com a marcha ao nível do solo (Administração Central do Sistema de Saúde, 2011; De la Fuente et al., 2022; Hall et al., 2017). Segundo Lessa e Gouvêa (2018), durante a marcha em plano, o tempo de apoio corresponde a cerca de 60% do ciclo total da marcha, enquanto o tempo de balanço representa os 40% restantes. No entanto, ao descer escadas, esses valores sofrem alterações. Neste contexto, o ciclo da marcha é dividido em três tarefas fundamentais: aceitação de carga, apoio simples e avanço do membro (Figura 2.4.5.1). A aceitação de carga dá início ao período de apoio; o apoio simples assegura a continuidade dessa fase; e o avanço do membro inicia-se na fase final do apoio. Cada uma destas tarefas inclui diferentes fases da marcha. Na tarefa de aceitação de carga, distinguem-se duas fases: o contacto inicial do pé com a superfície e a resposta à carga. A tarefa de apoio simples compreende três fases: apoio médio, apoio terminal e pré-balanço. Por fim, a tarefa de avanço do membro inclui as fases de pré-balanço, balanço inicial, balanço médio e balanço terminal (Lessa & Gouvêa, 2018).porDescerEscadasMovimentoEquilibrioCoordenaçãoDescer escadasbook part