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Título: Atividade física e sintomatologia depressiva em estudantes do ensino superior
Autor: Correia, Teresa
Afonso, Iolanda Lígia
Palavras-chave: Atividade física
Estudantes
Ensino superior
Sintomatologia depressiva
Data: 2012
Editora: Revista Portuguesa de Cirurgia
Citação: Correia, Teresa; Afonso, Iolanda Lígia (2012) - Atividade física e sintomatologia depressiva em estudantes do ensino superior. In 16º Congresso Português de Obesidade. Lisboa.
Relatório da Série N.º: sup;
Resumo: A relevância da prática da atividade física regular é uma necessidade reconhecida para a melhoria da autoestima e da qualidade de vida das pessoas. Este trabalho tem como objetivo analisar a associação entre prática de atividade física e sintomatologia depressiva em jovens que frequentam o ensino superior. Estudo transversal, numa amostra de 394 estudantes do ensino superior no ano letivo de 2010/11.Aplicação de um questionário de qualidade de vida e saúde, com a escala de CES-D. Desta amostra a maioria é do sexo feminino (87,8%), frequenta o 1.º ano de licenciatura (38,1%), tem uma média de idades de 20 anos e apresenta um estado nutricional adequado (79,6%). Verifica-se que a prática de atividade física não é um hábito muito presente no quotidiano desta população, sendo que apenas 27,4% o fazem regularmente. Relativamente à sintomatologia depressiva a amostra está em risco elevado de ter um diagnóstico de quadro depressivo (37,4%), sendo mais prevalente nos 2 primeiros anos do curso (42,5%). Os sintomas que têm uma frequência mais elevada relacionam-se com perturbações do sono (31,3%) e pouca confiança no futuro (38,2%). Dos estudantes em risco de terem depressão, a prevalência é ligeiramente superior nos que não praticam atividade física em comparação com os que praticam (39,4% vs. 32,4%). Verifica-se essa tendência nos estudantes que residem fora do seio familiar relativamente aos que residem com familiares (38,9% vs. 28,8%). São os estudantes do sexo feminino a representar 95,2% da totalidade de estudantes com probabilidade de ter um quadro depressivo. Neste estudo verificou-se que os estudantes que praticam atividade física possuem alguma proteção de desenvolver esta condição clínica. A sintomatologia depressiva atinge de forma transversal a população estudantil universitária, no entanto jovens do sexo feminino e sem prática regular de atividade física são mais afetadas por esta condição.
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/8205
Versão do Editor: www.speo-obesidade.pt/.../
Aparece nas colecções:ESSa - Resumos em Proceedings Não Indexados à WoS/Scopus

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