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Título: Diagnóstico de uma deficiência severa de potássio em olival
Autor: Ferreira, I.Q.
Rodrigues, M.A.
Claro, Ana Marília
Arrobas, Margarida
Palavras-chave: Análise de solos
Análise de plantas
Olea europaea
Nutrição potássica
Olival de sequeiro
Data: 2012
Editora: Associação Portuguesa de Horticultura
Citação: Ferreira, I.Q.; Rodrigues, M.A.; Claro, A.M.; Arrobas, M. (2012) - Diagnóstico de uma deficiência severa de potássio em olival. In VI Simpósio Nacional de Olivicultura. Mirandela
Resumo: Sintomas visíveis de deficiência severa de potássio (K) foram observados num olival de 11 anos da cultivar Cobrançosa em Lombo, Macedo de Cavaleiros. Os sintomas foram observados apenas numa parte do oliva l, estando as restantes árvores com um aspeto normal. Contudo, desde a sua plantação o olival foi submetido exatamente à mesma técnica cultural incluindo a fertilização. Os fertilizantes têm sido aplicados de forma localizada debaixo da copa sem incorporação, sendo a manutenção do solo efetuada com recursos a herbicidas. Selecionaram-se 15 árvores em cada uma das partes do olival com e sem sintomas visíveis de carência de K. Em janeiro de 2011, procedeu-se à colheita de terras sob a copa (OS cm e 5-20 cm) e na entrelinha (0-20 cm). Procedeu-se também à colheita de folhas para análise dos principais elementos essenciais. Os teores de K no solo foram mais elevados nas proximidades das árvores sem sintomas. Na parcela em que as árvores não apresentavam sintomas de deficiência, os teores de K no solo determinados pelo método Egner-Riehm foram de 222, 76 e 80 mg K20 kg·I, respetivamente debaixo da copa a 0-5 cm, debaixo da copa a 5-20 cm e na entrelínha a 0-20 cm. Na parcela em que as árvores apresentavam sintomas, para a mesma localização e profundidade, os teores de K no solo foram de 89, 49 e 53 mg K20 kg'1 • As concentrações de K nas folhas foram de 5,29 e 1,56 g kg'1, respetivamente nas parcelas sem e com sintomas de carência de K. As análises foliares confirmaram de forma inequívoca a carência severa em K na medida em que as normas de interpretação de resultados definem a zona de concentrações adequadas no intervalo 6 a 9 mg K kg·1 • Relativamente aos teores de K no solo, os resultados são pouco esclarecedores, já que na parcela com carência severa os teores de K são classificados como médios. Assim, em sequeiro os teores de K no solo só por si não fornecem informação suficiente sobre a nutrição potássica, provavelmente porque em determinados períodos do ano a extrema desidratação do solo não permite a absorção eficiente do nutriente. Diagnóstico de uma deficiência severa de potássio em olival
Peer review: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/7865
Aparece nas colecções:CIMO - Resumos em Proceedings Não Indexados à WoS/Scopus

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