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Título: Variação da massa de carbono em solos florestais por efeito da preparação do terreno
Autor: Fonseca, Felícia
Martins, Afonso
Figueiredo, Tomás de
Nogueira, Clotilde
Guerra, Alzira
Gallardo, Juan F.
Palavras-chave: Captura de carbono
Horizontes do solo
Portugal
Issue Date: 2008
Citação: Fonseca, Felícia; Martins, Afonso; Figueiredo, Tomás; Nogueira, Clotilde; Guerra, Alzira; Gallardo, Juan (2008) - Variação da massa de carbono em solos florestais por efeito da preparação do terreno. In V Congreso de Física y Química Ambiental. Mar del Plata
Resumo: A emissão de gases e o agravamento do efeito de estufa acima do nível desejável, com o consequente aquecimento da Terra e da atmosfera, são actualmente uma enorme preocupação social. O carbono orgânico do solo (COS) constitui o maior reservatório de C na biosfera terrestre, contribuindo os solos florestais com cerca de 40 % do total de COS terrestre, pelo que a sua dinâmica nestes sistemas, tem implicações significativas no armazenamento global. Devido à elevada importância do solo nos ecossistemas terrestres e à proporção do COS aí armazenada, pequenas variações resultantes de perturbações, como mudanças do coberto vegetal e preparação do terreno, podem influenciar a sustentabilidade dos ecossistemas a longo prazo. A variação da massa de carbono no solo foi avaliada num povoamento misto de Pseudotsuga menziesii (PM) e Castanea sativa (CS) com dois anos de idade, onde se testam sete modalidades de preparação do terreno (tratamentos) com diferentes intensidades (ligeira, intermédia e intensiva), constituídas por: (1) Testemunha, sem mobilização (TSMO); (2) Plantação à cova, com broca rotativa (SMPC); (3) Rripagem contínua, seguida de lavoura localizada com riper equipado com aivequilhos (RCAV); (4) Sem ripagem e armação do terreno em vala e cômoro (SRVC); (5) Ripagem localizada e armação do terreno em vala e cômoro (RLVC); (6) Ripagem contínua e armação do terreno em vala e cômoro (RCVC); (7) Ripagem contínua seguida de lavoura contínua (RCLC). Em cada tratamento foram colhidas amostras de solo nas profundidades 0-5, 5-15, 15-30 e 30-60 cm. Nas mesmas profundidades foram retiradas amostras não disturbadas para determinação da massa volúmica aparente. Os tratamentos de mobilização ligeira (SMPC, RCAV) não produziram efeitos expressivos no armazenamento de COS, observando-se pequenas variações em relação à situação original (TSMO). A intensificação das mobilizações do solo foi acompanhada por um aumento da acumulação de C em profundidade, nomeadamente na camada 30-60 cm, sendo nas profundidades 0-5 e 5-15 cm dos tratamentos de mobilização mais intensiva (RCVC e RCLC) onde se registam os teores mais baixos de carbono. Mais de 65 % de COS encontra-se armazenado entre os -15 e os -60 cm de profundidade nos tratamentos RLVC e RCVC, atingindo o tratamento RCLC nesse intervalo de profundidade cerca de 75 % do total de COS armazenado. As mobilizações de intensidade mais elevada (RCVC, RCLC) contribuíram para uma redução do armazenamento de COS, nomeadamente o tratamento RCLC, onde tal atinge 18 % em relação ao solo original.
Arbitragem científica: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/7251
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