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Título: Uma história de dois vizinhos ao longo de 17 anos: Castelo Velho e Castanheiro do Vento (1989-2006)
Autor: Baptista, Lídia
Gomes, Sérgio
Jorge, Susana Oliveira
Jorge, Vítor Oliveira
Muralha, João
Oliveira, Lurdes
Pereira, Leonor Sousa
Vale, Ana
Velho, Gonçalo Leite
Vieira, Alexandra
Palavras-chave: Castelo Velho
Castanheiro do Vento
Issue Date: 2008
Editora: Associação Cultural Desportiva e Recreativa de Freixo de Numão
Citação: Baptista, Lídia; Gomes, Sérgio; Jorge, Susana Oliveira; Jorge, Vítor Oliveira; Muralha, João; Oliveira, Lurdes; Pereira, Leonor Sousa; Vale, Ana; Velho, Gonçalo Leite; Vieira, Alexandra (2008) - Uma história de dois vizinhos ao longo de 17 anos: Castelo Velho e Castanheiro do Vento (1989-2006). In III Congresso de Arqueologia Trás-os-Montes, Alto Douro e Beira Interior. Vila Nova de Foz Côa. p. 120-135. ISBN 978-972-99799-3-4
Resumo: As estações arqueológicas de Castelo Velho de Freixo de Numão e de Castanheiro do Vento localizam-se no concelho de Foz Côa (Nordeste de Portugal) e distam, em linha recta, 11 km. Tratam-se genericamente de colinas monumentalizadas datadas do III/ 1ª metade do II, milénios a.C. (Jorge, 2003; 2005; Jorge et al., 2003a; 2003b; 2003c; 2006a). Os trabalhos de escavação em Castelo Velho iniciaram-se em 19891 e, entre 2001 e 2003, o sítio foi alvo de um projecto de musealização (por iniciativa do então IPPAR), o que possibilitou uma escavação intensiva durante seis meses. Actualmente, quando o público chega a Castelo Velho de Freixo de Numão, é-lhe pedido que circule num passadiço, onde ele poderá apreender um “edifício” que comporta uma visão de síntese acerca dos principais elementos arquitectónicos decorrente da pesquisa até agora realizada. Tal “edifício” é constituído por um recinto superior definido a Norte, Este e Oeste por um murete e a Sul por uma rampa que termina numa plataforma suportada por outra rampa que se desenvolve grosso modo de Sul para Sudoeste. Tal visão é particularmente percepcionada na zona mais a Sul do referido passadiço. À medida que esta leitura é realizada, ao visitante é-lhe enfatizado determinados aspectos destes elementos, nomeadamente, as múltiplas passagens do murete bem como a presença de estruturas subcirculares. A este propósito, refira-se que no interior do recinto superior, o visitante depara-se também com uma “torre central” de planta subcircular e uma série de pequenas estruturas. Quando encaminhados para Este vê também um murete que se desenvolve de noroeste para sudeste interrompido por duas passagens que se desenvolvem entre dois afloramentos xistosos.
Arbitragem científica: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/7186
ISBN: 978-972-99799-3-4
Versão do Editor: http://www.arte-coa.pt/Ficheiros/Bibliografia/1246/1246.pt.pdf
Appears in Collections:AH - Artigos em Proceedings Não Indexados ao ISI

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