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Título: A promoção da autonomia em jovens institucionalizadas
Autor: Pires, Susana Arminda de Castro
Orientador: Mateus, Maria do Nascimento Esteves
Issue Date: 2011
Editora: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior de Educação
Citação: Pires, Susana Arminda de Castro (2011) - A promoção da autonomia em jovens institucionalizadas. Bragança: Escola Superior de Educação. Dissertação de Mestrado em Educação Social
Resumo: Os Lares de Infância e Juventude enfrentam actualmente um enorme desafio no desenvolvimento de competências com vista à autonomização futura dos jovens que acolhem, na medida em que a intervenção ainda não está direccionada nesse sentido. Com vista a desenvolver competências de autonomia aplicou-se um plano de actividades em sete jovens institucionalizadas dos 14 aos 17 anos de uma instituição particular de solidariedade social do planalto mirandês. Os resultados destas actividades, tanto pelo comportamento demonstrado pelas jovens como pelas diversas conversas informais, foram registados recorrendo a grelhas de observação directa. Foram também realizados inquéritos por questionário, de forma a recolher a opinião das jovens sobre as actividades desenvolvidas. Simultaneamente, debruçamo-nos sobre a problemática Poderá uma instituição criar condições que levem jovens institucionalizadas a adquirir competências que lhes permitam a autonomia e a inclusão na vida activa? De forma a responder a esta questão recorreu-se a uma metodologia qualitativa, que envolveu onze entrevistas semi-estruturadas, sete às jovens institucionalizadas e quatro aos técnicos da instituição que foram dissecadas através da análise de conteúdo. Os resultados decorrentes dessa análise sugerem que o desenvolvimento de competências de autonomia deverá ser efectuado precoce e individualmente aquando da entrada da jovem na instituição, apostando na criação de laços de afectividade e de confiança e sobretudo, transmitindo à jovem competências fundamentais para a sua vida futura. Contudo, os técnicos denunciam as muitas dificuldades em promover essas competências nas jovens acolhidas, o que sugere que as estratégias a desenvolver pelas instituições têm ainda de evoluir de forma a responderem mais assertivamente aos problemas das jovens. Nowadays child care institutions face an enormous challenge in the development of skills in order to empower young people for their future autonomy, to the extent that the intervention is still not directed to that end. In order to develop skills of autonomy an activity plan was applied to seven institutionalized young girls ranging from 14 to 17 years of age from a private institution of social solidarity of the mirandês locality. The results of these activities, characterized by the behavior demonstrated by the young girls as by the diverse informal conversations, were recorded using direct observation grids. Questionnaire surveys were conducted in order to collect the perceptions of the young girls about the developed activities. Simultaneously, looking at the problem May an institution create conditions that lead young people in institutions to acquire skills of independence and inclusion in working life? In order to answer this question, qualitative methodology was used that involved eleven semi-structured interviews, seven to the young girls involved and four to the technicians working at the institution, that have been dissected by analysis of content. The results arising from this analysis suggest that the development of independent skills should start early and individually when the child enters the institution, focusing on the creation of ties of affection and trust, teaching essential skills to the future life. However, the technicians highlighted lots of difficulties promoting those skills within the young, which suggests that strategies used by the institutions have yet to change to respond more assertively to the problems of youth.
Arbitragem científica: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/6856
Appears in Collections:ES - Educação Social

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