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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10198/6463

Título: Bioactividade de frutos de espécies silvestres usados como anti-inflamatórios de uso tópico.
Autor: Marco, Rafael
Carvalho, Ana Maria
Ferreira, Isabel C.F.R.
Issue Date: 2011
Editora: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior Agrária
Citação: Marco, Rafael; Carvalho, Ana Maria; Ferreira, Isabel C.F.R. (2011) - Bioactividade de frutos de espécies silvestres usados como anti-inflamatórios de uso tópico. In I Jornadas de Jovens Investigadores da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança: livro de resumos. ISBN 978‐972‐745‐122‐7
Resumo: A fricção da pele até obter calor ou rubefacção para alívio da dor e sintomas associados está profundamente enraizada na medicina popular. Desde tempos longínquos diferentes, partes de plantas, preparadas sob a forma de exsudado, óleo, extracto, tintura, ou outros, são aplicadas quando há sintomatologia de doenças que afectam articulações, músculos e esqueleto, como por exemplo o reumatismo. Várias espécies da flora da Península Ibérica foram/são usadas para este fim como se documenta em inventários etnobotânicos realizados em Portugal e Espanha. Com base nesses trabalhos, estudaram-se frutos de três espécies relevantes, Bryonia dioica Jacq. (norça), Lonicera periclymenum L. (madressilva) e Tamus communis L. (budanha), com o objectivo de caracterizar a sua composição fitoquímica nomeadamente, em compostos bioactivos com potenciais utilizações em aplicações farmacêuticas. A caracterização fitoquímica foi feita recorrendo a técnicas de cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC) acoplada a detectores de fluorescência ou de índice de refracção (RI), cromatografia gasosa acoplada a um detector de ionização de chama (GC-FID) e a técnicas espectrofotométricas. Quantificaram-se fenóis incluindo flavonóides, vitaminas (tocoferóis e ácido ascórbico), carotenóides (β-caroteno e licopeno), clorofilas, monossacáridos, oligossacáridos e ácidos gordos. As propriedades antioxidantes foram avaliadas por métodos bioquímicos (inibição da descoloração do β-caroteno na presença de radicais livres derivados do ácido linoleico e inibição da formação de espécies reactivas do ácido tiobarbitúrico (TBARS) em homogeneizados cerebrais) e métodos químicos (determinação do poder redutor e da actividade captadora de radicais 2,2- difenil-1-picril-hidrazilo (DPPH)).
URI: http://hdl.handle.net/10198/6463
ISBN: 978‐972‐745‐122‐7
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