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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10198/6461

Título: Caracterização química e molecular de amostras de Coriandrum sativum L. obtidas in vivo e in vitro
Autor: Dias, Maria Inês
Ferreira, Isabel C.F.R.
Trindade, Helena
Sousa, Maria João
Issue Date: 2011
Editora: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior Agrária
Citação: Dias, Maria Inês; Ferreira, Isabel C.F.R.; Trindade, Helena; Sousa, Maria João (2011) - Caracterização química e molecular de amostras de Coriandrum sativum L. obtidas in vivo e in vitro. In I Jornadas de Jovens Investigadores da Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Bragança: livro de resumos. ISBN 978‐972‐745‐122‐7
Resumo: A espécie Coriandrum sativum L., vulgarmente conhecida como coentro, é frequentemente usada na alimentação, mas também em aplicações medicinais, na cosmética e perfumaria. É uma fonte de polifenóis e outros fitoquímicos, relacionados com a sua elevada atividade antioxidante e com a sua utilização no combate a indigestões, reumatismo e na prevenção dos danos provocados pela peroxidação lipídica. A cultura de células vegetais é um meio para estudar e produzir alguns compostos ativos nomeadamente, voláteis, polifenóis e outros metoblitos secundários. No presente trabalho, foram germinadas sementes de coentro em condições de cultura in vitro, após excisão dos meristemas das plântulas e inoculação em meio modificado MS contendo IBA e BAP. Após seis meses em cultura, diferenciaram-se dois clones pela sua pigmentação: o clone A, apresentando uma elevada coloração púrpura e o clone B, com uma coloração verde. A taxa de multiplicação dos meristemas foi de 50% para ambos os clones após 3 semanas, apesar do padrão de crescimento não ser o mesmo. Estudou-se a taxa relativa de crescimento relacionando massa fresca e seca dos dois clones. O clone A revelou um maior crescimento apesar da relação massa fresca/massa seca ter sido maior no clone B, o que pode ter sido devido a uma maior concentração de água na planta. No final da 4ª semana do ciclo de micropropagação, o clone A ainda mostrava crescimento ativo, em oposição ao clone B, que apresentava um declínio do crescimento no final da 3ª semana.
URI: http://hdl.handle.net/10198/6461
ISBN: 978‐972‐745‐122‐7
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