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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10198/6412

Título: Segurança no trabalho de colheita mecanizada em olivais de montanha
Autor: Almeida, Arlindo
Peça, José
Palavras-chave: Olivais
Colheita mecânica
Declives
Issue Date: 2011
Editora: Universidade de Évora
Citação: Almeida, Arlindo; Peça, José (2011) - Segurança no trabalho de colheita mecanizada em olivais de montanha. In VI Congresso Ibérico de Agro-Engenharia. Évora. ISBN 978-972-778-113-3
Resumo: Objectivos Em Portugal uma das principais zonas de produção de azeitona situa-se a Nordeste, em Trás-os-Montes. Nesta região o azeite é maioritariamente de excelente qualidade e assume uma considerável importância económica e social. A mecanização da colheita é adoptada por um número significativo de produtores. A região é montanhosa. A maioria dos olivais está em solos inclinados. Por vezes ao declive é superior a 15%. Este factor aumenta o risco de acidentes com o equipamento de colheita, pondo em risco a segurança no trabalho. O objectivo é revelar algumas soluções adoptadas para manter condições de trabalho seguro e avaliar as consequências na capacidade de trabalho do equipamento de colheita. Métodos Foram realizados trabalhos de campo para comparar três diferentes sistemas de colheita mecânica de azeitona: Sistema I, Sistema II e Sistema III. Em todos um vibrador de troncos destaca a azeitona. A diferença está no procedimento para a recolha da azeitona. No Sistema I a azeitona é recolhida em lonas colocadas sob as árvores e movimentada manualmente. No sistema II a azeitona é recolhida por lonas mecânicas colocadas num semi-reboque. No sistema III um apara frutos recolhe a azeitona. Os trabalhos de campo realizados em olivais de montanha permitiram avaliar o desempenho dos sistemas em condições de trabalho em declive. Resultados O Sistema III é o que revela ser mais vantajoso quando não há disponibilidade suficiente de mão-de-obra para adoptar o Sistema I. Todos os sistemas requerem procedimentos especiais quando trabalham em declives, em especial o Sistema III. Em declives superiores a 15% são necessárias trajectórias alternativas para um trabalho seguro, com consequências na capacidade de trabalho.
Arbitragem científica: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/6412
ISBN: 978-972-778-113-3
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