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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10198/6009

Título: Composição fitoquímica e bioactividade de flores de espécies medicinais tradicionalmente usadas no Nordeste de Portugal.
Autor: Barros, Lillian
Pinela, José
Carvalho, Ana Maria
Ferreira, Isabel C.F.R.
Issue Date: 2011
Editora: Instituto Politécnico de Bragança, Escola Superior de Saúde
Citação: Barros, Lillian; Pinela, José; Carvalho, Ana Maria; Ferreira, Isabel C.F.R. (2011) - Composição fitoquímica e bioactividade de flores de espécies medicinais tradicionalmente usadas no Nordeste de Portugal. In V Jornadas de Análises Clínicas e Saúde Pública. Bragança
Resumo: As autoridades de Saúde Pública consideram o uso de produtos naturais na prevenção e tratamento de doenças um instrumento fundamental para a manutenção e promoção da saúde, longevidade e qualidade de vida. Efectivamente, os usos tradicionais de plantas aromáticas e medicinais têm grande impacto no desenvolvimento de novos produtos à base de plantas. Cytisus multiflorus (L'Hér.) Sweet (giesta-branca), Crataegus monogyna Jacq. (espinheiro), Filipendula ulmaria (L.) Maxim. (rainha-dos-prados), Malva sylvestris L. (malva) e Sambucus nigra L. (sabugueiro) são espécies que têm sido utilizadas na Península Ibérica como plantas medicinais. Para além de outras aplicações, estas espécies tornaram-se ingredientes importantes na preparação de remédios caseiros devido às suas propriedades anti-inflamatórias, diuréticas e diaforéticas. Neste trabalho, apresentaremos um estudo comparativo da composição fitoquímica e do potencial antioxidante de flores das espécies mencionadas, com vista à caracterização etnofarmacológica e valorização da flora portuguesa. A análise fitoquímica incluiu a determinação de compostos fenólicos por HPLC-UV/DAD-MS, tocoferóis por HPLC/fluorescência, mono e oligossacáridos por HPLC/RI e ácidos gordos por GC/FID. O potencial antioxidante foi avaliado por métodos químicos e ensaios bioquímicos com homogeneizados de células animais (eritrócitos e células cerebrais).
Arbitragem científica: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/6009
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