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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10198/5403

Título: Hábitos alimentares e doenças cardiovasculares na população do Distrito de Bragança
Autor: Sampaio, Hélia
Capitão, Sandra
Ferro-Lebres, Vera
Palavras-chave: Hábitos alimentares
Doenças cardiovasculares
Issue Date: 2009
Editora: Nedo
Citação: Sampaio, Hélia; Capitão, Sandra; Ferro-Lebres, Vera (2009) - Hábitos alimentares e doenças cardiovasculares na população do Distrito de Bragança. In 13º Congresso Português de Obesidade. Vilamoura
Relatório da Série N.º: 3;
Resumo: A elevada prevalência dos factores de risco associados às doenças do aparelho circulatório, nomeadamente a hipercolesterolemia, o tabagismo, a hipertensão arterial e o sedentarismo apontam para uma especial atenção à sua prevenção. Desde modo, a composição da ingesta alimentar diária pode influenciar o surgimento de Doenças Cardiovasculares (DCV), uma vez que tem sido demonstrada a associação entre os factores de risco e a ingesta alimentar. A modificação da dieta e dos estilos de vida deve ser um elemento central no tratamento das doenças cardiovasculares, impossível de ser subestimada ou substituída por uma estratégia farmacológica. O presente estudo teve por objectivo identificar a influência de factores sócioeconómicos e educacionais no estado nutricional e no surgimento de DCV. MÉTODOS: Foram estudados 234 indivíduos com idade superior a 18 anos, pertencentes a uma população do nordeste transmontano português. Profissionais treinados recolheram dados antropométricos e realizaram uma entrevista onde foram recolhidos dados pessoais para caracterização da população a nível social e pessoal e dados relativos à ingesta alimentar habitual. RESULTADOS: Do total de indivíduos inquiridos 63% são do sexo feminino e 37% do sexo masculino. Do sexo feminino 20% apresenta excesso de peso e 14% Obesidade, do sexo masculino 17% tem excesso de peso e 9% Obesidade. Dos casados, 22% apresentam factores de risco de DCV, 25% dos que vivem com a família, 5 % dos que vivem sozinhos, 23 % dos indivíduos com um baixo nível de escolaridade e 41% dos indivíduos que se encontram inactivos, apresentam factores de risco de DCV. CONCLUSÕES: Este trabalho reflecte os estilos de vida e os hábitos alimentares da população em estudo, conclui-se que quer os factores socioeconómicos, quer os factores educacionais, se encontram associados à presença ou ausência de factores de risco de DCV, influenciando a ingesta e o IMC dos indivíduos.
Arbitragem científica: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/5403
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Endocrinologia-Diabetes & Obesidade Vol 3-Novembro 2009-Abstrato-Hábitos alimentares &DCV na população do distrito de Bragança, capitão Sandra et all.pdf1,07 MBAdobe PDFView/Open

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