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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10198/5283

Título: Escala Veiga Branco das capacidades da inIteligência emocional (EVBCIE): partes I e III
Autor: Veiga-Branco, Augusta
Palavras-chave: Competência emocional
Auto-consciência
Auto-motivação
Issue Date: 2009
Editora: Editorial Novembro
Citação: Veiga-Branco, Augusta (2009) - Escala Veiga Branco das capacidades da inteligência emocional (EVBCIE): partes I e III .In Mendonça, Susana Sobral . Competências Profissionais dos Enfermeiros: a Excelência do Cuidar. Penafiel: Editorial Novembro. p. 162-164. ISBN 978-989-8136-34-3
Relatório da Série N.º: Colecção Nexus, nº25;
Resumo: Para a produção do instrumento de recolha de dados, e para assegurar a validade do conteúdo, foi necessário passar desse nível conceptual ao nível da operacionalização destes conceitos, transformando-os em afirmações ou expressões, que mantendo o significado que o autor (Goleman, 1995) lhes atribuiu em cada um dos cinco domínios, no sentido de medir o que pretendem medir; e também constituíssem uma forma de traduzir aos respondentes esse mesmo significado, e que constituíssem simultaneamente, um instrumento de trabalho para poder testar esses conceitos agora operacionalizados. Para construir esse conjunto de afirmações, foram utilizadas as descrições e conceitos usados pelo autor, que foram eles próprios já ante-produto do produto final que é a conceptualização da Inteligência Emocional. Após proceder a esta operacionalização, o instrumento pôde ser testado numa amostra de professores, para verificar se essas Capacidades ou domínios, eram percepcionadas tal como Goleman (1995) as conceptualizou. Os resultados desta aplicação, revelaram as configurações de cada uma das Capacidades nesta amostra, o que no global, revelou o perfil da Competência Emocional. Procedimentos de Operacionalização dos Conceitos Recuperando os trabalhos levados a cabo para a construção deste instrumento, em 1997, vão ser apresentados os passos essenciais que serviram de base à construção da “Escala das Capacidades da Inteligência Emocional”. A proposta teórica que tinha decorrido da elaboração de um construto para a I.E; veio no plano metodológico a ter o processo inverso: cada uma das cinco capacidades ou domínios, foi usado como unidade conceptual básica, que para ser operacionalizado, foi descodificado em expressões/afirmações. Estas, constituíram cada um dos itens, e traduziram e testaram comportamentos e atitudes, numa amostra respondente, com a finalidade de conhecer os seus níveis de desenvolvimento, em cada uma das cinco capacidades, e no global, da realização emocional. Este procedimento,viria a expôr (Veiga Branco, 2004; Vilela, 2006; Agostinho, 2010) a “imagem ou configuração” da Competência Emocional. Uma imagem, não no global, porque não se faz a perscrutação em um só domínio, mas sim através de cinco domínios de acção emocional, tal como Goleman(1995) a preconizou. Do ponto de vista prático, foram por isto, construídas cinco sub-escalas e não uma só - razão porque neste estudo em Enfermeiros, só se usam a Sub-escala I (Auto-Consciência) e a III (Auto-Motivação), pelo que neste momento do processo da operacionalização destes conceitos, há que explicar também, como e porque se optou por este método. Do ponto de vista dos conceitos e dos instrumentos que os possam mensurar, considerou-se que não é possível tratar num todo, as cinco capacidades. Primeiro, porque o próprio autor elaborou e apresentou o conceito de Inteligência Emocional fragmentado já em cinco domínios diferentes, e segundo, e sobretudo, porque no seu todo elas avaliam cinco dimensões diferentes do sistema psíquico do sujeito. Cada capacidade da I.E., mede fenómenos diferentes porque pertencem a níveis diferentes, embora se possam manifestar por vezes em atitudes ou comportamentos semelhantes, e no conjunto integrem a Inteligência Emocional. Por exemplo, a 1ª capacidade enunciada por Goleman (1995), a Auto-Consciência, é um construto integrador, perscruta as emoções desde os níveis viscerais, jamesianos, até ao nível transcendental. No instrumento de recolha de dados, para medir esta capacidade, os respondentes serão colocados em situações hipotéticas, nas quais lhe será pedido, para tentarem aperceber-se do experienciar da emoção, desde os aspectos somatofisiológicos até à percepção de si próprio, do ponto de vista do auto-conceito. A 3ª capacidade, Auto-Motivação (Goleman, 1995), envolve não só o domínio integrador de perscrutação do corpo acerca da experiência da emoção, reveladora, portanto, do fenómeno e dos processos cognitivos, entendidos como inteligentes, organizadores e adaptativos. Estes são essenciais aos processos de mudança do estado emocional mental, através também da mudança dos estados emocionais induzidos no corpo e no rosto, «como se» de uma nova emoção se tratasse.
Descrição: Este documento: "Escala Veiga Branco das Capacidades da Inteligência Emocional" (1997 a 2009),por razões conceptuais e fonéticas, a partir de 2010, passou a ser identificado como: "Escala Veiga de Competência Emocional"
Arbitragem científica: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/5283
ISSN: 978-989-8136-34-3
Appears in Collections:CSG - Capítulos de Livros

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