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Título: On India de John Stuart Mill: barbárie versus civilização e a política de não intervenção
Autor: Silva, Elisabete
Palavras-chave: Liberty
Empire
Liberal imperialism
Utilitarianism
Issue Date: 2010
Editora: Universidade de Lisboa, Centro de Estudos Anglísticos
Citação: Silva, Elisabete (2010) - On India de John Stuart Mill: Barbárie versus Civilização e a Política de Não Intervenção. In Ferreira J. Carlos Viana; Malafaia, Teresa de Ataíde The British Empire : ideology, perspectives, perceptions = O Império Britânico : ideologias, perspectivas, percepções. Lisboa : Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa. p. 27-38. ISBN 978-972-8886-13-4
Resumo: A defender of free-trade and an opponent of monopoly, John Stuart Mill advocated direct rule by the British in India and intended, like his father, to promote good and useful government. In his belief, the Indian native states needed someone who could guide them towards civilization. However, by the mid 1840s, Mill changed to a more moderate position. He thus defended non-intervention and indirect rule by the British in India. This paper’s main aim is therefore to assess Mill’s views on Indian society and on the nature and progress of British rule in India. Furthermore, we intend to highlight some contradictions on Mill’s defence of liberty in India and of his political ideas namely his liberal imperialism. John Stuart Mill (1806-1873) afigura-se um dos representantes máximos do liberalismo e um dos pensadores mais influentes do século XIX. Defendendo uma perspectiva política liberal da sociedade e assumindo-se como um utilitarista (Mill, Autobiography 181), Mill acreditava na importância fundamental da liberdade individual para o alcance da felicidade de cada um e para o progresso do conhecimento humano. Mill guiava-se igualmente por um espírito empirista, influenciado por Locke (1632-1704) e Hume (1711-1776), na prossecução da descoberta das verdades (Mill Autobiography 233). Contudo, distanciava-se do racionalismo calculista e desprovido de emoções em que o pai, James Mill (1773-1836), o educara. Todavia, deve ao pai o facto de lhe ter incutido valores morais como a justiça, a moderação, a perseverança, a preocupação com o bem público (Mill, Autobiography 49), que iriam guiá-lo ao longo da sua vida. Além disso, a possibilidade ilimitada do progresso da condição intelectual e moral da humanidade através da educação constitui talvez a doutrina mais importante herdada de seu pai e que Mill aplicou sempre nas suas teorias políticas e filosóficas (Mill, Autobiography 111).
Arbitragem científica: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/4078
ISBN: 978-972-8886-13-4
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