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Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10198/3578

Título: Perturbação de hiperactividade e défice de atenção: terapia psicomotora vs terapia farmacológica
Autor: Pereira, Olívia R.
Pereira, Marta
Palavras-chave: Perturbação de hiperactividade e défice de atenção
Terapia psicomotora
Terapia farmacológica
Issue Date: 2010
Editora: Agir - Associação para a Investigação e Desenvolvimento Sócio-Cultural
Citação: Pereira, Olívia R.; Pereira, Marta (2010) - Perturbação de hiperactividade e défice de atenção: terapia psicomotora vs terapia farmacológica. In VI Congresso Internacional Saúde, Cultura e Sociedade. Chaves.
Resumo: O objectivo central deste trabalho é abordar sucintamente duas formas de intervenção na hiperactividade, a farmacológica e a terapia psicomotora, recorrendo-se para tal a uma revisão bibliográfica acerca do tema. O transtorno de déficit de atenção/hiperactividade (TDAH) é uma desordem muito comum nos dias de hoje e caracteriza-se por sintomas clinicamente significativos de desatenção, hiperactividade e impulsividade. São descritos três subtipos: predominantemente desatento, predominantemente hiperactivo e combinado. A prática psicomotora no seio de um grupo de crianças hiperactivas tem como objectivos fundamentais aumentar progressivamente o tempo de concentração e de atenção na tarefa, desenvolver as capacidades de autocontrolo de modo a diminuir a impulsividade, reduzir a hiperactividade atenuando os comportamentos incompatíveis, melhorar as habilidades sociais e promover a compreensão e a expressão da comunicação não-verbal. No que diz respeito ao tratamento farmacológico, o grupo de fármacos mais usado e estudado até ao momento são os estimulantes do sistema nervoso central como o metilfenidato, que actua por inibição da recaptação de dopamina e noradrenalina e a dextroanfetamina. Um fármaco mais recentemente descoberto, a atomoxetina, inibidor da recaptação da noradrenalina, tem também apontado efeitos positivos no controlo deste distúrbio. Outros fármacos não estimulantes como antidepressivos inibidores da recaptação da serotonina, a bupropiona e o modafinil parecem ter interesse em alguns tipos de hiperactividade. Conclui-se que as duas formas de intervenção poderão, em conjunto, trazer benefícios para estes indivíduos no que respeita ao controlo dos sintomas e consequente melhoria na sua qualidade de vida.
Arbitragem científica: yes
URI: http://hdl.handle.net/10198/3578
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